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- Em carta, Papa Leão defende desarmar IA e impedir ‘domínio sobre o humano’
Em sua primeira encíclica, o pontífice afirmou que a inteligência artificial ‘não é moralmente neutra’ e alertou para riscos de desumanização e impacto nos direitos dos trabalhadores O papa Leão XIV pediu que a humanidade lute contra o “domínio” da inteligência artificial (IA) em sua primeira encíclica, publicada nesta segunda-feira (25), um documento que também denuncia a “desumanização” e o conceito de “guerra justa”. O texto de 130 páginas, com o título “Magnifica Humanitas” (“Magnífica Humanidade”), aborda uma variedade de questões, como a demora da Igreja em condenar a escravidão e o impacto da IA sobre o meio ambiente. As encíclicas são documentos direcionados a todos os fiéis que estabelecem a posição de referência da Igreja sobre questões sociais, morais, políticas ou teológicas. Diante da importância do documento, o pontífice o apresentou pessoalmente, ao lado de especialistas em IA, entre eles o cofundador da empresa Anthropic, Christopher Olah. “Não podemos considerar a IA como moralmente neutra”, afirma o papa, que apresenta um pedido para “desarmar” esta tecnologia e “impedir seu domínio sobre o humano”. Leão XIV também denuncia que o controle das plataformas, das infraestruturas e dos dados “não é prerrogativa dos Estados, mas sim de grandes atores econômicos e tecnológicos que, de fato, determinam as condições de acesso”. Citando, entre outros, Platão e J.R.R. Tolkien por sua luta contra a desumanização, o papa americano critica as “novas formas de escravidão” para extrair os recursos necessários à IA e pede soluções tecnológicas mais sustentáveis “para reduzir o impacto sobre o meio ambiente e cuidar da nossa Casa comum”. “Em algumas regiões do mundo, adolescentes e crianças trabalham em condições perigosas na trituração dos materiais dos quais se obtêm as terras raras” um grupo de metais essenciais para a tecnologia moderna. “Corpos marcados, mutilados, desgastados para que o fluxo de cálculos não seja interrompido”, denuncia o papa. Contra as ‘guerras justas’ O bispo de Roma também aproveita a encíclica para pedir “perdão” pelo atraso histórico da Igreja em condenar a escravidão. Além dos desafios tecnológicos, o papa adverte sobre o risco de “desumanização”, alertando contra uma visão do ser humano reduzido ao seu desempenho ou a dados explorados por máquinas. Desde a sua eleição, há um ano, o primeiro papa americano da história intensificou os alertas sobre os perigos da IA, em particular o seu uso no âmbito militar, e sobre a necessidade de uma “alfabetização digital”. “Nenhum algoritmo pode fazer com que a guerra seja moralmente aceitável”, escreve Leão na encíclica. Analistas acreditam que o impacto de “Magnifica Humanitas” pode ser comparável ao da encíclica “Laudato Si” (“Louvado Sejas”), de 2015, na qual o papa Francisco abordou a questão ecológica e que desencadeou uma onda de reações em todo o mundo. Sem mencionar nomes, o pontífice reitera a necessidade de “superar a teoria da ‘guerra justa'”, um conceito defendido, entre outros, pelo governo americano de Donald Trump, e lamenta que “a humanidade esteja deslizando para uma cultura violenta do poder”, que normaliza a guerra como “instrumento de política internacional”. Em abril, a Casa Branca criticou o papa por afirmar que “Deus não ouve as orações de quem faz a guerra”, no contexto do conflito no Oriente Médio. Em uma entrevista coletiva nesta segunda-feira, o papa explicou que o texto surgiu da “escuta”, após dialogar com cientistas, engenheiros, líderes políticos, pais e professores “preocupados” com as jovens gerações. “Precisamos que mais atores no mundo — comunidades religiosas, sociedade civil, pesquisadores, governos — façam o que Sua Santidade fez aqui: levar isso a sério, examinar com atenção e orientar os acontecimentos em uma direção melhor”, declarou Christopher Olah. “Magnifica Humanitas” coroa vários anos de reflexão dentro da Igreja sobre as tecnologias relacionadas à IA. Em 2020, a Santa Sé lançou, em conjunto com empresas de tecnologia e instituições acadêmicas, o Apelo de Roma para a Ética da IA, no qual defendia um desenvolvimento tecnológico respeitoso da dignidade humana. Veja mais em: Jovem Pan
- Enem 2026: inscrições começam nesta segunda-feira e vão até 5 de junho
