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  • Junho registra mais de 653 mil pedidos de seguro-desemprego

    Resultado representa queda de 32% na comparação com maio Os pedidos de seguro-desemprego chegaram a 653.160 em junho, informou hoje (9) o Ministério da Economia. O resultado representa uma queda de 32% na comparação com maio, em que foram contabilizados 960.309 requerimentos, havendo, portanto, uma diferença de 307.149. Na comparação com junho de 2019, com 508.886 pedidos, houve aumento de 28,4%. Do total de pedidos de junho, 443.492 (67,9%) foram realizados via web, seja por meio do portal gov.br ou por meio da Carteira de Trabalho Digital. Os três estados com maior número de requerimentos foram São Paulo, com 199.066 pedidos; Minas Gerais, com 70.333, e Rio de Janeiro com 52.163 requerimentos. Quanto ao perfil dos solicitantes, 39,6% são mulheres e 60,4% homens. A faixa etária que concentrava a maior proporção de requerentes é de 30 anos a 39 anos de idade, com 32,1% dos pedidos. Em termos de escolaridade, 59,9% têm ensino médio completo. Em relação aos setores econômicos, os pedidos estiveram distribuídos entre serviços (41,7%), comércio (25,4%), indústria (18,7%), construção (10,1%) e agropecuária (4,1%). Resultado acumulado No acumulado de janeiro a junho, foram contabilizados 3.950.606 pedidos de seguro-desemprego. O número representa aumento de 14,8% em comparação com o acumulado no mesmo período de 2019, de 3.442.780 pedidos. Do total de requerimentos em 2020, 53,1%, o equivalente a 2.096.532, foram realizados pela internet, seja por meio do portal gov.br ou pela Carteira de Trabalho Digital. No mesmo período de 2019, apenas 1,4% dos pedidos (49.752) foram realizados via internet. Atendimento Segundo o Ministério da Economia, as Superintendências Regionais do Trabalho do Governo Federal ampliaram os esforços para garantir o atendimento não presencial aos cidadãos durante o período da pandemia da covid-19. Foram disponibilizados canais adicionais de atendimento remoto. Para dúvidas e esclarecimentos, o empregado pode acionar as superintendências por meio de formulário online. Fonte: Agência Brasil

  • Câmara aprova medidas de assistência social durante pandemia

    O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (8) projeto de lei que autoriza estados, Distrito Federal e municípios a usarem o saldo remanescente dos fundos de assistência social. O texto prevê a suspensão por 120 dias, a contar de 1º de março, a obrigatoriedade do cumprimento das metas pactuadas no Sistema Único de Assistência Social (Suas) pela União com os entes federados. A matéria segue para sanção presidencial. Os recursos poderão ser usados em ações de assistência social e para atendimento a crianças e adolescentes, idosos, mulheres vítimas de violência, população indígena e quilombola, pessoas com deficiência e pessoas de extrema vulnerabilidade atingidas pelo estado de calamidade pública. O saldo também poderá ser utilizado para ampliar o cadastro social representado pelo Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). O projeto inclui uma série de ações para assistir à população de rua. Ao tramitar no Senado, parlamentares estenderam a validade dessas regras para a situação de emergência decorrente da covid-19 e para quaisquer outros estados de calamidade pública. Antes, o projeto só valia para o estado de calamidade provocado pelo novo coronavírus, agora também vale para outras situações emergenciais reconhecidas pelo Congresso Nacional. Pelo texto, a população em situação de rua deve ter acesso à alimentação adequada, especialmente a restaurantes populares, com as adequações necessárias para evitar contaminação por agentes infecciosos e aglomerações. Além do acesso a abrigos e comida, a população em situação de rua terá ainda garantia de acompanhamento psicossocial e a disponibilização de água potável, acesso a banheiros públicos e outras medidas para assegurar a higiene pessoal. Fonte: Agência Brasil

  • Partidos políticos devem respeitar cotas femininas em eleições municipais, pede MP-BA

