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  • Prefeito Ricardo Flauzino inicia o ano com investimento de mais de R$ 1 milhão na reforma de escolas municipais de Itabela

    As obras já tiveram início nesta segunda-feira (12) nas unidades escolares e seguirão conforme o cronograma estabelecido O prefeito de Itabela, Ricardo Flauzino, iniciou o ano de 2026 reforçando o compromisso com a educação municipal. Na manhã desta segunda-feira (12), o gestor assinou a licitação que autoriza o início das obras de reforma em quatro escolas da rede pública, com investimento superior a R$ 1,1 milhão. A ação integra o planejamento estratégico da administração para garantir ambientes escolares mais seguros, adequados e acolhedores aos alunos no retorno das aulas. Neste primeiro lote, estão sendo contemplados o Colégio Municipal Augusto Gonçalves Costa, a Escola Municipal Frei Ricardo, a Escola Municipal Lúcio Ferreira e a Escola Municipal Abdias Martins Pereira. As intervenções incluem melhorias estruturais, revitalização de espaços físicos e adequações necessárias para proporcionar melhores condições de ensino e aprendizagem. O ato de assinatura contou com a presença da pregoeira municipal, Gionara Pinha, responsável pelo processo licitatório, e do secretário municipal de Educação, Gutembergue Pellegrini, que destacou a relevância das reformas para o fortalecimento da rede pública de ensino e a valorização da comunidade escolar. Durante a solenidade, o prefeito Ricardo Flauzino ressaltou que investir na educação é uma das prioridades da gestão. “Estamos iniciando o ano com um investimento significativo na infraestrutura das nossas escolas, porque acreditamos que oferecer espaços dignos, seguros e bem estruturados é essencial para valorizar nossos profissionais da educação e garantir melhores condições de aprendizagem para nossos alunos. A educação é a base do futuro de Itabela”, afirmou o prefeito. As obras já tiveram início nesta segunda-feira (12) nas unidades escolares e seguirão conforme o cronograma estabelecido. Paralelamente, o município já deu sequência aos estudos técnicos para a abertura dos próximos lotes de licitação, com o objetivo de contemplar todas as demais escolas do território municipal. A meta é assegurar que todas as unidades estejam plenamente aptas a receber os alunos no início das atividades letivas. Fonte: Ascom - Prefeitura de Itabela

  • Moraes assume presidência do STF após Fachin entrar em recesso

    Ministro ficará à frente do Supremo Tribunal Federal a partir desta segunda-feira (12) até o fim de janeiro O ministro Alexandre de Moraes assume interinamente a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (12) com o início do período de recesso do presidente da Corte, ministro Edson Fachin. Moraes ficará à frente do Tribunal até o fim de janeiro. A mudança ocorre porque o Judiciário está em recesso de 20 de dezembro a 31 de janeiro. Nesse período, Fachin, atual presidente da Corte, ficou responsável pelo plantão entre 20 de dezembro e 11 de janeiro. A partir desta segunda-feira, Moraes, na condição de vice-presidente, passa a responder pela Presidência e pelo plantão judicial até 31 de janeiro. Não é a primeira vez que Moraes assume interinamente o comando do STF. Em novembro do ano passado, o ministro presidiu a Corte durante a ausência de Fachin, que esteve em Belém (PA) para representar o Judiciário brasileiro na COP30. O plenário do STF formalizou, em agosto, a escolha de Fachin e Moraes para os cargos de presidente e vice-presidente. Ambos tomaram posse em setembro, após o fim da gestão do ministro Luís Roberto Barroso, que se aposentou. A eleição segue uma regra de antiguidade e rodízio entre os ministros. Pelo critério do revezamento, Moraes deve assumir a presidência de forma definitiva em 2027, por ser o ministro mais antigo que ainda não comandou a Corte. Plantão judicial O plantão judicial ocorre para atender jurisdicionados e advogados em casos urgentes nos dias em que não há expediente regular no tribunal, como durante o recesso de 20 de dezembro a 31 de janeiro. Durante esse período, os pedidos relacionados aos assuntos previstos na regulamentação do plantão devem ser protocolados exclusivamente por meio eletrônico, com horário de processamento das 9h às 13h. Fonte: Jovem Pan/Com Estadão Conteúdo

