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- Casos e mortes por Coronavírus no Brasil, 8 de julho, segundo consórcio de veículos de imprensa
País soma 67.113 mortes e 1.683.738 infectados pelo vírus que causa a Covid-19. O Brasil tem 67.113 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h desta quarta-feira (8), aponta levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O consórcio divulgou às 8h um balanço parcial que contabilizava 66.887 mortos e 1.674.929 casos confirmados. Veja os dados atualizados às 13h desta quarta-feira (8): · 67.113 mortos · 1.683.738 casos confirmados (Na terça-feira, 7, às 20h, o 30° balanço indicou: 66.868 mortes, 1.312 em 24 horas; e 1.674.655 casos confirmados, 48.584 em 24 horas. Desde então, CE, DF, GO, MG, MS, PE, RN, RR e TO divulgaram novos dados.) · MEMORIAL: rostos e histórias de quem perdeu a vida para a Covid-19 · SINTOMAS: tosse e febre continuam no topo, mas há outros sinais da Covid-19 no corpo · MÁSCARAS: diferenças entre cirúrgica, de pano, N95 e face shield · EXCLUSIVO G1: Veja taxa de ocupação nas UTIs, número de testes e pacientes recuperados da Covid-19 nos estados Consórcio de veículos de imprensa Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite de 4 de junho. Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. No dia 7 de junho, o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Apenas no dia 9 de junho, o ministério voltou a divulgar os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Nesta terça (7), o órgão divulgou um novo balanço. Segundo a pasta, houve 1.254 novos óbitos e 43.305 novos casos, somando 66.741 mortes e 1.668.589 casos desde o começo da pandemia - números menores do que os apurados pelo consórcio. Fonte: G1
- Justiça determina suspensão de decreto que permite reabertura de comércio e escolas no DF
Juiz mandou GDF apresentar estudos científicos que justifiquem flexibilização do isolamento. Decisão é de primeira instância e cabe recurso. O juiz Daniel Eduardo Branco Carnachioni concedeu uma liminar, nesta quarta-feira (8), determinando a suspensão do decreto do governo do Distrito Federal que permitiu a reabertura de academias, salões de beleza, bares e restaurantes e escolas. Na decisão, o magistrado dá prazo de 24 horas para que o GDF publique um novo decreto suspendendo os efeitos do anterior. A medida vale até que "apresente estudos técnicos e científicos de profissionais da área de saúde pública, médicos, sanitaristas ou cientistas, que respaldem as medidas de flexibilização do isolamento e distanciamento social". · Primeiro dia de reabertura de salões de beleza e academias no DF têm fila, aplicação de teste rápido e reforço na limpeza A determinação prevê multa diária de R$ 500 mil e suspensão direta do decreto pela Justiça em caso de descumprimento. Cabe recurso. Acionado pelo G1, o GDF não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem. A medida é resultado de uma ação popular. Como justificativa, o juiz afirma que, no momento, há "ausência de respaldo técnico e científico capaz de justificar a flexibilização acentuada do isolamento e distanciamento social". "Em todos os países do mundo que foram bem sucedidos no controle desta grave pandemia, as únicas medidas eficientes capazes de conter a proliferação do vírus foram o isolamento e o distanciamento social." Atualmente o DF contabiliza 789 óbitos por Covid-19 e 62.867 infectados. Com aumento dos casos, a situação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) tem se agravado. Até o início da manhã desta quarta, a taxa de ocupação da rede privada era de 95,59%. Já nos hospitais públicos, o índice era de 83,33%. 'Aumento exponencial' Nos autos, o juiz também traça um paralelo entre o aumento de infecções na capital e a série de flexibilizações autorizadas pelo governador Ibaneis Rocha (MDB). Somente nas últimas 24 horas, a capital registrou 22 mortes por Covid-19. "Na medida em que o isolamento e o distanciamento social eram flexibilizados por sucessivos decretos, na mesma proporção, os casos aumentaram exponencialmente e o Distrito Federal passou a flertar com uma grave crise sanitária e o risco iminente de colapso no sistema público e privado de saúde". Em relação à economia, a decisão cita ainda que a reabertura total das atividades deve estar pautada em estudos técnicos, científicos e planejamento sanitário. Além disso, ações econômicas, no entendimento do juiz, devem estar associadas às medidas de saúde já que o aumento do número de casos "também poderá comprometer o patrimônio público". Segundo o magistrado, com o avanço da doença, o Distrito Federal terá de realizar "gastos extraordinários" para aumentar o número de leitos de UTIs e, assim, absorver a demanda que certamente virá com as medidas de flexibilização". Reabertura total O decreto que autorizou a reabertura total do comércio e a volta das aulas presenciais em escolas e universidades foi publicado no dia 2 de julho. As atividades estavam suspensas na capital desde 11 de março. Com a medida, as academias e salões de beleza puderam reabrir nesta terça (7). Segundo o decreto, bares e restaurantes estão autorizados a funcionar em 15 de julho. Já as aulas presenciais em escolas e faculdades particulares estavam previstas para 27 de julho e, a partir de 3 de agosto, atividades em escolas e universidades públicas. Fonte: G1
- Barroso manda Governo adotar medidas para evitar morte de Indígenas por Coronavírus.