    O Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio dos promotores de Justiça Gustavo Pereira Silva e Anna Karina Senna, recomendou aos diretórios municipais dos partidos políticos dos municípios de Seabra, Ibitiara, Novo Horizonte e Catu, que observem o preenchimento de no mínimo 30% e o máximo de 70% para as candidaturas de cada sexo, mantendo as proporções originárias durante todo o processo eleitoral. Além disso, os promotores de Justiça, que têm atribuição na área eleitoral, pediram que os partidos ofereçam meios materiais para a realização de campanhas pelas candidatas do sexo feminino, cumprindo formalmente e materialmente a ação afirmativa prevista na Lei eleitoral nº 9.504/97. O promotor de Justiça Gustavo Pereira afirma que, de acordo com a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de março de 2018, a expressão “cada sexo” mencionada no artigo 10 da Lei 9.504/97 “deve ser entendida por cota de gênero, e não ao sexo biológico, de forma que tantos homens como as mulheres transexuais e travestis podem ser contabilizadas nas cotas de candidaturas masculina ou feminina". Fonte: Bahia Notícias

  • Azul Linhas Aéreas volta a operar em Ilhéus e Vitória da Conquista em agosto.

    As cidades de Vitória da Conquista e Ilhéus vão voltar a receber voos da Azul Linhas Aéreas em agosto. A companhia já havia anunciado a retomada em Porto Seguro no dia 21 deste mês. A partir de 3 de agosto, Vitória da Conquista terá voos diretos para Campinas (SP), às segundas, quartas, sextas e domingos. Ilhéus contará com frequências para Belo Horizonte (MG), às terças, quintas, sextas e sábados, a partir de 18 de agosto. De acordo com o plano de retomada da companhia aérea, as bases de Dourados (MS), Presidente Prudente (SP), Campina Grande (PB) e Governador Valadares (MG) serão reabertas no dia 3, Juiz de Fora (MG) volta no dia 17 e Joinville (SC), em 18 de agosto. Essas operações serão cumpridas com aeronaves modelo Embraer E1, com capacidade para até 118 clientes. “Para o próximo mês, voltaremos a conectar importantes cidades do interior de estados brasileiros, reforçando a vocação regional da Azul e a nossa conectividade, que amplia as opções de voos e destinos para nossos clientes. Recompondo parte da oferta, nossa malha crescerá 290% em agosto em comparação com abril, nos permitindo atender as pessoas que precisam continuar se deslocando pelos mais diversos motivos. O transporte aéreo é fundamental para contribuir com a retomada da economia e servir um país de dimensões continentais como o Brasil”, afirmou Abhi Shah, vice-presidente de Receitas da Azul. Fonte: JN Hoje

  • Casos e mortes por Coronavírus no Brasil, 8 de julho, segundo consórcio de veículos de imprensa

    País soma 67.113 mortes e 1.683.738 infectados pelo vírus que causa a Covid-19. O Brasil tem 67.113 mortes por coronavírus confirmadas até as 13h desta quarta-feira (8), aponta levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O consórcio divulgou às 8h um balanço parcial que contabilizava 66.887 mortos e 1.674.929 casos confirmados. Veja os dados atualizados às 13h desta quarta-feira (8): · 67.113 mortos · 1.683.738 casos confirmados (Na terça-feira, 7, às 20h, o 30° balanço indicou: 66.868 mortes, 1.312 em 24 horas; e 1.674.655 casos confirmados, 48.584 em 24 horas. Desde então, CE, DF, GO, MG, MS, PE, RN, RR e TO divulgaram novos dados.) · MEMORIAL: rostos e histórias de quem perdeu a vida para a Covid-19 · SINTOMAS: tosse e febre continuam no topo, mas há outros sinais da Covid-19 no corpo · MÁSCARAS: diferenças entre cirúrgica, de pano, N95 e face shield · EXCLUSIVO G1: Veja taxa de ocupação nas UTIs, número de testes e pacientes recuperados da Covid-19 nos estados Consórcio de veículos de imprensa Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. O objetivo é que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus. A parceria entre os veículos de comunicação foi feita em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia da Covid-19. Personalidades do mundo político e jurídico, juntamente com entidades representativas de profissionais e da imprensa, elogiaram a iniciativa. Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram por alguns dias a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificultou ou inviabilizou a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança. A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite de 4 de junho. Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação. Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica. No dia 7 de junho, o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas. Apenas no dia 9 de junho, o ministério voltou a divulgar os dados completos, obedecendo a ordem do STF. Nesta terça (7), o órgão divulgou um novo balanço. Segundo a pasta, houve 1.254 novos óbitos e 43.305 novos casos, somando 66.741 mortes e 1.668.589 casos desde o começo da pandemia - números menores do que os apurados pelo consórcio. Fonte: G1