  • Número de mortos em protestos no Irã passa dos 500

    O presidente Masoud Pezeshkian prometeu abordar as queixas econômicas, mas não mostrou sinais de recuar de uma severa repressão O número de mortos pela repressão à onda de protestos no Irã subiu para 538, informou a Iran Human Rights, uma organização não governamental com sede na Noruega que monitora a situação no país. Outras 10.600 pessoas foram detidas durante as duas semanas de protestos, segundo a entidade. O mais recente balanço de mortes nos protestos contra o regime teocrático do aiatolá Ali Khamenei ocorre em meio à denúncias de violência policial feitas por manifestantes. O chefe da polícia do Irã, Ahmad-Reza Radan, afirmou neste domingo que “o nível de confronto contra os manifestantes se intensificou”. Enquanto isso, mais protestos foram convocados. O governo do Irã descreveu a luta contra o que chamou de “tumultos” como uma “batalha de resistência nacional iraniana contra os Estados Unidos e o regime sionista”. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, prometeu abordar as queixas econômicas, mas não mostrou sinais de recuar de uma severa repressão. Ao contrário: ele conclamou a população a participar de uma “marcha de resistência nacional” com manifestações em todo o país na segunda-feira (12), para denunciar a violência, que o governo atribuiu a “criminosos e terroristas urbanos”, informou a televisão estatal. “Nosso dever é resolver e atender às queixas do povo. Mas também temos o dever de não deixar que manifestantes desestabilizem o país”, disse o presidente, Masoud Pezeshkian, em uma entrevista à televisão estatal iraniana no sábado. Ele falou enquanto os manifestantes no Irã enfrentam uma repressão intensificada e letal por parte das autoridades. À medida que os protestos escalam, a teocracia do Irã parece cada vez mais vulnerável, e altos funcionários procuraram culpar os Estados Unidos e Israel, dizendo que ambos apoiam os manifestantes. As instalações militares e nucleares do Irã foram danificadas por uma guerra de 12 dias com Israel em junho passado, e o país vem afundando em uma grave crise econômica após a reativação de sanções econômicas da ONU no ano passado. Aumentando a pressão, o Presidente Trump disse que poderia atacar o Irã se as autoridades matassem manifestantes pacíficos, e vários funcionários dos EUA disseram ao The New York Times no sábado que ele foi informado sobre novas opções de ataques militares. O novo balanço de mortes nos protestos contra o governo do aiatolá Ali Khamenei, que tomaram as ruas do país há quase duas semanas, ocorre em meio a denúncias de violência policial feitas por manifestantes. Iranianos ouvidos por jornais dos EUA e do Reino Unido afirmaram que policiais atiraram contra manifestantes ao longo das mais de 100 cidades que registraram protestos pelo país. “Desde o início dos protestos, a Iran Human Rights confirmou a morte de pelo menos 490 manifestantes e 48 agentes de segurança”, afirmou a ONG Iran Human Rights, com sede na Noruega O número real de mortos pode ser muito maior, já que um bloqueio de internet que dura dias dificulta a verificação dos dados. O governo iraniano não divulgou números oficiais de vítimas das manifestações. Há o temor de que o bloqueio cibernético esteja encorajando o regime do país a reprimir os manifestantes de forma sangrenta. Maiores protestos em 15 anos; líder fala em ‘vândalos’ e acusa EUA As manifestações, iniciadas há duas semanas por insatisfação com a situação econômica do país, são as maiores em uma década. Para além da pauta econômica, os protestos passaram a ecoar contra o regime político do Irã. O país está sem acesso à internet há 48 horas, após um apagão nacional imposto pelas autoridades do regime teocrático, segundo a ONG de cibersegurança Netblocks. Apesar do bloqueio à rede, os protestos seguem em crescente. O líder supremo do Irã criticou os “vândalos” que, segundo ele, estão por trás dos protestos, e acusou os Estados Unidos de incitá-los. “Estamos em plena guerra”, declarou Ali Larijani, um dos conselheiros do aiatolá e chefe da principal agência de segurança do país, denunciando “incidentes orquestrados no exterior”. No sábado, a televisão estatal exibiu imagens dos funerais de integrantes das forças