Entre as cinco ações listadas pelo ministro do STF, governo deve impedir invasões em áreas indígenas e criar plano de enfrentamento à doença específico para o grupo. O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (8) a adoção pelo governo federal de cinco medidas para proteger as comunidades indígenas e evitar a mortalidade pela Covid-19. As medidas fixadas pelo ministro são: · instalar uma Sala de Situação para a gestão de ações de combate à pandemia quanto a povos indígenas em isolamento ou contato recente. Esta espécie de gabinete de crise deve contar com a participação de comunidades indígenas, Procuradoria Geral da República (PGR) e Defensoria Pública da União (DPU). Os membros deverão ser escolhidos no prazo de 72 horas a partir da ciência da decisão, e a primeira reunião virtual deve ocorrer em até 72 horas depois da indicação dos representantes; · no prazo de 10 dias contados a partir da notificação sobre a decisão, o governo deve ouvir a Sala de Situação para elaborar um plano com criação de barreiras sanitárias em terras indígenas; · em 30 dias a partir da notificação sobre a decisão, o governo deve elaborar um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros. O plano deve ser feito com a participação das comunidades indígenas e do Conselho Nacional de Direitos Humanos. Os representantes das comunidades devem ser definidos em 72 horas a partir da ciência da decisão; · estabelecer, no âmbito do Plano de Enfrentamento, medidas de contenção e isolamento de invasores em relação a terras indígenas; · garantir que indígenas em aldeias tenham acesso ao Subsistema Indígena de Saúde, independente da homologação das terras ou reservas indígenas; já os indígenas que não são aldeados também devem acessar o subsistema caso não haja oferta no SUS geral. Os prazos são contados em dias corridos. O ministro concedeu uma liminar (decisão individual) em uma ação apresentada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e por seis partidos: PSB, PSOL, PC do B, Rede, PT, PDT. O grupo afirmou que a taxa de mortalidade pelo coronavírus entre os povos indígenas é de 9,6%. Já na população brasileira em geral é de 5,6%. De acordo com a Apib, o país tem mais de 10 mil indígenas contaminados. Nesta quarta, o presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a lei com medidas de proteção a povos indígenas durante a pandemia do coronavírus. Para justificar os vetos, o Executivo argumentou que o texto criava despesa obrigatória sem demonstrar o “respectivo impacto orçamentário e financeiro", o que seria inconstitucional. Os autores da ação no STF citam que o contágio da doença nas comunidades tradicionais ocorre em grande velocidade, em meio à expansão da pandemia para o interior do país. No último sábado (5), atendendo a um pedido de informações do relator, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou não haver omissão do governo federal na adoção de medidas de enfrentamento à pandemia em comunidades indígenas. O órgão também afirmou que medidas de saúde e segurança estão sendo regularmente desempenhadas pelo poder público. Barroso pediu que o caso seja incluído na pauta de julgamentos de agosto do Supremo já que o tribunal está em recesso. Para o ministro, a população indígena em situação de isolamento ou contato recente estão mais expostos e devem ser protegidos. Segundo o ministro, o Ministério da Defesa informou que foram adotadas barreiras sanitárias fluviais, mas sem um planejamento de proteção desses povos. No entanto, Barroso ressaltou a importância da atuação das Forças Armadas na distribuição de suprimentos aos povos indígenas. “Na atual situação, em que há uma pandemia em curso, os povos em isolamento e de contato recente são os mais expostos ao risco de contágio e de extinção. Isso ocorre em razão das condições de vulnerabilidade imunológica e sociocultural já narradas. Por essa razão e de acordo com diretrizes internacionais da ONU e da Comissão IDH, a medida protetiva mais eficaz a ser tomada em favor de tais povos é assegurar-lhes o isolamento da sociedade envolvente, por meio de barreiras ou cordões sanitários que impeçam – inclusive com o uso da força, se