Taxa de inscrição custa R$ 85 e o pagamento deve ser feito até 10 de junho; provas serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro Estudantes de todo o país podem se inscrever para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, a partir desta segunda-feira (25), no site do Enem. O prazo vai até 5 de junho. A taxa de inscrição é R$ 85 e o pagamento deve ser feito até 10 de junho. As provas serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro. Inscrição automática Uma das novidades deste ano prevê que os alunos concluintes do ensino médio da rede pública terão inscrição automática no exame. Os estudantes do 3º ano serão inscritos a partir de dados encaminhados pelas redes de ensino. O aluno terá apenas que confirmar a participação no exame e escolher o idioma da prova de língua estrangeira que deseja fazer, informar o município onde quer fazer a prova, além de solicitar recursos de acessibilidade, se necessário. Mais locais de prova Para este ano, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), responsável pela aplicação do certame, estima aumentar para cerca de 10 mil o número de locais de prova em todo o país. Estima-se, conforme o ministério, que 80% dos alunos da rede pública façam as provas na própria escola em que estudam. O ministério informou que já estuda apoio de transporte e deslocamento para aqueles estudantes que precisarem fazer o exame em outras cidades. Com essas medidas, o MEC espera, pelo menos, que 70% dos concluintes das escolas públicas participem do Enem em 2026, consolidando o exame como parte importante da avaliação da educação básica. Enem O Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. A prova é considerada a principal forma de entrada na educação superior, por meio de programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados destas provas para selecionar estudantes. Desde o ano passado, o Enem voltou a ser aceito para certificação do ensino médio, no caso dos candidatos com 18 anos completos que alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento e na redação. Veja o cronograma: Pagamento da taxa de inscrição: de 25 de maio a 10 de junho; Solicitação de tratamento por nome social: de 25 de maio a 5 de junho; Solicitação de atendimento especializado: de 25 de maio a 5 de junho; Resultado do atendimento especializado: 19 de junho; Recurso do atendimento especializado: de 22 a 26 de junho; Resultado do recurso: 3 de julho; Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro; Fonte: Jovem Pan
- Motta diz que redução na jornada de trabalho ocorrerá em no máximo um ano
Presidente da Câmara afirmou que existem mais dois que são inegociáveis: o fim da escala 6×1 e a não redução salarial O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a redução da jornada de trabalho ocorrerá em no máximo um ano. Durante pronunciamento nesta segunda-feira (25), Motta afirmou que, após a PEC ser aprovada na Câmara e no Senado e ser promulgada, a jornada semanal será reduzida em duas horas em 60 dias. Então, primeiro, a jornada de trabalho seria reduzida para 42 horas semanais no máximo. Depois, o parlamentar afirmou que, em 12 meses, seriam reduzidas mais 2 horas, chegando às 40 horas semanais, que o presidente da Câmara afirmou ser inegociável. “Isso estará no texto do relator”, disse. O responsável pela proposta é Léo Prates (Republicanos-BA). Além desse ponto, Motta afirmou que existem mais dois que são inegociáveis: a garantia de dois dias de folga (fim da escala 6×1) e a não redução salarial. Além disso, será discutido um projeto para que os microempreendedores individuais (MEIs) possam contratar mais pessoas por meio de CLT. Motta também disse que os ajustes finais para que o texto pudesse ser divulgado eram em relação à transição e pontos sobre os MEIs e funcionários públicos. “Tanto teremos a questão dos microempreendedores individuais sendo tratada por projeto de lei, como também essa parte do projeto de lei do governo para tratar de cada setor especificamente, garantindo assim que o próprio parlamento possa fazer os ajustes necessários”, disse. Fonte: Jovem Pan
- Explosão em mina de carvão na China mata 82 pessoas
