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‘Profissional exemplar’: quem era piloto da polícia que morreu após ser baleado no Rio

Felipe Marques Monteiro morreu neste domingo (17), após meses de internação e complicações no quadro de saúde

O piloto de helicóptero Felipe Marques Monteiro, da Polícia Civil do Rio, morreu neste domingo (17). O agente foi baleado no pescoço durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, na zona oeste da capital, em março de 2025.


Felipe participava de uma incursão aérea de apoio à Operação Torniquete quando a aeronave da corporação foi atacada a tiros. Desde então, ele estava internado em estado grave.


O policial ficou hospitalizado por nove meses. Ele recebeu alta em dezembro de 2025. No mês seguinte, em janeiro de 2026, voltou a ser internado em razão de uma infecção.


Por meio de post nas redes sociais, a família comunicou a morte do policial. “Hoje nos despedimos com dor, mas também com gratidão por toda força, amor e exemplo que deixou em nossas vidas. Seu legado jamais será esquecido”, escreveram os parentes.


Nos últimos dias, o quadro de saúde do policial se agravou por causa de uma infecção severa. Segundo a esposa dele, Keidna Marques, Felipe precisou receber medicações mais fortes após complicações em uma cirurgia para implante de prótese craniana, realizada no dia 20 de abril.


‘Profissional exemplar e companheiro leal’


Nas redes sociais, familiares, amigos e colegas prestaram homenagens ao policial. A Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) da Polícia Civil divulgou uma nota de pesar destacando a trajetória do agente.


“Profissional exemplar, homem de honra e companheiro leal, dedicou sua vida a proteger e a salvar”, afirmou a CORE em nota oficial.


A corporação também definiu Felipe Marques Monteiro como um símbolo de coragem, dignidade e perseverança. “Seguimos com sua memória viva em cada missão, em cada ensinamento e em cada vida que ele tocou. Esse legado é eterno”, disse o comunicado.


O Governo do Estado do Rio de Janeiro também lamentou a morte do policial civil e piloto da CORE. Em nota, destacou que Felipe “travou uma longa, difícil e corajosa batalha pela vida”, marcada pela força da família, especialmente da esposa, além da mobilização de colegas e amigos pela recuperação do agente.


“O Governo do Estado presta solidariedade aos familiares, amigos e companheiros da Polícia Civil, e reconhece a bravura, o compromisso e a entrega do comandante Felipe Monteiro Marques no exercício da missão de proteger a população fluminense. Sua coragem e seu legado permanecerão na memória da segurança pública do nosso estado”, diz o comunicado.


Felipe deixa a esposa, familiares e colegas da Polícia Civil, que o homenagearam como “um guerreiro do início ao fim”.


Fonte: Jovem Pan

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