necessário – o acesso de estranhos às suas terras”, escreveu. Barroso negou que a adoção das medidas represente uma interferência da Justiça. Isso porque a Sala de Situação sobre indígenas está prevista em portaria do Ministério da Saúde e da Fundação Nacional do Índio (Funai). O ministro afirmou que atou no caso como “facilitador de decisões e de medidas que idealmente devem envolver diálogos com o poder público e com os povos indígenas, sem se descuidar, contudo, dos princípios da precaução e da prevenção”. Ele cobrou que a União se organize para combater invasões nas reservas, um problema anterior à pandemia. Ao Supremo, os indígenas falam em 20 mil invasores em apenas uma das áreas de risco de conflito armado. Barroso classificou o Plano de Contingência Nacional para Infecção Humana pelo Novo Coronavírus em Povos Indígenas como "vago" e "meras orientações gerais". A formulação das diretrizes não teve participação de comunidades indígenas, o que é indispensável. O ministro destacou ser “inaceitável” a falta de prestação de saúde por meio do Subsistema Indígena de Saúde para povos aldeados em terras não homologadas. “A identidade de um grupo como povo indígena é, em primeiro lugar, uma questão sujeita ao autorreconhecimento pelos membros do próprio grupo. Ela não depende da homologação do direito à terra", afirmou Barroso. Fonte: G1
- Governo de SP autoriza a volta dos jogos de futebol do Campeonato Paulista em 22 de julho
O governador João Doria (PSDB) anunciou na tarde desta quarta-feira (8) que os jogos do Campeonato Paulista serão retomados em 22 de julho. Os estádios devem estar sem torcida e os clubes vão disputar as partidas em cidades que estão na fase amarela da flexibilização. A previsão é que a final do Campeonato Paulista de Futebol ocorra em 8 de agosto. Os jogos estavam suspensos desde o início da pandemia de coronavírus no estado de São Paulo. "O Paulistão foi paralisado faltando seis rodadas. A previsão, e sobre isso falará o presidente da Federação, é que a final seja disputada possivelmente no dia 8 de agosto, sábado, e no dia seguinte, ao que tudo indicado, domingo, dia 9, começa o Campeonato Brasileiro de Futebol", disse Doria. A autorização foi aprovada pelo Centro de Contingência para o Coronavírus, em conjunto com a Federação Paulista de Futebol (FPF). O retorno será gradual e prevê uma série de medidas estabelecidas em protocolo sanitário apresentado ao comitê pela Federação. Dentre eles, testagem com frequência, retomada com trabalho individual, além de higiene e proteção dos atletas. O Campeonato Paulista foi paralisado na décima rodada, em 16 de março e ainda tem 24 jogos a serem disputados em seis datas – duas rodadas do fim da primeira fase, quartas de final, semifinal e dois jogos das finais. “Em nenhum momento faltou atenção, faltou diálogo e faltou harmonia entre os clubes de São Paulo e as autoridades do estado e as autoridades municipais. O futebol de São Paulo vai continuar poupando vidas cumprindo rigorosamente os protocolos apresentados”, afirmou Reinaldo Bastos, presidente da Federação Paulista. Aildo Ferreira, secretário de Esportes do estado, fez um apelo aos torcedores dos times para que não façam aglomeração nas proximidades dos estados onde serão disputados os jogos. “Não vá a um estádio onde esteja acontecendo uma partida, não coloque em risco o Campeonato paulista, não há necessidade, não tem o que fazer lá”, pediu. De acordo com o GloboEsporte.com, o protocolo elaborado pela Federação Paulista para o retorno dos jogos do Campeonato Paulista inclui, entre outras medidas, o confinamento das 16 equipes participantes do torneio e a divisão dos estádios em "zonas", de acordo com a permissão de acesso. Se algum jogador, membro da comissão técnica ou funcionário testar positivo para Covid-19, o protocolo será o mesmo aprovado pela FPF para a volta aos treinos, no mês passado. As medidas incluem o isolamento imediato do indivíduo infectado, a análise prévia de quem teve contato com ele e exames em quem teve contato direto por mais de cinco minutos. Fonte: G1
- Presidente do Fluminense detona Ferj e TJD por direitos de jogo contra o Flamengo.