Esse é o acidente de mineração mais mortal do país desde 2009 Oitenta e duas pessoas morreram em uma explosão de gás em uma mina de carvão na província de Shanxi, no Norte da China, o acidente de mineração mais mortal do país desde pelo menos 2009. A explosão de gás ocorreu no final da sexta-feira (22) na mina de carvão Liushenyu, no condado de Qinyuan, com 247 trabalhadores em serviço no subsolo, informou a mídia estatal Xinhua. A mina é operada pelo Shanxi Tongzhou Group Liushenyu Coal Industry, criado em 2010 e controlado pelo Shanxi Tongzhou Coal Coking Group, de acordo com o banco de dados corporativo Qichacha. As operações de resgate estavam em andamento e a causa do acidente estava sendo investigada, de acordo com a autoridade local de gerenciamento de emergências em Qinyuan. Shanxi é o coração da mineração de carvão da China. O presidente Xi Jinping pediu às autoridades que "não poupem esforços" no tratamento dos feridos e na realização de operações de busca e resgate, ao mesmo tempo em que ordenou uma investigação minuciosa sobre a causa do acidente e uma rigorosa responsabilização de acordo com a lei, segundo a Xinhua. O primeiro-ministro Li Qiang pediu a divulgação oportuna e precisa das informações, além de responsabilização rigorosa. A China reduziu significativamente as mortes em minas de carvão – geralmente causadas por explosões de gás ou inundações – desde o início dos anos 2000 por meio de regulamentações mais rigorosas e práticas mais seguras. Em 2009, uma explosão de carvão e gás na província de Heilongjiang matou 108 pessoas e feriu 133. Os executivos da empresa responsável pela mina foram detidos, informou a Xinhua. As autoridades da província de Shanxi enviaram para o local sete equipes médicas e de resgate, totalizando 755 pessoas, informou o departamento de gerenciamento de emergências de Qinyuan. Fonte: Agência Brasil
- Prazo para declaração anual do MEI termina em 31 de maio
Saiba como declarar o faturamento e não ficar com o CNPJ irregular Termina no próximo dia 31 de maio o prazo para a entrega da Declaração Anual Simplificada do Microempreendedor Individual (DASN-Simei), referente ao ano-calendário de 2025. A declaração pode ser enviada pelo App MEI ou pelo Portal do Empreendedor. Quem precisa declarar? A declaração anual do MEI é obrigatória para todos os empresários individuais que tenham sido optantes pelo SIMEI em qualquer período de 2025, mesmo que não tenham tido faturamento no ano. É o caso, por exemplo, de profissionais que deixam de prestar serviços como MEI para trabalhar com carteira assinada. A Receita Federal orienta que os microempreendedores façam a entrega dentro do prazo para evitar encargos e manter a regularidade do CNPJ. Multa A entrega fora do prazo resulta em multa de 2% ao mês de atraso, limitada a 20% do valor total dos tributos declarados, ou ao valor mínimo de R$ 50. A multa é gerada automaticamente após a transmissão da declaração em atraso. Como fazer a declaração A DASN-SIMEI é realizada de maneira rápida no Portal do Empreendedor. O MEI deve informar o faturamento anual bruto de sua empresa, incluindo todas as vendas ou prestações de serviços realizadas em 2025. Pelas regras, o MEI não pode ultrapassar o limite de R$ 81 mil de faturamento anual ou o proporcional mensal. Também é necessário informar se realizou a contratação de funcionário (no máximo um, de acordo com a legislação). Fonte: Agência Brasil
- CCJ retoma nesta terça debate sobre redução da maioridade penal
Parlamentares analisam admissibilidade da PEC 32/15 A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados retoma nesta terça-feira (19) o debate sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Os parlamentares analisam a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição 32/15. Se acolhida, a medida ainda terá de ser discutida por uma comissão especial. Na última quarta-feira (13), a comissão realizou audiência pública sobre o tema, que dividiu a opinião dos participantes. Na ocasião, o relator da proposta, deputado Coronel Assis (PL-MT), citou pesquisa recente que aponta que 90% dos brasileiros defendem a redução da maioridade penal. Para o parlamentar, é preciso dar uma resposta ao clamor social. Ele argumenta ainda que a Constituição permite a mudança. “O caminho mais técnico e equilibrado é manter a regra geral de inimputabilidade até os 18 anos e criar uma exceção para jovens de 16 e 17 anos em crimes de extrema gravidade”. Na proposta, Coronel Assis prevê ainda a manutenção de garantias para os jovens, como o cumprimento de penas em unidades separadas dos adultos, procedimentos processuais específicos e a proibição de penas cruéis. Já o advogado e membro da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ariel