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- Suspeito de matar estudante é preso em Salvador
Jovem de 21 anos morreu após ser baleada durante um assalto no bairro do Imbuí. A Polícia prendeu nesta terça-feira (8) um suspeito de envolvimento na morte da estudante Brenda Nicole Alves Brandão, de 21 anos, em Salvador. A jovem foi baleada durante um assalto na madrugada de domingo (6), no bairro do Imbuí, e morreu no local. O suspeito se apresentou à polícia acompanhado de advogado. Uma motocicleta e um celular foram apreendidos e passaram a integrar as investigações sobre o crime, tratado inicialmente como latrocínio.
- Flamengo assume liderança isolada do Campeonato Brasileiro
Rubro-Negro ultrapassou o Palmeiras e chegou aos 54 pontos na competição. O Flamengo assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro e abriu vantagem sobre o Palmeiras na classificação. O clube carioca chegou aos 54 pontos, contra 53 do Palmeiras, além de levar vantagem no saldo de gols e no número de vitórias. A disputa pelo título segue equilibrada, e os dois clubes ainda terão compromissos importantes pela Copa Libertadores nesta semana.
- Crise no STF se agrava após decisão que suspende diretor-geral da Polícia Federal
Decisão do ministro André Mendonça amplia o conflito interno na Corte e provoca reação do governo. A crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal ganhou novo capítulo nesta terça-feira (8). O ministro André Mendonça determinou a suspensão do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do chefe de inteligência da corporação, Leandro Almada. A decisão foi respaldada pela maioria da Segunda Turma do STF e está relacionada à investigação sobre relatórios de inteligência envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro. O governo sinalizou que pretende contestar a decisão, enquanto o episódio aumenta a tensão política às vésperas das eleições de outubro.
- PINGA FOGO - Quando o prefeito tenta levantar voo mas a gravidade o mantém no solo. Tá difícil não menino?
Tem hora que parece que o avião está pronto para decolar: pista liberada, motor roncando, discurso afinado e vontade de ganhar altitude. O problema é que, na hora do vamos ver, aparece a velha conhecida gravidade — aquela força invisível que puxa tudo de volta para o chão. E não adianta acelerar demais quando o trem de pouso está cheio de amarras. Por essas bandas, a impressão é que o prefeito até tenta levantar voo. Faz pose de comandante, olha para o horizonte e parece dizer: “Agora vai!”. Só que, quando começa a corrida pela pista, surgem os obstáculos de sempre: agentes de gestão com decisões atravessadas, falta de preparo e improvisos que, em vez de ajudar a aeronave a ganhar altitude, parece disputar quem segura mais forte a asa. O problema talvez nem seja falta de vontade de voar. É excesso de peso dentro da cabine. Tem gente que ainda parece confundir administração pública com laboratório de experiência. Outros tratam cargo como se fosse prêmio de consolação. E, enquanto uns aprendem a pilotar durante o voo, o município fica esperando que alguém finalmente descubra onde fica o manche. E aí fica difícil, não menino? Porque governo não é brinquedo de montar. Não basta ter boa intenção, apertar alguns botões e esperar que o painel acenda. É preciso planejamento, experiência, equipe preparada e, principalmente, entender que o avião é público — portanto, ninguém deveria estar pilotando pensando apenas no próprio destino. O mais curioso é que, quando a aeronave não sai do chão, sempre aparece alguém culpando a pista, o vento, a chuva, o combustível ou até o passageiro da última fileira. Só não se pergunta se o problema está justamente nos agentes de cabine. Enquanto isso, os interesses particulares vão criando pequenas e grandes amarras. Cada grupo puxa para um lado, cada aliado quer seu espaço, cada projeto pessoal quer prioridade e, no final, quem deveria ajudar a aeronave a decolar acaba funcionando como âncora. O prefeito pode até estar olhando para cima. Mas, para chegar lá, primeiro vai precisar olhar para dentro. Porque não existe decolagem com equipe despreparada segurando o avião no chão. E muito menos existe altitude quando cada passageiro de gestão acredita ser dono da cabine. No Pinga Fogo, fica apenas a pergunta, com aquela dose necessária de malícia: Será que o problema é a gravidade... ou tem gente fazendo força para o avião não sair do lugar? Tá difícil, não menino? 🍹🔥 Por: Alirio Junior/JNHOJE
- PINGA FOGO - Escândalo é pouco… mas o pouco depende de quem roda. E a gasolina é à parte!