Em texto publico nas suas redes sociais, o presidente Mario Bittencourt afirmou os dois órgãos que estão tentando roubar os direitos de transmissão do Fluminense, criando assim o 'GatoFerj' (em muitos locais do Brasil o termo relacionado ao animal felino significa furto). Caso o Tricolor não transmita a decisão, o presidente deixa claro que vai brigar na Justiça. "O Fluminense ganha o sorteio de mandante realizado na sede da FERJ, sorteio este auditado na hora pelo Presidente do TJD. O Fluminense então, de forma honesta, faz consulta à TV Globo sobre se poderia realizar a transmissão pela Flu TV, já que a emissora não possui interesse em transmitir o jogo, apesar de já ter pago por ele como mera liberalidade", afirmou Mario, que completou: "No intervalo entre o pedido do Fluminense e a resposta da Globo, o Flamengo, através de se Presidente, procura o Fluminense e pede autorização para transmissão na Fla TV, ou seja, o Flamengo, ao procurar para solicitar a transmissão, reconhece expressamente que o direito e do Fluminense. O Fluminense não atende o pedido do Flamengo, por que a Globo já pagou por esta transmissão e o clube entende que a transmissão não deve ser comercializada, mas informa que, para o bem do futebol, a transmissão será aberta e que todos os torcedores do País, inclusive os do Flamengo, poderão ver o jogo pela Flu TV de forma gratuita", disse o presidente, que finalizou: "Se a negativa do Presidente do TJD for mantida, não será feito mais do que o óbvio, posto que a medida ajuizada e sorrateira, vergonhosa, teratológica e ilegal. Completamente ilegal. Se for revertida, ficará clara a covardia e o vilipêndio ao direito do Fluminense, bem como será desmascarado todo o sistema que há anos vem dizimando o futebol do Rio de Janeiro. Em seguida, vamos à Justiça Comum buscar indenização e reparação financeira pelos prejuízos causados ao Fluminense em razão do furto de seu direito de transmitir de forma exclusiva em sua plataforma digital FLu TV", concluiu. Fonte: Fox Sports
- Hotéis e restaurantes de Arraial d´Ajuda reabrem a partir de 15/07
Maioria das pousadas, restaurantes e barracas de praia volta a operar em 15 de julho, seguindo rígidos protocolos de higiene e saúde Reunidos em torno do grupo “Reabertura do Arraial Consciente”, cerca de 100 empresários de Arraial d´Ajuda, no litoral sul de Porto Seguro criaram um sistema que prevê a reabertura gradativa dos principais empreendimentos do charmoso vilarejo, a partir de 15 de julho. O grupo reúne proprietários de hotéis, pousadas, barracas de praia, bares, restaurantes, boate, agências de viagens e outros empreendimentos localizados à beira mar, no Centro, e na Rua do Mucugê - que concentra o burburinho do lugar em épocas de alta temporada. Para isso foi criado um calendário, prevendo as datas em que cada empreendimento voltará a operar. “Através da diretoria da ABIH - Litoral Sul, conseguimos mobilizar o trade em torno dessa ação conjunta de reabertura, para que o turista chegue em Arraial d´Ajuda e tenha a sensação de alegria de sempre e continue desfrutando de toda a receptividade, charme e diversidade de sabores que esse destino tão peculiar oferece, , com toda a segurança e cuidados com a saúde”, afirma Oliver Abade, diretor da ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – Extremo Sul da Bahia). Ele explica que os hotéis e pousadas trabalharão com baixas taxas ocupação e com as devidas precauções, a fim de evitar contaminações cruzadas dentro do ambiente hoteleiro. “A segurança sanitária em relação à pandemia tem tido destaque especial na pauta da nossa entidade. E a aplicação do Protocolo Municipal de Saúde para prevenção da Covid - 19 é uma das medidas que considero de grande importância, pois garantirá ao mercado que nosso destino está preparado para essa nova realidade e tem estrutura médico-hospitalar compatível com a grandeza de seu nome”, salienta. Visão e profissionalismo A empresária Leo Faria, proprietária de uma barraca na Praia da Pitinga aposta no profissionalismo dos empresários para surpreender os visitantes. “A preocupação em buscar sempre o aprimoramento da gestão e uma atenção enorme na qualidade do atendimento - com acolhimento, respeito e atenção ao perfil do cliente - é um traço forte dos empresários de barracas de praia e restaurantes de Arraial”, observa. Com base nisso, ela acredita que todos vão procurar cumprir as exigências sanitárias, “com muito critério e oferecendo toda a segurança aos clientes”. Para Juliana Melillo, uma das coordenadoras do Acordo Mucugê, que reúne 130 empresas de Arraial d´Ajuda, o momento mistura sensações de ansiedade e felicidade. “Essa proposta de reabertura deu um norte para todos nós. Temos que dar esse start, com muita consciência e corresponsabiliade”, avalia. “Todo o cuidado é pouco e nesse momento poderemos escolher os turistas que assim como nós, estão comprometidos com o charme, com a preservação da natureza, com valores diferenciados”, afirma a empresária. Ela destaca que o momento é oportuno para mostrar que além das praias, o Arraial d´Ajuda possui história, trilhas, fazendas, aldeias e outros atrativos naturais. “Aqui o turist a n&atil de;o precisa se aglomerar. Temos muitas atrações ao ar livre e nesse sentido o Arraial d´Ajuda é muito beneficiado”, resume. Fonte: Via 41