  • Justiça determina suspensão de decreto que permite reabertura de comércio e escolas no DF

    Juiz mandou GDF apresentar estudos científicos que justifiquem flexibilização do isolamento. Decisão é de primeira instância e cabe recurso. O juiz Daniel Eduardo Branco Carnachioni concedeu uma liminar, nesta quarta-feira (8), determinando a suspensão do decreto do governo do Distrito Federal que permitiu a reabertura de academias, salões de beleza, bares e restaurantes e escolas. Na decisão, o magistrado dá prazo de 24 horas para que o GDF publique um novo decreto suspendendo os efeitos do anterior. A medida vale até que "apresente estudos técnicos e científicos de profissionais da área de saúde pública, médicos, sanitaristas ou cientistas, que respaldem as medidas de flexibilização do isolamento e distanciamento social". · Primeiro dia de reabertura de salões de beleza e academias no DF têm fila, aplicação de teste rápido e reforço na limpeza A determinação prevê multa diária de R$ 500 mil e suspensão direta do decreto pela Justiça em caso de descumprimento. Cabe recurso. Acionado pelo G1, o GDF não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem. A medida é resultado de uma ação popular. Como justificativa, o juiz afirma que, no momento, há "ausência de respaldo técnico e científico capaz de justificar a flexibilização acentuada do isolamento e distanciamento social". "Em todos os países do mundo que foram bem sucedidos no controle desta grave pandemia, as únicas medidas eficientes capazes de conter a proliferação do vírus foram o isolamento e o distanciamento social." Atualmente o DF contabiliza 789 óbitos por Covid-19 e 62.867 infectados. Com aumento dos casos, a situação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) tem se agravado. Até o início da manhã desta quarta, a taxa de ocupação da rede privada era de 95,59%. Já nos hospitais públicos, o índice era de 83,33%. 'Aumento exponencial' Nos autos, o juiz também traça um paralelo entre o aumento de infecções na capital e a série de flexibilizações autorizadas pelo governador Ibaneis Rocha (MDB). Somente nas últimas 24 horas, a capital registrou 22 mortes por Covid-19. "Na medida em que o isolamento e o distanciamento social eram flexibilizados por sucessivos decretos, na mesma proporção, os casos aumentaram exponencialmente e o Distrito Federal passou a flertar com uma grave crise sanitária e o risco iminente de colapso no sistema público e privado de saúde". Em relação à economia, a decisão cita ainda que a reabertura total das atividades deve estar pautada em estudos técnicos, científicos e planejamento sanitário. Além disso, ações econômicas, no entendimento do juiz, devem estar associadas às medidas de saúde já que o aumento do número de casos "também poderá comprometer o patrimônio público". Segundo o magistrado, com o avanço da doença, o Distrito Federal terá de realizar "gastos extraordinários" para aumentar o número de leitos de UTIs e, assim, absorver a demanda que certamente virá com as medidas de flexibilização". Reabertura total O decreto que autorizou a reabertura total do comércio e a volta das aulas presenciais em escolas e universidades foi publicado no dia 2 de julho. As atividades estavam suspensas na capital desde 11 de março. Com a medida, as academias e salões de beleza puderam reabrir nesta terça (7). Segundo o decreto, bares e restaurantes estão autorizados a funcionar em 15 de julho. Já as aulas presenciais em escolas e faculdades particulares estavam previstas para 27 de julho e, a partir de 3 de agosto, atividades em escolas e universidades públicas. Fonte: G1

  • Barroso manda Governo adotar medidas para evitar morte de Indígenas por Coronavírus.