Tem coisa que, na política, parece escândalo para uns e simples “deslocamento” para outros. Depende muito de quem está no volante, de quem está no banco do passageiro e, principalmente, de quem tem a caneta para explicar a viagem. O curioso é que, quando o carro é dos outros, qualquer quilômetro rodado vira assunto sério. Mas quando o trajeto é conhecido, aparecem justificativas, planilhas, explicações e aquela velha frase: “não é bem assim…” E a gasolina? Ah, a gasolina é um capítulo à parte. Porque tem gente que faz conta até dos centavos quando o combustível é do vizinho. Mas quando o tanque está cheio e ninguém pergunta muito sobre a origem do abastecimento, parece que o ponteiro do bom senso também resolve ficar na reserva. No jogo político, a régua parece ter ficado elástica: para alguns, um pequeno detalhe já merece lupa, holofote e investigação. Para outros, até uma situação mais complicada consegue ser tratada como simples “questão administrativa”. No fim, fica a pergunta que ninguém quer responder: Será que o problema está no tamanho do escândalo ou em quem está dirigindo? Porque, em certas estradas da política, o carro pode até ser oficial, o combustível pode até estar pago… mas o destino da viagem continua sendo um mistério. E o Pinga Fogo segue abastecido. Porque quando a fumaça sobe, alguém sempre pergunta de onde veio a gasolina. Por: Alirio Junior/JNHOJE
- RAMAYANA — O EXÍLIO DE RAMA
Estreia nacional reúne tradição indiana e arte baiana na Funceb No dia 28 de agosto, às 19h (sexta-feira), a Escola de Dança da Funceb recebe a estreia nacional de RAMAYANA — O EXÍLIO DE RAMA, espetáculo solo que funde teatro, mitologia, música e expressão corporal. Esta montagem traz à cena a essência de um dos maiores tesouros da sabedoria universal: a epopeia milenar indiana. Com direção de Raí Alves e atuação do ator indiano Samer Shauder, o espetáculo convida o público a refletir sobre valores como dever, amor, coragem e dignidade diante das adversidades. Sem grandes estruturas cênicas, mas com intensidade e verdade, Samer dá vida a todos os personagens e cenários, conduzindo o público por uma jornada emocional e envolvente. Para Raí Alves, que possui uma trajetória de 46 anos de atuação ininterrupta no teatro, cinema e televisão, a arte exerce um papel fundamental na aproximação entre culturas: “A cultura é a grande ponte entre os povos. Aproximar a riqueza da tradição indiana da sensibilidade do público brasileiro é uma forma de promover esse encontro, começando por Salvador, berço da diversidade cultural.” SERVIÇO Espetáculo: RAMAYANA — O EXÍLIO DE RAMA Estreia nacional: 28 de agosto Horário: 19h Local: Escola de Dança da Funceb – Salvador/BA Entrada: Gratuita Duração: 60 minutos Após a estreia na Bahia, o projeto pretende seguir para São Paulo, onde será apresentado gratuitamente à comunidade indiana no Centro Cultural SEIMI. Para o produtor Felipe Fernandes, é importante levar essa mensagem como uma iniciativa de intercâmbio cultural: “Valorizar a identidade da comunidade indiana residente no Brasil e compartilhar sua herança com todos aqueles que buscam uma arte com sentido e profundidade.” SOBRE A EQUIPE Raí Alves — Direção e Assessoria de Imprensa: Ator, diretor, jornalista e agente cultural, com trajetória consolidada nas áreas de arte popular, educativa e inclusiva. Samer Shauder — Intérprete: Artista de origem indiana, especializado em performance e teatro épico, com reconhecida capacidade de atuação solo e fidelidade à narrativa de seu povo. Felipe Fernandes — Produção Oiexecutiva: Responsável pela execução operacional e pela circulação do projeto. Equipe artística e técnica A peça conta com as vozes de Luis Fernandes, Raí Alves e Stalia Wenzel, além da participação de Sony Anderson. Iluminação: Miro Nascimento Apoio: Funceb (BA) — Escola de Dança CONTATO Raí Alves Telefone: (71) 99151-6598 E-mail: raialvesdaarte1@gmail.com
- Agosto Lilás é marcado pelos 20 anos da Lei Maria da Penha