- ITAMARAJU | Grupo solidário realiza doação de sabão em bairro
Uma nova causa solidaria surgiu no município itamarajuense e vem fazendo a diferença através de ações em prol da população carente, identificados como Rede do Bem – Itamaraju, a causa promoveu uma ação no final de semana. A Rede do Bem é um coletivo formado por cidadãos e cidadãs que tem em comum a vontade de contribuir para a diminuição das desigualdades sociais existentes no município de Itamaraju – BA. Os (as) integrantes da Rede ocupam diferentes espaços dentro da comunidade e se uniram a fim de transformar esse desejo de ajudar em práticas consistentes na vida daqueles (as) menos assistidos (as). A ação aconteceu na tarde de sábado 04 de julho de 2020 no Bairro Bela Vista nas imediações do Residencial Vista Bela, onde através do Projeto Espuma Feliz a causa social realizou a distribuição de 300 litros de sabão liquido. O Projeto Espuma Feliz, é uma ação do Rede do Bem, idealizado pela enfermeira Marilene Rodrigues, moradora do Residencial Vista Bela/Bairro Bela Vista, com finalidade de garantir à conservação da natureza com os objetivos de promover os 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), harmonizando a atividade humana com a conservação da vida em sociedade e promovendo o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos. O projeto transmite a mensagem da reutilização do óleo de cozinha usado, que anteriormente o produto era descartado de forma incorreta causando grandes impactos ao meio ambiente. O material arrecadado é transformado em sabão liquido e distribuído para famílias carentes da comunidade. O óleo pode ser transformado em diversos produtos de limpeza ecologicamente corretos, totalmente biodegradáveis, com custos de produção baratos e acessíveis, trazendo economia e praticidade, preservando os recursos hídricos da poluição gerada pelo óleo de cozinha usado. Nos próximos dias outras ações serão realizadas ofertando a outras comunidades, proporcionando solidariedade. Fonte: Itamaraju
- Simões Filho registra 1001 casos da Covid-19
Simões Filho registra 1001 casos da Covid-19, de acordo com o Boletim Epidemiológico divulgado nesta terça-feira (7). O poder público municipal segue desenvolvendo ações de combate ao vírus e alertando a população acerca da importância do isolamento social, assim como demais medidas preventivas. Até o momento, 2.172 (dois mil cento e setenta e dois) casos suspeitos foram investigados e descartados, 16 (dezesseis) aguardam resultado do exame. 455 (quatrocentos e cinquenta e cinco) dos 1001 (mil e um) casos confirmados já estão recuperados da doença e 36 (trinta e seis) vieram a óbito. Os últimos casos confirmados foram: Simões Filho 1: 1 masculino (internamento); Centro: 1 masculino (isolamento domiciliar) e 1 feminino (recuperado); Cia 2: 1 feminino (isolamento domiciliar) e 1 masculino (recuperado); Ponto Parada: 2 masculinos (um veio a óbito e o outro está em isolamento domiciliar); Cristo Rei: 1 feminino (isolamento domiciliar); Estrada de Candeias: 1 feminino (isolamento domiciliar); Cia 1: 1 feminino e 1 masculino (isolamento domiciliar); KM 30: 1 feminino (isolamento domiciliar); Parque Continental: 1 feminino (isolamento domiciliar). O registro do óbito deste boletim trata-se de paciente do sexo masculino, 74 anos de idade, diabético. O munícipe era residente do Ponto Parada, veio a óbito no dia 25 de junho e seu caso foi confirmado após investigação. A Vigilância Epidemiológica segue monitorando os casos e os possíveis contatos dos pacientes. A cidade vem intensificando as medidas de prevenção ao Coronavírus. Testes rápidos estão ajudando nos trabalhos de diagnóstico e as atividades de promoção à vida seguem acontecendo. Além disso, a Unidade de Enfrentamento ao Coronavírus permanece em funcionamento e o toque de recolher tem seguimento até o dia 12 de julho. Fonte: Simões Filho
- Francisqueto tem contas de 2018 aprovadas pelo TCM.