de Castro Alves, defende que a proposta é “oportunista e demagógica”, com fins eleitoreiros às vésperas do pleito deste ano. “Os parlamentares sabem sobre a inconstitucionalidade da proposta baseada na supressão de direitos fundamentais dos adolescentes de responderem por seus atos com base no ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente], e não pelo Código Penal”, disse, ao citar que o critério de maioridade penal aos 18 anos é adotado por muitas nações. “Reduzir a idade penal seria como reconhecer a incapacidade do Estado em educar e incluir socialmente seus adolescentes. Quando o Estado, a sociedade e as famílias excluem, o crime acaba incluindo”, completou, ao classificar a proposta como ilusória e com o objetivo de ludibriar a opinião pública. Números Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) indicam que o país registra cerca de 12 mil adolescentes em unidades de internação ou em privação de liberdade – menos de 1% dos 28 milhões de jovens nessa faixa etária, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Fonte: Agência Brasil *Com informações da Agência Senado
- Suzano renova parceria com Todos Pela Educação e reforça compromisso com a educação pública em 2026
A parceria mantém o foco no fortalecimento da agenda de políticas públicas educacionais conduzida pelo Todos Pela Educação, organização da sociedade civil dedicada ao avanço da Educação Básica no Brasil A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, celebra a renovação da parceria com o Todos Pela Educação para 2026. Em um contexto simbólico, marcado pela celebração do Dia Nacional da Educação, em 28 de abril, a continuidade da parceria reafirma o compromisso da companhia com o fortalecimento da Educação Básica pública como eixo estruturante para a redução das desigualdades sociais e da pobreza nos territórios onde atua. A parceria mantém o foco no fortalecimento da agenda de políticas públicas educacionais conduzida pelo Todos Pela Educação, organização da sociedade civil dedicada ao avanço da Educação Básica no Brasil. Sua atuação está estruturada em três frentes estratégicas: advocacy qualificado junto a tomadores de decisão, produção e difusão de conhecimento aplicado e monitoramento público dos principais indicadores da Educação Básica, além da articulação da Coalizão Educação Já, que reúne diferentes organizações em torno de uma agenda comum baseada em evidências e boas práticas nacionais e internacionais. Nesse contexto, a parceria com o Todos Pela Educação contribui para o fortalecimento do ambiente institucional e das políticas públicas necessárias para enfrentar desafios estruturais da educação brasileira, como a evasão e o abandono escolar, o baixo rendimento dos estudantes e as desigualdades de aprendizagem. Ao apoiar uma organização independente e suprapartidária, a Suzano reforça sua crença de que mudanças sistêmicas e de largo alcance demandam articulação, conhecimento técnico e continuidade das ações. A renovação do apoio acontece em alinhamento com a estratégia social da Suzano, que amplia o compromisso da companhia com a redução da pobreza multidimensional, incorporando a educação como uma alavanca essencial para o rompimento de ciclos de vulnerabilidade. Nesse contexto, a companhia concentra sua atuação em jovens de 14 a 24 anos, com foco na promoção de trajetórias escolares bem-sucedidas — apoiadas pelo advocacy em políticas públicas realizado pelo Todos Pela Educação — e no investimento em iniciativas de inclusão produtiva de jovens, contribuindo para uma transição mais qualificada entre a escola e o mundo do trabalho. “A educação pública de qualidade é um dos principais caminhos para transformar realidades e ampliar oportunidades. Ao renovar nossa parceria com o Todos Pela Educação, seguimos comprometidos em contribuir para o aprimoramento das políticas educacionais no país, em especial aquelas que impactam a trajetória de jovens nos territórios onde a Suzano está presente”, afirma Giordano Bruno Automare, gerente executivo de Desenvolvimento Social da Suzano. Para o Todos Pela Educação, a manutenção da parceria é fundamental para garantir a independência e a sustentabilidade da atuação da organização. “O apoio de empresas comprometidas com a transformação social, como a Suzano, é essencial para que possamos seguir atuando de forma técnica, independente e baseada em evidências. Essa colaboração fortalece