No mês de conscientização sobre o combate e a prevenção à violência doméstica e familiar, crescimento dos casos reforça a importância das redes de proteção e acolhimento às mulheres. Vinte anos após a sanção da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), considerada um dos principais marcos legais no combate à violência contra a mulher no mundo, o Brasil ainda enfrenta desafios alarmantes para garantir a proteção feminina. Dados da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado, revelam que 27% das brasileiras afirmam já ter sofrido violência doméstica ou familiar praticada por um homem ao longo da vida. Já levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que cerca de 37,5% das mulheres relataram ter sofrido algum tipo de violência nos 12 meses anteriores à pesquisa, o equivalente a aproximadamente 21 milhões de brasileiras. Os indicadores mais recentes também evidenciam a escalada da violência extrema. Em 2025, o Brasil registrou 1.568 vítimas de feminicídio, alta de 4,7% em relação ao ano anterior e o maior patamar já registrado pela série histórica. Desde que o crime passou a ser tipificado, em 2015, mais de 13 mil mulheres foram assassinadas em razão de sua condição de gênero. Além dos casos fatais, cresce também a busca por proteção. Em 2025, a Justiça brasileira concedeu quase 979 mil medidas protetivas de urgência, recorde histórico. Apenas no primeiro semestre de 2026, foram mais de 337 mil medidas concedidas em todo o país, demonstrando tanto a relevância da Lei Maria da Penha quanto a persistência da violência contra as mulheres. Ambiente corporativo como espaço de acolhimento Ao reconhecer que a violência doméstica impacta diretamente a saúde, a segurança, a qualidade de vida e o desempenho profissional das mulheres, organizações têm ampliado iniciativas de conscientização, prevenção e apoio, fortalecendo redes de acolhimento dentro e fora do ambiente de trabalho. Na Suzano, o tema integra uma agenda permanente de cuidado com as pessoas, especialmente durante o Agosto Lilás. A companhia promove ações de sensibilização, rodas de conversa, treinamentos e orientações para que lideranças e equipes possam identificar sinais de violência e contribuir para encaminhamentos adequados. Além de manter canais permanentes para denúncia e acolhimento. As iniciativas também buscam engajar os homens como aliados na promoção de relações respeitosas e na construção de uma cultura de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher. Para Thiago Tavares, gerente de Gente e Gestão da Suzano, o enfrentamento à violência contra a mulher exige compromisso coletivo. "O enfrentamento à violência de gênero deve ir além dos limites dos nossos lares e ocupar todos os espaços da sociedade. Na Suzano, entendemos que disponibilizar uma rede de apoio sólida, aliada a iniciativas que promovam a conscientização, o respeito e a corresponsabilidade de cada pessoa, é essencial para que nenhuma mulher enfrente essa realidade sozinha", afirma. Capacitação para reconhecer sinais de violência A Lei Maria da Penha reconhece diferentes formas de violência contra a mulher, incluindo agressões físicas, psicológicas, morais, sexuais e patrimoniais. Muitas delas não deixam marcas visíveis, mas costumam gerar alterações comportamentais perceptíveis no cotidiano. Quedas recorrentes de desempenho, faltas frequentes, isolamento social, mudanças bruscas de humor, ansiedade, medo constante ou justificativas repetidas para lesões podem ser sinais de alerta. Por isso, a Suzano desenvolveu uma capacitação específica para lideranças, orientando sobre acolhimento humanizado, escuta ativa e direcionamento seguro para canais especializados. Canal de acolhimento disponível 24 horas A empresa conta ainda com o Tele Faz Bem, canal interno gratuito e confidencial, disponível 24 horas por dia para colaboradores(as) e dependentes. O atendimento inclui suporte especializado para situações de violência de gênero, violência doméstica e abuso psicológico. A