de segurança mortos durante os protestos. Na cidade de Shiraz, no sul do país, o comparecimento nos ritos fúnebres foi expressivo. Ameaça aos EUA; Israel em ‘alerta máximo’ O Irã afirmou que atacará alvos militares e navios dos EUA no caso de um ataque dos Estados Unidos em apoio aos manifestantes durante a onda de protestos em curso no país, afirmou o presidente do parlamento neste domingo. Em meio aos protestos, a Guarda Revolucionária do Irã, organização militar que tem como foco a defesa do regime Khamenei, afirmou que proteger a “segurança nacional é um ponto inegociável”. As Forças Armadas dos EUA afirmaram que, no Oriente Médio, estão “posicionadas com forças que abrangem toda a gama de capacidade de combate para defender nossas forças, nossos parceiros e aliados e os interesses dos EUA”. Tais ameaças ganharam força após a captura do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, pelas forças dos EUA, no início deste mês. “Se os Estados Unidos tomarem ação militar, tanto os territórios ocupados quanto as rotas militares e marítimas dos EUA serão nossos alvos legítimos”, disse Mohammed Ghalibaf, presidente do parlamento do Irã, em um comunicado no domingo, de acordo com a agência de notícias semi-oficial do Irã, Tasnim. Bases militares dos EUA e de Israel também poderiam ser alvos, ele acrescentou. O exército de Israel disse estar “preparado defensivamente” para qualquer ataque, enquanto o primeiro-ministro do país, Binyamin Netanyahu, elogiou os manifestantes. “Israel apoia a luta deles pela liberdade e condena firmemente os assassinatos em massa de civis inocentes”, disse ele. “Todos nós esperamos que a nação persa em breve seja libertada do jugo da tirania, e, quando esse dia chegar, Israel e Irã serão novamente parceiros fiéis”. As autoridades iranianas vêm tentando um delicado equilíbrio em sua resposta aos protestos, ao reconhecer as queixas econômicas e tomar medidas para abordá-las, enquanto também acusam tanto os Estados Unidos quanto Israel de apoiar os “arruaceiros” que eles retratam como “sequestradores das manifestações”. Os protestos dos últimos dias não apenas cresceram significativamente em tamanho, mas parecem ter se tornado cada vez mais violentos de ambos os lados. Edifícios do governo foram incendiados, enquanto o chefe da polícia do Irã, o brigadeiro-general Ahmadreza Radan, culpou as mortes e ferimentos em “soldados não pagos dos inimigos do Irã”. “Uma parte significativa dos mortos morreu por armas brancas e ferimentos de faca. Nos casos envolvendo tiros, a distância dos disparos era muito próxima, indicando que essas ações não foram realizadas pelas forças de segurança, mas por elementos treinados e dirigidos”, disse o General Radan. Alguns ativistas relataram forças de segurança iranianas invadindo hospitais para procurar os feridos. Skylar Thompson, diretora adjunta da HRANA, disse que as dificuldades de comunicação com pessoas dentro do Irã tornaram difícil assegurar o que estava acontecendo dentro das instalações médicas. Mas ela disse que a organização havia confirmado casos de manifestantes feridos sendo removidos dos hospitais. “Temos documentos hospitalares que mostram indivíduos afetados por gás lacrimogêneo, temos casos semelhantes de pessoas atingidas por balas – balas de borracha e munição real – e sendo transferidas para instalações de detenção sem o devido cuidado”, disse ela. Ao contrário de alguns oficiais de segurança iranianos e até do líder supremo, o Aiatolá Ali Khamenei, Pezeshkian anteriormente tentou adotar um tom de responsabilidade governamental pelas dificuldades econômicas que muitos iranianos estão sentindo, oferecendo pequenas reformas, embora economistas digam que não são suficientes para solucionar a severidade da crise. Papa reza pelas vítimas No Vaticano, o Papa Leão XIV rezou pelas vítimas da repressão e afirmou que, caso não haja distensão, “muitas vidas serão ceifadas”. “Meus pensamentos se voltam para o que está acontecendo atualmente no Oriente Médio, particularmente no Irã e na Síria, onde tensões persistentes estão causando a morte de muitas pessoas”, disse o pontífice. “Espero e rezo pelo cultivo paciente do diálogo e da paz, para o bem comum de toda a sociedade.” Fonte: Jovem Pan/ com Estadão Conteúdo