nossa capacidade de incidir sobre as políticas públicas educacionais, sempre com foco no direito de todos à Educação Básica de qualidade”, destaca Priscila Cruz, presidente-executiva do Todos Pela Educação. A iniciativa está alinhada aos Compromissos para Renovar a Vida da Suzano, conjunto de metas de impacto positivo assumidas pela companhia, que reconhece a educação como um investimento estruturante para a redução da pobreza. Para mais informações sobre essas e outras iniciativas da Suzano na agenda ESG, acesse o Relatório de Sustentabilidade 2025, disponível em: https://www.suzano.com.br/sustentabilidade/relatorios-de-sustentabilidade Sobre a Suzano A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br Sobre o Todos Pela Educação Fundado em 2006, o Todos Pela Educação é uma organização independente que faz advocacy pela Educação Básica no Brasil. Tem como objetivo atuar para que o poder público formule e implemente políticas públicas educacionais de maneira mais efetiva, sem ligação com partidos políticos nem interesses privados. O Todos Pela Educação é financiado unicamente por doações voluntárias de pessoas e organizações, tendo autonomia para desafiar, propor, questionar e cobrar o que precisa ser mudado, sempre com base em estudos e evidências concretas. Fonte: Comunicação Suzano
- Processos judiciais contra o Planserv disparam na Bahia após negativas de cobertura e reajustes
Número de ações contra o plano no TJ-BA aumentou 167,5% em apenas um ano O número de processos judiciais contra o Planserv disparou na Bahia entre 2024 e 2025, segundo dados do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) obtidos pela reportagem. Em 2024, foram registradas 403 ações relacionadas ao plano de saúde dos servidores estaduais. Já em 2025, o número saltou para 1.078 processos, o que representa aumento de 167,5% em apenas um ano. Em 2026, até esta quinta-feira (15), o TJ-BA já contabiliza 346 novas ações envolvendo o Planserv. O volume representa uma média de 2,5 processos por dia desde o início do ano. A expectativa é que o número continue crescendo ao longo dos próximos meses, impulsionado principalmente pelos reajustes das mensalidades que começaram a valer em janeiro e chegaram a ultrapassar 100% para alguns servidores. Os aumentos passaram a ser aplicados após a sanção da Lei Estadual nº 15.034, em dezembro de 2025, que alterou os critérios de cálculo das contribuições do plano. Pela nova regra, os servidores passaram a pagar o equivalente a 5,5% da remuneração bruta. Em 2027, o percentual subirá para 6%. A contribuição do Estado, por sua vez, saiu de 2,5% para 3,25% Especialista em direito administrativo, o advogado Jorge Rocha Júnior afirma que os reajustes considerados desproporcionais intensificaram a procura de servidores pelo Judiciário. Segundo ele, além do aumento nas mensalidades, as ações também são motivadas pela dificuldade de acesso a consultas, exames e procedimentos médicos. “Foi um reajuste extremamente desproporcional e sem correspondência com o serviço prestado pelo plano de saúde”, afirma. Segundo ele, a Justiça baiana tem sido favorável aos servidores em decisões liminares. Em ao menos seis casos envolvendo policiais militares da reserva, o advogado diz ter conseguido decisões que restabeleceram a mensalidade do ano passado, sem o reajuste válido para esse ano. Nesses casos, o TJ-BA mandou que o Estado da Bahia apresentasse justificativas técnicas e financeiras para os novos percentuais cobrados dos beneficiários, o que, segundo ele, ainda não ocorreu. “O Planserv simplesmente colocou um reajuste desproporcional, sem justificativa de natureza nenhuma. Todos os planos de saúde precisam justificar publicamente seus reajustes”, detalha Jorge Rocha Júnior. Conforme informações, oito decisões recentes envolvendo o tema beneficiaram professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Em liminares concedidas pela Justiça de Ilhéus, o Estado foi obrigado a limitar o reajuste a 6,06%, percentual autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para planos privados no mesmo período. Para o advogado, a medida faz sentido, mesmo que o Planserv não seja regido pelas normas de planos de saúde particulares, que seguem as determinações da ANS. "Essa é uma decisão bastante razoável. Mas o reajuste do Planserv foi muito superior a 6%. Enquanto o Planserv não justificar o percentual de reajuste dele, queremos que os servidores