    Entre as cinco ações listadas pelo ministro do STF, governo deve impedir invasões em áreas indígenas e criar plano de enfrentamento à doença específico para o grupo. O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (8) a adoção pelo governo federal de cinco medidas para proteger as comunidades indígenas e evitar a mortalidade pela Covid-19. As medidas fixadas pelo ministro são: · instalar uma Sala de Situação para a gestão de ações de combate à pandemia quanto a povos indígenas em isolamento ou contato recente. Esta espécie de gabinete de crise deve contar com a participação de comunidades indígenas, Procuradoria Geral da República (PGR) e Defensoria Pública da União (DPU). Os membros deverão ser escolhidos no prazo de 72 horas a partir da ciência da decisão, e a primeira reunião virtual deve ocorrer em até 72 horas depois da indicação dos representantes; · no prazo de 10 dias contados a partir da notificação sobre a decisão, o governo deve ouvir a Sala de Situação para elaborar um plano com criação de barreiras sanitárias em terras indígenas; · em 30 dias a partir da notificação sobre a decisão, o governo deve elaborar um Plano de Enfrentamento da Covid-19 para os Povos Indígenas Brasileiros. O plano deve ser feito com a participação das comunidades indígenas e do Conselho Nacional de Direitos Humanos. Os representantes das comunidades devem ser definidos em 72 horas a partir da ciência da decisão; · estabelecer, no âmbito do Plano de Enfrentamento, medidas de contenção e isolamento de invasores em relação a terras indígenas; · garantir que indígenas em aldeias tenham acesso ao Subsistema Indígena de Saúde, independente da homologação das terras ou reservas indígenas; já os indígenas que não são aldeados também devem acessar o subsistema caso não haja oferta no SUS geral. Os prazos são contados em dias corridos. O ministro concedeu uma liminar (decisão individual) em uma ação apresentada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e por seis partidos: PSB, PSOL, PC do B, Rede, PT, PDT. O grupo afirmou que a taxa de mortalidade pelo coronavírus entre os povos indígenas é de 9,6%. Já na população brasileira em geral é de 5,6%. De acordo com a Apib, o país tem mais de 10 mil indígenas contaminados. Nesta quarta, o presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a lei com medidas de proteção a povos indígenas durante a pandemia do coronavírus. Para justificar os vetos, o Executivo argumentou que o texto criava despesa obrigatória sem demonstrar o “respectivo impacto orçamentário e financeiro", o que seria inconstitucional. Os autores da ação no STF citam que o contágio da doença nas comunidades tradicionais ocorre em grande velocidade, em meio à expansão da pandemia para o interior do país. No último sábado (5), atendendo a um pedido de informações do relator, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou não haver omissão do governo federal na adoção de medidas de enfrentamento à pandemia em comunidades indígenas. O órgão também afirmou que medidas de saúde e segurança estão sendo regularmente desempenhadas pelo poder público. Barroso pediu que o caso seja incluído na pauta de julgamentos de agosto do Supremo já que o tribunal está em recesso. Para o ministro, a população indígena em situação de isolamento ou contato recente estão mais expostos e devem ser protegidos. Segundo o ministro, o Ministério da Defesa informou que foram adotadas barreiras sanitárias fluviais, mas sem um planejamento de proteção desses povos. No entanto, Barroso ressaltou a importância da atuação das Forças Armadas na distribuição de suprimentos aos povos indígenas. “Na atual situação, em que há uma pandemia em curso, os povos em isolamento e de contato recente são os mais expostos ao risco de contágio e de extinção. Isso ocorre em razão das condições de vulnerabilidade imunológica e sociocultural já narradas. Por essa razão e de acordo com diretrizes internacionais da ONU e da Comissão IDH, a medida protetiva mais eficaz a ser tomada em favor de tais povos é assegurar-lhes o isolamento da sociedade envolvente, por meio de barreiras ou cordões sanitários que impeçam – inclusive com o uso da força, se necessário – o acesso de estranhos às suas terras”, escreveu. Barroso negou que a adoção das medidas represente uma interferência da Justiça. Isso porque a Sala de Situação sobre indígenas está prevista em portaria do Ministério da Saúde e da Fundação Nacional do Índio (Funai). O ministro afirmou que atou no caso como “facilitador de decisões e de medidas que idealmente devem envolver diálogos com o poder público e com os povos indígenas, sem se descuidar, contudo, dos princípios da precaução e da prevenção”. Ele cobrou que a União se organize para combater invasões nas reservas, um problema anterior à pandemia. Ao Supremo, os indígenas falam em 20 mil invasores em apenas uma das áreas de risco de conflito armado. Barroso classificou o Plano de Contingência Nacional para Infecção Humana pelo Novo Coronavírus em Povos Indígenas como "vago" e "meras orientações gerais". A formulação das diretrizes não teve participação de comunidades indígenas, o que é indispensável. O ministro destacou ser “inaceitável” a falta de prestação de saúde por meio do Subsistema Indígena de Saúde para povos aldeados em terras não homologadas. “A identidade de um grupo como povo indígena é, em primeiro lugar, uma questão sujeita ao autorreconhecimento pelos membros do próprio grupo. Ela não depende da homologação do direito à terra", afirmou Barroso. Fonte: G1