  • Um mês para o Carnaval: hospedagem para folia chega a R$ 42 mil em Salvador

    Localização, padrão do imóvel e tipo de hospedagem influenciam diretamente no preço dos aluguéis É oficial: a contagem regressiva para o Carnaval de Salvador, considerada a maior festa de rua do mundo, já começou. A um mês do início da folia, a capital baiana já sente os efeitos da alta demanda turística, e a expectativa é de que a movimentação aumente ainda mais nos próximos dias. Para quem ainda não garantiu hospedagem, a estadia não deve sair barata. Um levantamento feito pelo portal Alô Alô Bahia aponta que o valor do aluguel para os seis dias de Carnaval, entre 12 e 17 de fevereiro, pode chegar a R$ 42 mil. A pesquisa considerou imóveis e hotéis anunciados no Airbnb e no Booking.com em bairros próximos aos principais circuitos da festa. Um dos aluguéis mais caros identificados custa R$ 19.280 e fica no bairro da Barra, nas proximidades do Farol. O imóvel oferece lounge compartilhado, máquina de lavar roupa, ar-condicionado, Wi-Fi gratuito e estacionamento privativo. A Praia do Farol da Barra está a cerca de sete minutos de caminhada. O apartamento dispõe de varanda com vista para a cidade, três quartos, sala de estar, TV de tela plana, cozinha equipada com geladeira e forno, além de dois banheiros com chuveiro. Já para quem busca uma experiência de alto padrão, o Hotel Fasano aparece como a opção mais cara do levantamento. A hospedagem custa R$ 42.516 para um quarto durante o período do Carnaval. Localizado na Praça Castro Alves, dentro do Circuito Osmar (Campo Grande), o hotel está em um dos pontos mais tradicionais e estratégicos da festa. Alugar apartamento sai mais barato No Airbnb, é possível encontrar valores mais acessíveis, já que a plataforma geralmente tem menos custos fixos e oferece facilidades como cozinha. Um apartamento com vista para o mar em Ondina/Rio Vermelho, por exemplo, custa R$ 8.778 para cinco noites. O imóvel comporta até quatro hóspedes e conta com um quarto, duas camas e um banheiro. Quem garantiu o aluguel com antecedência foi a publicitária Gleisi Damasceno, que reservou um apartamento em Ondina, no fim do Circuito Dodô (Barra-Ondina), ainda em novembro. Ela pagou R$ 3 mil para duas pessoas. “Acho que está dentro do padrão. Carnaval é isso mesmo. Por isso vou pular muito na pipoca. Já basta o que estou pagando por fora”, brinca. De modo geral, entre a Barra e o Rio Vermelho, os aluguéis no Airbnb variam entre R$ 2 mil e R$ 8 mil. No Centro da cidade, a média gira em torno de R$ 3 mil para todo o período da folia. Segundo o corretor Ronaldo Borges, a localização, o padrão do imóvel e o tipo de hospedagem influenciam diretamente no preço dos aluguéis durante o Carnaval. “Olha, com a proximidade do Carnaval, não tem como negar: o mercado de aluguel por temporada em Salvador fica extremamente aquecido. Como corretor atuando na cidade há anos, eu diria que o que mais pesa no preço final é a localização”, afirma. “Imóveis próximos aos circuitos oficiais, como Barra, Ondina, Campo Grande e Pelourinho, chegam a custar até 10x mais do que em bairros mais distantes. A lógica é simples: as pessoas pagam pela conveniência de estar próximo à festa e poder voltar caminhando no fim da noite”, acrescenta. Apartamentos com melhor infraestrutura, maior número de quartos, vista para o mar e itens como ar-condicionado e garagem também encarecem a diária. Além disso, hotéis costumam cobrar mais por oferecerem serviços completos, enquanto aluguéis por temporada, como os anunciados em plataformas digitais, podem apresentar opções mais acessíveis, a depender do bairro e das comodidades incluídas. Fonte: Correio24horas

  • Verão mais quente que o normal eleva risco de infecções de pele e acende alerta de especialistas