continuem a contribuir com base no que pagavam antes [da aprovação da lei]", acrescenta. Rocha Júnior afirma que os problemas enfrentados pelos servidores não começaram neste ano, mas avalia que a nova política de reajustes ampliou a insatisfação dos beneficiários e estimulou novas ações judiciais. Os questionamentos sobre os aumentos de mensalidade também foram denunciados por funcionários públicos ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA) e ao Ministério Público da Bahia (MP-BA). Após as denúncias, o TCE determinou a notificação do governo da Bahia para que apresente respostas sobre os critérios de aumentos das mensalidades do Planserv e a transparência das informações. O órgão também solicitou detalhes sobre as medidas adotadas para manter a rede credenciada e a assistência aos beneficiários do plano de saúde dos servidores. A reportagem entrou em contato com as assessorias de imprensa do Planserv e da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e questionou sobre o número de ações judiciais contra o plano. Até esta publicação, não houve retorno. Este texto será atualizado assim que houver manifestação. Falta de médicos e clínicas Outro ponto que motiva as ações judiciais é o descredenciamento de clínicas, hospitais e profissionais de saúde. Segundo o advogado Jorge Rocha Júnior, muitos prestadores deixaram de atender o plano devido aos baixos valores pagos pelos procedimentos. “Várias clínicas estão se descredenciando porque a taxa de repasse é bastante reduzida em comparação com outros planos. Isso causa um grande desinteresse dos prestadores de serviço”, afirmou. Ele relata ainda que muitos servidores passaram a contratar planos particulares paralelamente ao Planserv para conseguir atendimento médico, o que aumentou o impacto financeiro sobre a categoria. Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou seguimento a uma reclamação apresentada pelo Estado da Bahia e manteve uma decisão da Justiça estadual que obriga o Planserv a custear tratamentos de alta complexidade fora da rede credenciada quando não houver atendimento disponível no estado. A decisão monocrática foi proferida pelo relator, ministro Flávio Dino, na última segunda-feira (11). A ação foi movida pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), que apontou falhas do plano de saúde dos servidores estaduais na garantia de tratamentos considerados essenciais para pacientes em situação grave. Fonte: Correio24horas
- Irã envia nova proposta para fim da guerra após nova ameaça de Trump
Proposta revisada foi entregue por intermédio do Paquistão. Trump disse que "relógio está correndo" para o Irã entrar em acordo O Paquistão, mediador pelo fim da guerra no Oriente Médio, disse nesta segunda-feira (18) ter entregue aos Estados Unidos a proposta revisada do Irã para encerrar o conflito armado, de acordo com a Reuters. O confirmação de entrega do documento ocorre após o presidente americano Donald Trump fazer novas ameaças de ataque ao Irã no domingo (17) caso um acordo não seja fechado entre os dois países. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baghaei, confirmou posteriormente que as opiniões de Teerã foram "transmitidas ao lado americano através do Paquistão", mas não deu detalhes. Um frágil cessar-fogo frágil está em vigor após seis semanas de guerra, mas as negociações mediadas pelo Paquistão estagnaram e o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o cessar-fogo está "em suporte vital". Uma fonte paquistanesa não forneceu detalhes sobre a proposta revisada à Reuters. Questionada se levaria tempo para fechar as diferenças, a fonte disse que os times "continuam mudando suas metas" e acrescentou: "Não temos muito tempo." Trump diz que "o relógio está correndo" O presidente Trump voltou a ameaçar o Irã, pela sua rede Truth Social, no domingo, com o objetivo de acelerar um acordo enquanto o instável cessar-fogo continua. "Para o Irã, o relógio está correndo, e é melhor eles se mexerem, RÁPIDO, ou não vai sobrar nada deles. O TEMPO É ESSENCIAL!" Na sexta-feira (15), o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, disse que Teerã "não pode confiar nos americanos de forma alguma" e que eles estão "tentando manter" o "fracional" cessar-fogo "para dar uma chance à diplomacia." Ele descreveu a falta de confiança nos EUA como "o principal obstáculo a qualquer esforço diplomático." "Cada dia traz uma mensagem diferente, às vezes até duas mensagens diferentes em um único dia, o que aprofunda a desconfiança", disse Aragachi ao falar em uma cúpula em Nova Délhi. Fonte: Band