  • Governo de SP autoriza a volta dos jogos de futebol do Campeonato Paulista em 22 de julho

    O governador João Doria (PSDB) anunciou na tarde desta quarta-feira (8) que os jogos do Campeonato Paulista serão retomados em 22 de julho. Os estádios devem estar sem torcida e os clubes vão disputar as partidas em cidades que estão na fase amarela da flexibilização. A previsão é que a final do Campeonato Paulista de Futebol ocorra em 8 de agosto. Os jogos estavam suspensos desde o início da pandemia de coronavírus no estado de São Paulo. "O Paulistão foi paralisado faltando seis rodadas. A previsão, e sobre isso falará o presidente da Federação, é que a final seja disputada possivelmente no dia 8 de agosto, sábado, e no dia seguinte, ao que tudo indicado, domingo, dia 9, começa o Campeonato Brasileiro de Futebol", disse Doria. A autorização foi aprovada pelo Centro de Contingência para o Coronavírus, em conjunto com a Federação Paulista de Futebol (FPF). O retorno será gradual e prevê uma série de medidas estabelecidas em protocolo sanitário apresentado ao comitê pela Federação. Dentre eles, testagem com frequência, retomada com trabalho individual, além de higiene e proteção dos atletas. O Campeonato Paulista foi paralisado na décima rodada, em 16 de março e ainda tem 24 jogos a serem disputados em seis datas – duas rodadas do fim da primeira fase, quartas de final, semifinal e dois jogos das finais. “Em nenhum momento faltou atenção, faltou diálogo e faltou harmonia entre os clubes de São Paulo e as autoridades do estado e as autoridades municipais. O futebol de São Paulo vai continuar poupando vidas cumprindo rigorosamente os protocolos apresentados”, afirmou Reinaldo Bastos, presidente da Federação Paulista. Aildo Ferreira, secretário de Esportes do estado, fez um apelo aos torcedores dos times para que não façam aglomeração nas proximidades dos estados onde serão disputados os jogos. “Não vá a um estádio onde esteja acontecendo uma partida, não coloque em risco o Campeonato paulista, não há necessidade, não tem o que fazer lá”, pediu. De acordo com o GloboEsporte.com, o protocolo elaborado pela Federação Paulista para o retorno dos jogos do Campeonato Paulista inclui, entre outras medidas, o confinamento das 16 equipes participantes do torneio e a divisão dos estádios em "zonas", de acordo com a permissão de acesso. Se algum jogador, membro da comissão técnica ou funcionário testar positivo para Covid-19, o protocolo será o mesmo aprovado pela FPF para a volta aos treinos, no mês passado. As medidas incluem o isolamento imediato do indivíduo infectado, a análise prévia de quem teve contato com ele e exames em quem teve contato direto por mais de cinco minutos. Fonte: G1

  • Presidente do Fluminense detona Ferj e TJD por direitos de jogo contra o Flamengo.