    A previsão é que todo o mês de janeiro tenha temperaturas acima da média na Bahia; enquanto isso, aumentam casos de micoses, celulites bacterianas e outras doenças Com uma previsão de um mês de janeiro com temperaturas acima da média e chuva abaixo dos índices históricos na Bahia, o verão deixou de ser apenas uma estação de festas e férias para ser também um momento de alerta. Devido ao calor intenso e à umidade na região, especialmente em Salvador, a expectativa dos profissionais de saúde é de um ambiente propício para o aumento das infecções de pele. Entre as principais infecções que crescem nessa época do ano, estão as micoses, a foliculite (pequenas espinhas vermelhas que causam coceira ou dor), impetigo (feridas, bolhas e crostas amareladas) e celulite bacteriana (que atinge camadas profundas da pele e pode levar até à sepse). No verão, de acordo com relatos dos profissionais, a procura por atendimento dermatológicos chega a ser até 50% maior do que em outros períodos do ano, no Brasil. Isso se deve a uma combinação de fatores que inclui a pele úmida, o suor acumulado, o uso prolongado de roupas molhadas e o contato com superfícies contaminadas, a exemplo de cadeiras de praia e academias. Esses aspectos podem ser responsáveis por proliferar fungos e bactérias, assim como roupas apertadas, que favorecem a obstrução dos poros, e os e tecidos sintéticos, que retêm o suor. Mas, ao contrário do que muita gente pode pensar, não se pega micose na piscina ou na praia, como explica a médica dermatologista Clarissa Martinelli, professora da Afya Salvador. “Lesões de pele não são causadas pela piscina, mas, por exemplo, por um biquíni molhado. São fungos que gostam de lugares quentes, abafados. No verão, com o calor, a pessoa fica com aquela roupa úmida, o dia inteiro na praia. Assim como provoca candidíase, que as ginecologistas devem ver um aumento, a gente também vê (infecções) na pele”, diz. Os fungos conhecidos como Candida se aproveitam de ambientes úmidos e quentes, a exemplo de regiões de axilas, virilha, locais de dobra na pele e a área embaixo das mamas. É o mesmo caso que acontece quando as pessoas não enxugam bem o espaço entre os dedos dos pés e começam a ter a famigerada ‘frieira’. Mas nada disso tem a ver com a água do mar ou da piscina. Por vezes, esses fungos já fazem até parte do corpo da pessoa - por isso, são chamados de comensais. Eles estão na microbiota, mas, por alguma razão, se multiplicaram mais do que deveriam devido ao calor e à umidade. “Outra coisa é o ‘pano branco’, que o pessoal acha que é micose de praia, mas é um fungo. Ninguém pega na praia. Ele está no próprio corpo, mas uma vez na praia, o restante do corpo pode ter se bronzeado ou ativado a melanina, mas ela não foi ativada onde o fungo estava e, por isso, ele ficou mais visível”, explica. Prevenção Brotoejas também são comuns no verão - e não apenas em crianças, já que adultos também podem apresentar essas erupções cutâneas devido aos poros obstruídos. Em qualquer que seja o quadro, a recomendação é buscar um médico dermatologista. “Para muitas das doenças dermatológicas, a prevenção é o melhor remédio. Fazendo tudo direitinho, dá certo. Alguns pacientes falam: ‘mas, doutora, faço tudo, sou super higiênica’. Mas pode acontecer, porque existem fungos que a gente pega de animais e plantas”, pondera a professora da Afya Salvador. Uma das melhores alternativas é usar roupas de algodão, que absorvem melhor o calor, e ficar em ambientes frescos. Roupas úmidas por muito tempo devem ser evitadas, assim como banhos muito quentes e demorados. Se houver um quadro de cândida ou de pano branco, a pessoa provavelmente vai ter que fazer um tratamento com antifúngico. É importante também ter um cuidado especial com o couro cabeludo. “Uma vez que você raspa, tem pele ali. O certo é lavar o couro cabeludo todos os dias, principalmente no verão, que a gente sua mais. O couro cabeludo também tem um fungo, que é a caspa”, acrescenta Clarissa Martinelli. Além disso, o protetor solar com fator de proteção adequado ao fototipo é indispensável. De acordo com a médica dermatologista Luana Vieira Mukamal, do Grupo Kora Saúde, aplicar o produto em quantidade suficiente e reaplicá-lo na pele a cada duas horas ou depois de mergulhos e sudorese excessiva, é fundamental para prevenir queimaduras e o surgimento de manchas. “As manchas que se intensificam após o verão, em muitos casos, estão relacionadas à exposição solar sem proteção adequada ou à falha na reaplicação do filtro”. O surgimento ou a intensificação de manchas na pele, além da sensação de ardência, descamação e infecções são sinais comuns depois de períodos de exposição solar sem proteção adequada e outros descuidos típicos do verão, segundo a médica. A orientação é interromper os fatores de agressão e retomar a rotina básica de cuidados, a exemplo do uso correto do protetor solar e a higienização adequada da pele. Se os sintomas continuarem, a avaliação médica é essencial. O calor não deve dar trégua ao longo de todo o mês, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A previsão do órgão é de irregularidade na distribuição das chuvas no país em todo o mês. No caso da Bahia, assim como de estados como Maranhão e Pernambuco, menos chuva é esperada do que a média para o mês de janeiro. Para completar, mesmo entre a expectativa de temperatura acima da média em todos os estados do Nordeste, a Bahia é um dos três destaques para o Inmet, ao lado do Piauí e do sul do Maranhão. Fonte: Correio24horas