- Roubo de celular: criminosos usam reconhecimento facial para limpar contas
Ação rápida de criminosos expõe vulnerabilidades no sistema de reconhecimento facial de aplicativos de bancos, que permitem troca de senhas e acesso imediato aos saldos. O roubo de telefones celulares deixa de se limitar à perda do aparelho físico e se transforma em uma porta de entrada para fraudes financeiras rápidas e devastadoras. Em poucos minutos, criminosos conseguem invadir contas bancárias, alterar senhas e desviar recursos das vítimas. A facilidade de acesso é impulsionada pelo uso do reconhecimento facial, uma tecnologia desenvolvida para trazer praticidade ao cotidiano, mas que vem sendo explorada por quadrilhas devido a brechas nos sistemas. A dinâmica do crime se baseia na agilidade. Mesmo sem possuir informações prévias da vítima, os assaltantes conseguem realizar as invasões apenas com o aparelho em mãos. Em alguns casos, as vítimas são obrigadas a fornecer as credenciais sob ameaça, como relata Matheus, que teve a senha numérica do caixa eletrônico alterada pelos criminosos sem que a própria gerência do cartão compreendesse como o processo foi realizado. Fragilidade no cadastro de imagem facilita ação de quadrilhas A migração de barreiras de segurança tradicionais para o reconhecimento facial simplifica a navegação do usuário, mas reduz as etapas de proteção necessárias para impedir invasões. Com o celular já desbloqueado, criminosos encontram caminhos para burlar a segurança dos aplicativos e das carteiras virtuais de crédito. Especialistas em tecnologia de reconhecimento facial explicam que, uma vez que o aparelho está acessível, torna-se possível cadastrar uma nova imagem nas chaves de acesso que gerenciam os aplicativos. Para consolidar a invasão, os criminosos replicam os mesmos passos de configuração que o proprietário original faria. Sem travas adicionais que impeçam a modificação biométrica, o sistema aceita a nova face e libera as movimentações financeiras. Orientações de segurança para proteger dados financeiros Para mitigar os riscos e aumentar a proteção dos dados em caso de perda ou roubo do dispositivo, especialistas recomendam mudanças no comportamento de uso da tecnologia. A primeira orientação é evitar o salvamento automático de dados e senhas de contas bancárias no navegador ou em blocos de notas do próprio celular. Também se orienta ampliar o número de etapas de confirmação de identidade para além da biometria facial, condicionando as transações financeiras ao uso de senhas complexas que precisem ser digitadas manualmente. Outro passo essencial é acessar as configurações do sistema operacional do smartphone para limitar ou bloquear o acesso ao recadastro de novas imagens no sistema de reconhecimento facial, impedindo que terceiros insiram novos rostos nas chaves de segurança. Como alternativa prática de segurança, vítimas como Matheus optam por deixar um aparelho celular fixo em casa exclusivamente para o gerenciamento de contas e aplicativos bancários. Fonte: Jovem Pan
- Lula diz a aliados que deve insistir na indicação de Messias para o STF
O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU) ainda adota cautela sobre a possibilidade Mesmo depois da derrota histórica no Senado Federal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse a aliados que vai reenviar à Casa a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) antes das eleições. O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU) ainda adota cautela sobre a possibilidade. No dia 29 de abril, o Senado impôs uma derrota histórica ao governo, rejeitando Messias por 42 votos a 34. Com o resultado, Lula rompeu uma aliança que tinha com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), apontado como artífice da derrota. Nos últimos dias, Lula disse a aliados que está disposto a mandar a indicação de Messias novamente ao Senado e que fará a indicação antes das eleições de outubro. O presidente deu a sinalização mesmo sem a certeza de como seria uma segunda votação de Messias e antes mesmo de se acertar com Alcolumbre o nome que vai apresentar. Aliados de Lula ponderam que o envio da indicação ainda dependeria de concretização e conversas com o Senado. Aplausos O ponto de virada, segundo integrantes do