partir do primeiro acolhimento, a pessoa pode receber orientação social, psicológica e jurídica, conforme a necessidade, sempre com garantia de sigilo. "Quando promovemos mais espaços para o diálogo, fortalecemos uma cultura baseada no respeito e ampliamos as oportunidades de desenvolvimento para as mulheres, contribuímos para a construção de uma rede de proteção mais sólida e duradoura. Esse compromisso deve ser compartilhado por toda a sociedade e está presente na nossa cultura organizacional.", conclui Thiago Tavares. Canais de denúncia e apoio Central de Atendimento à Mulher: Ligue 180 (gratuito e 24 horas) Polícia Militar: 190 Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) Delegacias de Polícia Civil e Delegacias Online dos estados Sobre a Suzano A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br Fonte: Comunicação Suzano
- Deslizamento em lixão mata 30 pessoas na Guiné
Montanha de resíduos desabou após fortes chuvas e atingiu barracos e casas na capital Conacri. Pelo menos 30 pessoas morreram após um deslizamento ocorrido no domingo (23) em um grande aterro sanitário de Conacri, capital da Guiné. O acidente aconteceu durante a madrugada, depois de fortes chuvas provocarem o colapso de uma enorme estrutura de resíduos. Seis pessoas ficaram gravemente feridas e outras 16 sofreram ferimentos leves. Equipes de resgate continuavam procurando vítimas entre os escombros nesta segunda-feira.
- Reino Unido amplia apoio militar à Ucrânia e irrita Kremlin
Londres pretende compartilhar tecnologia relacionada a mísseis de longo alcance produzidos no país. Durante visita a Kiev nesta segunda-feira (24), o primeiro-ministro britânico Andy Burnham anunciou apoio à ampliação da capacidade ucraniana de produzir mísseis. O Reino Unido pretende fornecer informações sobre componentes utilizados nos mísseis SCALP/Storm Shadow. O Kremlin reagiu duramente e acusou Londres de aumentar seu envolvimento no conflito. A declaração ocorreu no mesmo dia em que a Ucrânia comemorou 35 anos de independência.
- Casas Bahia tem dívida de R$ 17,3 bilhões e cerca de 28 mil credores
Recuperação judicial envolve milhares de credores e prevê renegociação de grandes passivos da companhia. A crise financeira do Grupo Casas Bahia ganhou novos detalhes nesta segunda-feira (24). A empresa, que entrou com pedido de recuperação judicial, possui aproximadamente 28 mil credores e um passivo estimado em R$ 17,3 bilhões. O processo busca reorganizar as dívidas e permitir a continuidade das operações. A situação evidencia as dificuldades enfrentadas pelo varejo diante de custos financeiros elevados, crédito mais caro e redução da capacidade de consumo.
- Braskem pede recuperação extrajudicial para renegociar passivo
Movimento empresarial divulgado nesta segunda-feira pode ter repercussões no setor petroquímico e industrial baiano. A Braskem apresentou pedido de recuperação extrajudicial para renegociar parte de seu passivo, segundo informação divulgada nesta segunda-feira. O caso acompanha de perto o cenário econômico baiano devido à relevância histórica da cadeia petroquímica para a indústria do estado. O processo busca reorganizar obrigações financeiras por meio de negociação com credores, sem seguir o mesmo rito da recuperação judicial. Novos detalhes sobre o alcance da medida devem ser acompanhados conforme o processo avançar.
- Semana começa com atenção a indicadores econômicos que podem afetar a Bahia
IPCA-15, dados do emprego e outros indicadores nacionais serão divulgados nos próximos dias. A agenda econômica desta semana terá divulgação de indicadores importantes para consumidores e empresas. Entre os destaques estão a prévia da inflação de agosto, por meio do IPCA-15, prevista para quarta-feira (26), além dos números sobre desemprego e geração de empregos. Mesmo sendo indicadores nacionais, os resultados podem influenciar diretamente expectativas sobre inflação, juros, consumo e mercado de trabalho também na Bahia.