    Em texto publico nas suas redes sociais, o presidente Mario Bittencourt afirmou os dois órgãos que estão tentando roubar os direitos de transmissão do Fluminense, criando assim o 'GatoFerj' (em muitos locais do Brasil o termo relacionado ao animal felino significa furto). Caso o Tricolor não transmita a decisão, o presidente deixa claro que vai brigar na Justiça. "O Fluminense ganha o sorteio de mandante realizado na sede da FERJ, sorteio este auditado na hora pelo Presidente do TJD. O Fluminense então, de forma honesta, faz consulta à TV Globo sobre se poderia realizar a transmissão pela Flu TV, já que a emissora não possui interesse em transmitir o jogo, apesar de já ter pago por ele como mera liberalidade", afirmou Mario, que completou: "No intervalo entre o pedido do Fluminense e a resposta da Globo, o Flamengo, através de se Presidente, procura o Fluminense e pede autorização para transmissão na Fla TV, ou seja, o Flamengo, ao procurar para solicitar a transmissão, reconhece expressamente que o direito e do Fluminense. O Fluminense não atende o pedido do Flamengo, por que a Globo já pagou por esta transmissão e o clube entende que a transmissão não deve ser comercializada, mas informa que, para o bem do futebol, a transmissão será aberta e que todos os torcedores do País, inclusive os do Flamengo, poderão ver o jogo pela Flu TV de forma gratuita", disse o presidente, que finalizou: "Se a negativa do Presidente do TJD for mantida, não será feito mais do que o óbvio, posto que a medida ajuizada e sorrateira, vergonhosa, teratológica e ilegal. Completamente ilegal. Se for revertida, ficará clara a covardia e o vilipêndio ao direito do Fluminense, bem como será desmascarado todo o sistema que há anos vem dizimando o futebol do Rio de Janeiro. Em seguida, vamos à Justiça Comum buscar indenização e reparação financeira pelos prejuízos causados ao Fluminense em razão do furto de seu direito de transmitir de forma exclusiva em sua plataforma digital FLu TV", concluiu. Fonte: Fox Sports

  • Hotéis e restaurantes de Arraial d´Ajuda reabrem a partir de 15/07

    Maioria das pousadas, restaurantes e barracas de praia volta a operar em 15 de julho, seguindo rígidos protocolos de higiene e saúde Reunidos em torno do grupo “Reabertura do Arraial Consciente”, cerca de 100 empresários de Arraial d´Ajuda, no litoral sul de Porto Seguro criaram um sistema que prevê a reabertura gradativa dos principais empreendimentos do charmoso vilarejo, a partir de 15 de julho. O grupo reúne proprietários de hotéis, pousadas, barracas de praia, bares, restaurantes, boate, agências de viagens e outros empreendimentos localizados à beira mar, no Centro, e na Rua do Mucugê - que concentra o burburinho do lugar em épocas de alta temporada. Para isso foi criado um calendário, prevendo as datas em que cada empreendimento voltará a operar. “Através da diretoria da ABIH - Litoral Sul, conseguimos mobilizar o trade em torno dessa ação conjunta de reabertura, para que o turista chegue em Arraial d´Ajuda e tenha a sensação de alegria de sempre e continue desfrutando de toda a receptividade, charme e diversidade de sabores que esse destino tão peculiar oferece, , com toda a segurança e cuidados com a saúde”, afirma Oliver Abade, diretor da ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – Extremo Sul da Bahia). Ele explica que os hotéis e pousadas trabalharão com baixas taxas ocupação e com as devidas precauções, a fim de evitar contaminações cruzadas dentro do ambiente hoteleiro. “A segurança sanitária em relação à pandemia tem tido destaque especial na pauta da nossa entidade. E a aplicação do Protocolo Municipal de Saúde para prevenção da Covid - 19 é uma das medidas que considero de grande importância, pois garantirá ao mercado que nosso destino está preparado para essa nova realidade e tem estrutura médico-hospitalar compatível com a grandeza de seu nome”, salienta. Visão e profissionalismo A empresária Leo Faria, proprietária de uma barraca na Praia da Pitinga aposta no profissionalismo dos empresários para surpreender os visitantes. “A preocupação em buscar sempre o aprimoramento da gestão e uma atenção enorme na qualidade do atendimento - com acolhimento, respeito e atenção ao perfil do cliente - é um traço forte dos empresários de barracas de praia e restaurantes de Arraial”, observa. Com base nisso, ela acredita que todos vão procurar cumprir as exigências sanitárias, “com muito critério e oferecendo toda a segurança aos clientes”. Para Juliana Melillo, uma das coordenadoras do Acordo Mucugê, que reúne 130 empresas de Arraial d´Ajuda, o momento mistura sensações de ansiedade e felicidade. “Essa proposta de reabertura deu um norte para todos nós. Temos que dar esse start, com muita consciência e corresponsabiliade”, avalia. “Todo o cuidado é pouco e nesse momento poderemos escolher os turistas que assim como nós, estão comprometidos com o charme, com a preservação da natureza, com valores diferenciados”, afirma a empresária. Ela destaca que o momento é oportuno para mostrar que além das praias, o Arraial d´Ajuda possui história, trilhas, fazendas, aldeias e outros atrativos naturais. “Aqui o turist a n&atil de;o precisa se aglomerar. Temos muitas atrações ao ar livre e nesse sentido o Arraial d´Ajuda é muito beneficiado”, resume. Fonte: Via 41