O Tribunal de Contas dos Municípios, aprovou em sessão nesta quarta-feira (08), a revisão das contas da Prefeitura Municipal de Itabela referentes ao exercício do ano de 2018, da gestão do atual prefeito - Luciano Francisqueto. Ao JNHOJE, Francisqueto disse que ficou feliz com a notícia, e que esta é uma de várias etapas do reconhecimento do trabalho desenvolvido no município. Fico muito feliz, por mais esta conquista, e dizer para toda a população que estamos todos empenhados em proporcionar um novo tempo para nosso município e nossa gente. Antônio Pitanga, disse que a aprovação das contas é um reflexo de um bom entendimento do grande aumento das demandas no município e o reconhecimento do próprio Ministério Público, retirando também as determinações sobre irregularidades. "O relator acatou os argumentos do município, com isto as contas estão aprovadas." Luciano Francisqueto, vem desenvolvendo expressivas mudanças no município com o impacto de grandiosas obras, elevando os índices de confiabilidade. Fonte: JN Hoje
- Juazeiro ultrapassa mil casos confirmados de Covid-19
O município de Juazeiro, na região norte da Bahia, ultrapassou a marca de mil casos confirmados de coronavírus, segundo o boletim divulgado pela Prefeitura na noite de terça-feira (8). Ao todo, Juazeiro contabiliza 1.038 casos. Destes, 34 foram a óbito e 317 se recuperaram clinicamente. Já 664 pacientes estão em isolamento domiciliar, enquanto 23 se encontram internados. Para tentar frear a proliferação da Covid-19, a Prefeitura de Juazeiro prorrogou as medidas restritivas. O fechamento do comércio não essencial e o toque de recolher ficarão em vigor até o dia 19 de julho. Além disso, o município intensificou a testagem rápida nas residências. “Infelizmente ainda não podemos abaixar a guarda relaxando o distanciamento social, pois os números de novos casos são frequentes e já passamos de 30 mortes. Precisamos manter a rede hospitalar sob controle para que a mesma não entre em colapso e assim garantirmos o atendimento dos casos graves. Estamos trabalhando incansavelmente conseguindo ampliar os leitos, porém é muito importante a colaboração de todos no cumprimento dos protocolos sanitários e das medidas restritivas”, disse Paulo Bomfim (PT), prefeito de Juazeiro. Fonte: Bahia Notícias
- Presidente Jair Bolsonaro testa positivo para covid-19
Resultado do exame realizado ontem saiu nesta terça-feira O presidente Jair Bolsonaro informou hoje (7) que testou positivo para o novo coronavírus (covid-19). O resultado do exame realizado ontem (6) saiu nesta terça-feira por volta das 11h. Bolsonaro disse que, depois de um mal-estar, já sente que está bem. Ele informou ainda que está adotando o tratamento com hidroxicloroquina e azitromicina. Bolsonaro contou que os sintomas tiveram início no domingo (5). "Começou no domingo com uma certa indisposição e se agravou durante a segunda-feira com mal-estar, cansaço, um pouco de dor muscular e a febre no final da tarde chegou a bater 38 graus”, disse em entrevista transmitida pela TV Brasil e outras emissoras. Com o médico da Presidência apontando para possibilidade de contaminação por covid-19, Bolsonaro passou por uma tomografia no Hospital da Forças Armadas, em Brasília, e, segundo ele, os pulmões estavam limpos. “Mas, dados os sintomas, a equipe médica resolveu aplicar a hidroxicloroquina. Eu tomei ontem por volta das 17h o primeiro comprimido. Também a azitromicina, todo aquele composto foi ministrado e confesso, como acordo muito durante a noite, depois da meia-noite consegui sentir alguma melhora. Às 5h, tomei a segunda dose e confesso a vocês que estou perfeitamente bem”, disse. Para ele, o pronto atendimento médico e a forma como administraram essas medicações levaram à rápida melhora. “Reforço aqui o que os médicos têm dito, que [com] a hidroxicloroquina na fase inicial a chance de sucesso chega a quase 100%”, disse. Bolsonaro sempre defendeu esse protocolo, do uso de hidroxicloroquina na fase inicial de sintomas. Assim como essa droga, outros medicamentos vem sendo testados, mas ainda não há remédio ou vacina com eficácia comprovada contra a covid-19. O presidente cancelou as viagens previstas para a Bahia e Minas Gerais nesta semana. Nos próximos dias, Bolsonaro vai