Palácio do Planalto, foi a cerimônia de posse do ministro Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na última terça-feira. O advogado-geral da União foi aplaudido fortemente na solenidade. Para Lula, o gesto representou um sinal de respeito e reconhecimento ao trabalho de Messias e um desagravo ao indicado. Alcolumbre, que estava presente na posse, não aplaudiu nem cumprimentou o presidente. Ele estava ao lado de Lula na mesa da cerimônia, o que gerou um clima de mal-estar durante a posse do novo presidente do TSE. Conversa Messias teve uma conversa com Lula antes da posse de Nunes Marques no TSE. Foi a segunda reunião entre os dois desde a derrota no Senado. Segundo aliados do chefe da AGU, Messias só aceitaria uma nova indicação com muita certeza de que seria aprovado, principalmente após amargar a primeira derrota. Ele entrou em férias na última quarta-feira e só deve voltar ao trabalho no dia 26 de maio. O ministro recebeu apoio de juristas ligados a Lula, aliados do governo e líderes evangélicos após a derrota no Senado. Em conversas reservadas, eles prestaram solidariedade a Messias e disseram que tinham certeza que ele foi vítima de um jogo político-eleitoral no Senado e que não foi rejeitado por falta de reputação ou qualidade técnica para o cargo de ministro do Supremo. A vaga no STF está aberta desde a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025. Depois da derrota, bolsonaristas chegaram a articular com Alcolumbre para barrar eventuais outras indicações de Lula até a eleição. A rejeição do Senado a uma indicação para o STF não acontecia havia 132 anos, desde 1894, e representa uma crise de grandes proporções para o Palácio do Planalto. Sem atrativo Uma segunda opção chegou a entrar na mesa, a de Messias assumir o Ministério da Justiça, mas essa hipótese está mais em segundo plano. O atual ministro da pasta, Wellington César Lima e Silva, vem recebendo críticas internas no governo em uma pauta sensível para Lula em ano eleitoral, que é a segurança pública. A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, em tramitação no Congresso, levaria Lula a criar o Ministério da Segurança Pública e a reorganizar os cargos. Para Messias, porém, a pasta da Justiça não é atrativa, segundo interlocutores, pois falta pouco tempo para o término do mandato. Fonte: Band *Com informações do Estadão Conteúdo.
- Idoso dado como morto apresenta sinais vitais em funerária de SP
O idoso foi socorrido e encaminhado para a Santa Casa de Presidente Prudente, onde foi internado às pressas Um idoso de 88 anos, identificado como Juraci Rosa Alves, apresentou sinais vitais dentro de uma funerária em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, após ter o óbito atestado erroneamente em um hospital da região. O caso ocorreu no último sábado (16) e mobilizou as autoridades de saúde do oeste paulista. O paciente, morador do município de Emilianópolis, cidade vizinha a Presidente Prudente, havia dado entrada na Santa Casa de Presidente Bernardes após passar mal. Após os procedimentos de atendimento inicial, uma médica plantonista constatou o falecimento do idoso e emitiu o respectivo laudo de óbito. Constatação do erro Após a liberação do corpo, a família providenciou o traslado para uma empresa funerária localizada na cidade vizinha de Presidente Prudente. No local, durante os preparativos para o sepultamento, os funcionários do estabelecimento constataram que o homem estava se mexendo e apresentava movimentos respiratórios. A equipe médica de emergência foi acionada imediatamente. O idoso foi socorrido e encaminhado para a Santa Casa de Presidente Prudente, onde foi internado às pressas. Em nota oficial, a Santa Casa de Presidente Prudente informou que o paciente deu entrada na unidade na noite de sábado, que permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sob ventilação mecânica (intubado), e seu quadro de saúde é considerado grave. Providências institucionais A direção da Santa Casa de Presidente Bernardes, instituição onde ocorreu a emissão do atestado de óbito falso, manifestou-se publicamente informando que tomou conhecimento do episódio. A administração do hospital confirmou a abertura de um procedimento administrativo interno para apurar a conduta da médica responsável e as circunstâncias do atendimento. A entidade declarou-se à disposição para colaborar com os esclarecimentos necessários. Fonte: Band