  • ITAMARAJU | Grupo solidário realiza doação de sabão em bairro

    Uma nova causa solidaria surgiu no município itamarajuense e vem fazendo a diferença através de ações em prol da população carente, identificados como Rede do Bem – Itamaraju, a causa promoveu uma ação no final de semana. A Rede do Bem é um coletivo formado por cidadãos e cidadãs que tem em comum a vontade de contribuir para a diminuição das desigualdades sociais existentes no município de Itamaraju – BA. Os (as) integrantes da Rede ocupam diferentes espaços dentro da comunidade e se uniram a fim de transformar esse desejo de ajudar em práticas consistentes na vida daqueles (as) menos assistidos (as). A ação aconteceu na tarde de sábado 04 de julho de 2020 no Bairro Bela Vista nas imediações do Residencial Vista Bela, onde através do Projeto Espuma Feliz a causa social realizou a distribuição de 300 litros de sabão liquido. O Projeto Espuma Feliz, é uma ação do Rede do Bem, idealizado pela enfermeira Marilene Rodrigues, moradora do Residencial Vista Bela/Bairro Bela Vista, com finalidade de garantir à conservação da natureza com os objetivos de promover os 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), harmonizando a atividade humana com a conservação da vida em sociedade e promovendo o uso racional dos recursos naturais em benefício dos cidadãos. O projeto transmite a mensagem da reutilização do óleo de cozinha usado, que anteriormente o produto era descartado de forma incorreta causando grandes impactos ao meio ambiente. O material arrecadado é transformado em sabão liquido e distribuído para famílias carentes da comunidade. O óleo pode ser transformado em diversos produtos de limpeza ecologicamente corretos, totalmente biodegradáveis, com custos de produção baratos e acessíveis, trazendo economia e praticidade, preservando os recursos hídricos da poluição gerada pelo óleo de cozinha usado. Nos próximos dias outras ações serão realizadas ofertando a outras comunidades, proporcionando solidariedade. Fonte: Itamaraju

  • Simões Filho registra 1001 casos da Covid-19

    Simões Filho registra 1001 casos da Covid-19, de acordo com o Boletim Epidemiológico divulgado nesta terça-feira (7). O poder público municipal segue desenvolvendo ações de combate ao vírus e alertando a população acerca da importância do isolamento social, assim como demais medidas preventivas. Até o momento, 2.172 (dois mil cento e setenta e dois) casos suspeitos foram investigados e descartados, 16 (dezesseis) aguardam resultado do exame. 455 (quatrocentos e cinquenta e cinco) dos 1001 (mil e um) casos confirmados já estão recuperados da doença e 36 (trinta e seis) vieram a óbito. Os últimos casos confirmados foram: Simões Filho 1: 1 masculino (internamento); Centro: 1 masculino (isolamento domiciliar) e 1 feminino (recuperado); Cia 2: 1 feminino (isolamento domiciliar) e 1 masculino (recuperado); Ponto Parada: 2 masculinos (um veio a óbito e o outro está em isolamento domiciliar); Cristo Rei: 1 feminino (isolamento domiciliar); Estrada de Candeias: 1 feminino (isolamento domiciliar); Cia 1: 1 feminino e 1 masculino (isolamento domiciliar); KM 30: 1 feminino (isolamento domiciliar); Parque Continental: 1 feminino (isolamento domiciliar). O registro do óbito deste boletim trata-se de paciente do sexo masculino, 74 anos de idade, diabético. O munícipe era residente do Ponto Parada, veio a óbito no dia 25 de junho e seu caso foi confirmado após investigação. A Vigilância Epidemiológica segue monitorando os casos e os possíveis contatos dos pacientes. A cidade vem intensificando as medidas de prevenção ao Coronavírus. Testes rápidos estão ajudando nos trabalhos de diagnóstico e as atividades de promoção à vida seguem acontecendo. Além disso, a Unidade de Enfrentamento ao Coronavírus permanece em funcionamento e o toque de recolher tem seguimento até o dia 12 de julho. Fonte: Simões Filho

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