despachar por videoconferência e, em caso de necessidade, pessoalmente do Palácio da Alvorada, sua residência oficial. Segundo o presidente, ele deve repetir o exame na semana que vem. “As medidas protocolares que estou tomando é para evitar contaminação a terceiros, isso cabe a todo cidadão brasileiro, seja cidadão comum ou o presidente da República”, disse. Bolsonaro disse ainda que imagina que já tivesse contraído a doença, sem manifestar sintomas, “em vista da minha atividade muito dinâmica perante a população”. Nos últimos meses, o presidente compareceu a manifestações de apoio a seu governo, andou pelo comércio da capital federal e cumprimentou apoiadores. “Tendo em vista esse meu contato bastante intenso nos últimos meses, eu achava até que tivesse contraído e não percebido, como a maioria da população brasileiro contrai o vírus e não percebe problema nenhum”, disse. “As pessoas abaixo de 40 anos, a não ser que tenha problema de saúde, a chance é quase zero a sofrer, ter consequência maior da contaminação”, completou. O presidente voltou a defender que apenas idosos e pessoas com comorbidades devem se submeter ao isolamento social. Para ele, as atividades no país devem ser retomadas. “A vida continua, o Brasil precisa produzir, você tem que colocar a economia para rodar. A vida, eu sei que ninguém recupera, mas a economia não funcionando leva a outras causas de mortes e óbitos no Brasil”, disse, citando problemas como depressão e suicídios. A Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) também divulgou nota sobre o resultado do exame do presidente. “O resultado do teste de covid-19 feito pelo presidente Jair Bolsonaro na noite dessa segunda-feira, 6, e disponibilizado na manhã de hoje, 7, apresentou diagnóstico positivo. O presidente mantém bom estado de saúde e está, nesse momento, no Palácio da Alvorada", diz o texto. Novo ministro Na entrevista, Bolsonaro também falou sobre a escolha do novo ministro da Educação. Segundo ele, há excelentes currículos sobre a mesa, mas quando os cotados “veem o problema, alguns declinam outros pedem tempo para pensar”. “Ninguém quer chegar lá dando murro em ponta de faca, mas uma grande realidade que devemos ter na cabeça é que [a educação] não está dando certo”, disse Bolsonaro. O cargo está vago desde 18 de junho, quando Abraham Weintraub anunciou a sua saída. O presidente chegou a nomear Carlos Decotelli, mas a posse não se concretizou. De acordo com Bolsonaro, um dos nomes cotados é o do líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO). “Seria uma pessoa excepcional, mas vão cair em cima dele por ser major do Exército, acham que tem militar demais no governo”, disse. Ao enaltecer a capacidade do deputado para a área da educação, Bolsonaro citou o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, que é general do Exército. “Como criticam o Pazuello por não ser médico, mas é excelente como gestor na saúde. Precisava de alguém com esse perfil lá”, disse, explicando que o general está completando três meses como ministro interino, mas “não vai ficar para sempre”. Fonte: Agência Brasil
- Bolsonaro sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego
Medida prevê suspensão de contratos e redução de jornada e salários O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (6) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações. O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador, para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas. Esse benefício pago pelo governo é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja, o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro desemprego ao qual teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês. Mudança Em sua versão original, a MP 936 previa que o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até 60 dias. Já a redução salarial não poderia ser superior a 90 dias. Na Câmara dos Deputados, foi aprovada a permissão para que esses prazos sejam prorrogados por um decreto presidencial enquanto durar o estado de calamidade pública, alteração mantida pelos senadores. A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, salários acima de R$ 12.202,12. Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos. Fonte: Agência Brasil