  • Estados e municípios vão arcar com rombo do Master em fundos de previdência

    Governo concluiu que os entes são os responsáveis por garantir o pagamento de aposentadorias de seus servidores caso os recursos acumulados pelos regimes próprios de previdência sejam insuficientes O Ministério da Previdência Social concluiu que estados e municípios serão os responsáveis finais por cobrir os rombos em fundos de previdência caso tenham prejuízo em investimentos feitos em títulos vendidos pelo Banco Master. Governos estaduais e municipais investiram cerca de R$ 1,86 bilhão nos fundos da instituição financeira que foi liquidada pelo Banco Central. Em nota enviada ao CNN Money, a pasta informou que por determinação da Lei nº 9.717 de 1998, os estados e municípios são os responsáveis diretos por garantir o pagamento de aposentadorias e pensões de seus servidores caso os recursos acumulados pelos regimes próprios de previdência sejam insuficientes. Na prática, isso significa que o ente federativo é o agente garantidor final do sistema. Dessa forma, os estados e municípios devem cobrir eventuais faltas financeiras para assegurar que todos os benefícios sejam pagos integralmente. “O Ministério ressalta, ainda, que não existe qualquer previsão na legislação para a criação de cobranças extras, taxas suplementares ou contribuições adicionais de servidores ativos, aposentados e pensionistas para cobrir eventuais déficits financeiros desses regimes”, disse em nota. Ao todo são 18 entes que fizeram aportes em letras financeiras emitidas pelo Banco Master por meio de RPPS (Regime Próprio de Previdência Social). Somente no Rio de Janeiro, a RPPS responsável pelo pagamento de aposentadorias e pensões aos servidores do estado aplicou quase metade do total de volume de recursos aplicados por estados e municípios no Master. O valor aplicado pelo órgão foi de aproximadamente R$ 960 milhões, em Letras Financeiras emitidas pela instituição entre outubro de 2023 e agosto de 2024, com vencimentos previstos para 2033 e 2034. Veja abaixo a lista completa: Angélica (MS): R$ 2 milhões; Aparecida de Goiânia (GO): R$ 40 milhões; Araras (SP): R$ 29 milhões; Cajamar (SP): R$ 87 milhões; Campo Grande (MS): R$ 1,2 milhão; Congonhas (MG): R$ 14 milhões; Estado do Amapá (AP): R$ 400 milhões; Estado do Amazonas (AM): R$ 50 milhões; Estado do Rio de Janeiro (RJ): R$ 970 milhões; Fátima do Sul (MS): R$ 7 milhões; Itaguaí (RJ): R$ 59,6 milhões; Jateí (MS): R$ 2,5 milhões; Maceió (AL): R$ 97 milhões; Paulista (PE): R$ 3 milhões; Santa Rita D'Oeste (SP): R$ 2 milhões; Santo Antônio de Posse (SP): R$ 7 milhões; São Gabriel do Oeste (MS): R$ 3 milhões; São Roque (SP): R$ 93,15 milhões. Veja a íntegra da nota do Ministério da Previdência: "O Ministério da Previdência Social esclarece que, por determinação da Lei nº 9.717/98, os Estados e Municípios são os responsáveis diretos por garantir o pagamento de aposentadorias e pensões de seus servidores caso os recursos acumulados pelos regimes próprios de previdência sejam insuficientes. Na prática, isso significa que o ente federativo (Estado ou Município) é o garantidor final do sistema, devendo cobrir eventuais faltas financeiras para assegurar que todos os benefícios sejam pagos integralmente. O Ministério ressalta, ainda, que não existe qualquer previsão na legislação para a criação de cobranças extras, taxas suplementares ou contribuições adicionais de servidores ativos, aposentados e pensionistas para cobrir eventuais déficits financeiros desses regimes." Fonte: CNN Brasil

  • Trump afirma que os EUA começarão a “atacar cartéis em terra”

    Anteriormente, o presidente americano havia oferecido assistência à presidente do México para erradicar cartéis do país O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (8) que seu governo começará em breve a tomar medidas contra os cartéis de drogas em terra. A fala de Trump acontece após a operação para capturar o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, para responder por acusações de tráfico de drogas e meses de ataques a navios suspeitos de tráfico de drogas no Caribe e no Pacífico. “Cortamos 97% das drogas que entram por via marítima e agora vamos começar a atacá-las em terra, visando os cartéis”, disse o presidente americano em entrevista à Fox News. “Os cartéis estão controlando o México [...] É muito, muito triste ver o que aconteceu com aquele país”, acrescentou. No início desta semana, Trump disse que perguntou à presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, se ela queria assistência militar dos EUA para erradicar os cartéis de drogas, alertando que “o México precisa se organizar”. Sheinbaum se opôs a esse esforço, dizendo a repórteres na segunda-feira (5), após a operação dos EUA na Venezuela: “Rejeitamos categoricamente a intervenção nos assuntos internos de outros países”. Fonte: CNN Brasil

  • Tarcísio ignora veto de Lula e Ramuth critica presidente: ‘Ignorou projeto democrático’

    De férias nos EUA, o governador de São Paulo publicou apenas um vídeo sobre segurança pública no estado nas redes sociais no dia do veto ao PL da Dosimetria Um dos principais articuladores do projeto de lei da anistia, que depois se tornou da dosimetria, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ainda não se pronunciou sobre o veto do presidente Lula ao texto. De férias nos Estados Unidos e com retorno previsto para a próxima segunda-feira (12), o governador tem mantido constância nas redes sociais mas, no dia do veto, quinta-feira (8), publicou um vídeo sobre segurança pública no Estado. O silêncio, até o momento, tem causado estranhamento em aliados – principalmente na ala mais bolsonarista ligada ao chefe do Executivo paulista. Tarcísio iniciou o ano explorando o tom eleitoral na internet. Depois do esfriamento da anistia, Tarcísio dizia, nos corredores, que a dosimetria era o “avanço possível”, e chegou a elogiar mais de uma vez a aprovação da pauta no Congresso Nacional. Enquanto isso, o governador em Exercício, Felício Ramuth (PSD), voltou a criticar os opositores. À coluna, ele afirmou que o Lula “ignorou por completo um projeto desenhado e discutido de forma democrática pelo Congresso Nacional”. Para Ramuth, o presidente “perdeu a oportunidade de mostrar que poderia ser um estadista” e optou “por agradar sua militância, seus eleitores mais radicais”. Essa é a segunda vez em poucos que o governador em Exercício ataca o governo federal. No inicio da semana, ele chegou a ser processado pelo PT, partido do presidente, depois de chamar a sigla de “narcoafetiva”. Fonte: Jovem Pam

  • Veto ao PL da dosimetria e o futuro da direita

    Resta agora a dúvida se a oposição terá maioria para derrubar o veto Conforme o esperado o presidente Lula aproveitou o evento político do dia 08 de janeiro para vetar o PL da dosimetria. A reação contrária de Lula ao projeto não era nenhuma novidade, até porque ele mesmo anunciou que faria isso. Resta agora a dúvida se a oposição terá maioria para derrubar o veto. Alguns dizem que sim, pois a aprovação do projeto foi rápida, contando inclusive com o apoio de governistas. Entretanto, de lá para cá, muita coisa mudou, principalmente com anúncio da candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência, contrariando os interesses do Centrão com a escolha de Tarcísio. Por outro lado, o lançamento da candidatura do filho de Bolsonaro pode ser entendida como uma espécie de seguro, de garantia, para que o PL da dosimetria passe no Congresso (derrubada do veto) e não tenha resistências no STF, assumindo que ele será judicializado. Caso se concretize essa hipótese, Jair Bolsonaro teria sua pena bem diminuída (entre 2 e 3 anos) e, em troca, Flávio Bolsonaro passaria o bastão da candidatura para Tarcísio de Freitas. Agora, se o veto for mantido, aí certamente o candidato da direita será Flávio Bolsonaro. Fonte: Jovem Pan

  • Guterres lamenta anuncio da Casa Branca de retirada dos EUA de diversas entidades da ONU

    As Nações Unidas têm a responsabilidade de cumprir as suas promessas para aqueles que dependem de nós. Continuaremos a cumprir os nossos mandatos com determinação”, disse O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, lamentou o anúncio da Casa Branca sobre a decisão dos Estados Unidos de se retirarem de diversas entidades das Nações Unidas. Em comunicado, o porta-voz da autoridade, Stéphane Dujarric, disse que “como temos reiteradamente salientado, as contribuições obrigatórias para o orçamento regular e para o orçamento de manutenção da paz das Nações Unidas, aprovadas pela Assembleia Geral, são uma obrigação legal, nos termos da Carta da ONU, para todos os Estados-Membros, incluindo os Estados Unidos”. “Todas as entidades das Nações Unidas continuarão implementando os seus mandatos, conforme definidos pelos Estados-membros. As Nações Unidas têm a responsabilidade de cumprir as suas promessas para aqueles que dependem de nós. Continuaremos a cumprir os nossos mandatos com determinação”, afirmou. Em consonância com a decisão do governo de Donald Trump de se retirar da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), o Departamento do Tesouro dos EUA notificou o Fundo Verde para o Clima (GCF) de que os Estados Unidos estão se retirando do Fundo e renunciando ao seu assento no Conselho do GCF. “Nossa nação não financiará mais organizações radicais como o GCF, cujos objetivos contrariam o fato de que energia acessível e confiável é fundamental para o crescimento econômico e a redução da pobreza”, afirmou o Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent. Fonte: Jovem Pan/Estadão Conteúdo

  • Venezuela está disposta a vender até 50 milhões de barris aos EUA, diz Trump

    Presidente dos EUA afirma que Delcy Rodríguez concordou em repassar grandes volumes de petróleo e que Washington controlará os recursos obtidos com as vendas O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (7) que o governo da Venezuela, agora dirigido pela presidente interina Delcy Rodríguez, está disposto a entregar de 30 milhões a 50 milhões de barris de petróleo que serão vendidos no mercado americano. O mandatário classificou em uma postagem na rede social Truth Social esses barris como “petróleo de alta qualidade e autorizado nos Estados Unidos”. Trump acrescentou que ele será o encarregado de controlar o dinheiro da venda do petróleo no mercado local “para garantir que seja utilizado em benefício do povo venezuelano e dos Estados Unidos”. A decisão do governo dos EUA de assumir o petróleo venezuelano ocorre após a captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro, em uma operação militar em Caracas e arredores que deixou mais de 50 mortos, muitos deles agentes cubanos que faziam a segurança do presidente do país sul-americano. De acordo com Trump, o Departamento de Energia, dirigido pelo secretário Chris Wright, será o responsável por executar o plano de extração do petróleo de forma imediata. Os milhões de barris serão transportados em petroleiros diretamente para docas nos Estados Unidos, ainda segundo o presidente americano, que não concretizou um marco temporal para o repasse do óleo. O anúncio foi feito 24 horas depois de Delcy Rodríguez, vice-presidente de Maduro, assumir o poder na Venezuela de forma provisória como presidente interina. O governo Trump a reconheceu de imediato como sua interlocutora e lhe reivindicou “acesso total” ao petróleo e a outros recursos venezuelanos. A Casa Branca também informou que Delcy está “cooperando”, e a própria presidente interina se mostrou disposta a trabalhar em uma agenda conjunta sem deixar de reivindicar o retorno de Maduro. A Venezuela possui as maiores reservas de petróleo do mundo, mas diversos especialistas apontaram que sua produção está muito abaixo de seu potencial devido a anos de sanções e falta de investimentos. Fonte: Jovem Pam com EFE

  • Detox pós-festas: veja como voltar ao ritmo de forma saudável e gastando pouco

    Nutricionista explica como o corpo realmente se recupera após os exageros de fim de ano e esclarece mitos comuns Datas comemorativas costumam alterar a rotina alimentar e o padrão de consumo, o que gera a sensação de que algo precisa ser “consertado” logo em seguida. Nesse cenário, propostas restritivas ganham espaço, mesmo sem considerar como o funcionamento corporal realmente ocorre. Segundo a nutricionista Kerlin Schmitz, cofundadora da Divina Terra, essa ideia de faxina interna não condiz com a realidade do corpo humano. “O organismo não fica intoxicado […], ele apenas trabalha mais lentamente por causa do excesso. Nosso corpo já possui um sistema natural de desintoxicação que envolve fígado, rins, intestino, pulmões e pele. Ele não precisa de medidas extremas, e sim de apoio para funcionar melhor”, explica a especialista. A seguir, veja como reorganizar hábitos de forma saudável e sem gastos desnecessários abaixo! Escolhas leves que facilitam a desintoxicação natural do corpo A nutricionista reforça que a desintoxicação não vem de um único alimento ou de uma bebida específica, mas sim de um conjunto de escolhas leves que facilitam o processo fisiológico já existente. Segundo ela, funciona: Beber água com regularidade; Priorizar refeições simples e equilibradas; Consumir frutas ricas em água e fibras; Incluir vegetais verdes escuros; Dar preferência a ervas frescas como hortelã, manjericão e salsinha; Apostar em ingredientes como cúrcuma, gengibre e limão, que têm ação antioxidante e anti-inflamatória; Manter horários regulares das refeições; Descansar bem; Reduzir o consumo de ultraprocessados; Evitar álcool nos primeiros dias. Práticas populares que não funcionam Por outro lado, continua sendo mito acreditar que jejuns prolongados, sucos radicais, dietas extremamente restritivas, corte total de carboidratos, laxantes ou diuréticos possam acelerar esse processo. Essas práticas, além de ineficazes, podem agravar o desconforto pós-festas. “O que vemos com frequência é que as pessoas tentam compensar os exageros com punições alimentares. Isso não funciona e ainda traz mais desequilíbrio. Mudanças simples e coerentes por dois ou três dias já são capazes de reorganizar todo o organismo”, reforça Kerlin Schmitz. Sinais do corpo após períodos de excesso Após períodos de exagero, o corpo envia sinais como estufamento, gases, refluxo, intestino mais lento, pele oleosa, irritabilidade e sono prejudicado. Quando esses sintomas continuam por mais de 48 a 72 horas, Kerlin Schmitz orienta ajustar a alimentação, mas sem radicalismos, apenas retomando a rotina natural de forma leve. O processo de recuperação costuma ser rápido e, em poucos dias, a maioria das pessoas já sente o retorno da energia e da digestão equilibrada. Detox eficiente não precisa ser caro A especialista também destaca que um detox eficiente não precisa ser caro. Itens simples, acessíveis e presentes em qualquer mercado fazem toda a diferença. Água, frutas como mamão, maçã e laranja, folhas verdes variadas, chás suaves como camomila, erva-doce e hortelã, limão ou vinagre de maçã usado como tempero e aveia para melhorar o trânsito intestinal formam um “kit detox” econômico e funcional. Segundo ela, investir em produtos extremamente elaborados e caros não é necessário para retomar o equilíbrio. “Desintoxicar é, acima de tudo, apoiar o corpo em seu próprio ritmo. Não é o preço do alimento que determina sua eficácia, mas sim a consistência das escolhas ao longo dos dias”, conclui a nutricionista. Por Gabriela Andrade/Jovem Pam

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