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- Dino proíbe emendas para entidades ligadas a parentes de parlamentares
Medida visa impedir prática de nepotismo e improbidade administrativa O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu nesta quinta-feira (15) a destinação de emendas parlamentares a entidades do terceiro setor que tenham na direção parentes do congressista responsável pela indicação da verba pública. Pela decisão, a proibição alcança também parentes dos assessores parlamentares do responsável pela emenda. A vedação alcança ainda outros tipos de pessoas jurídicas, como empresas que tenham entre os sócios ou dirigentes familiares ou cônjuges de congressistas, prestadores de serviço e fornecedores. “Com efeito, não se revela compatível com o regime republicano que parlamentar possa destinar emendas a entidades vinculadas a familiares, direta ou indiretamente, transformando recursos públicos em moeda de afeto, conveniência ou lealdade pessoal, para não mencionar hipóteses de escancarado peculato”, escreveu Dino. Tal prática “desnatura por completo a finalidade constitucional das emendas, como também esvazia a impessoalidade, degrada a legitimidade da despesa e alimenta a desconfiança da sociedade nas instituições democráticas”, acrescentou o ministro. Ele afirmou ainda que a medida visa impedir a prática de nepotismo e de improbidade administrativa. No início da decisão, o ministro citou levantamento publicado na quarta-feira (14) pelo jornal O Globo, segundo o qual as emendas destinadas a Organizações Não Governamentais (ONGs) chegaram a R$ 3,5 bilhões na atual legislatura, 410% a mais do destinado em toda a legislatura anterior, entre 2019 e 2022. O valor é também mais que o triplo das emendas destinadas a estados e o Distrito Federal. Após citar esse aumento, Dino afirmou que “avolumam-se indícios graves de malversação de verbas públicas, com a destinação de recursos para a satisfação de interesses privados”. O ministro lembrou que já havia bloqueado os repasses a ONGs sem sede comprovada. Dino é relator de diferentes ações de descumprimento de preceito fundamental (ADPFs) que tratam da constitucionalidade na liberação de emendas parlamentares. Desde 2022, o Supremo vem impondo uma série de medidas para assegurar a transparência e a rastreabilidade dos recursos públicos. Em paralelo, tramitam em diferentes gabinetes diversos casos sobre suspeitas de desvios em emendas parlamentares. Fonte: Agência Brasil
- Trump e Delcy Rodríguez relatam conversa “produtiva” por telefone
Ligação aponta para uma mudança nas relações entre os dois países Nesta quarta-feira (14), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, se falaram por telefone e divulgaram breves relatos sobre a conversa em suas redes sociais. Delcy assumiu a presidência interinamente no início deste mês, após o Exército norte-americano capturar o presidente Nicolás Maduro e levá-lo para os Estados Unidos. Os dois líderes descreveram a conversa como positiva. A presidente informou que a conversa foi “longa, produtiva e cordial” e que se desenrolou a partir de um marco de respeito mútuo. “Abordamos uma agenda de trabalho bilateral em benefício de nossos povos, bem como de assuntos pendentes na relação entre nossos governos”, afirmou Delcy. Em uma publicação nas redes sociais, Trump afirmou que os dois discutiram temas como petróleo, minerais, comércio e segurança e disse que os Estados Unidos estão ajudando o país latino-americano a “se recuperar”". “Essa parceria entre os Estados Unidos e a Venezuela será espetacular para todos. A Venezuela, em breve, será grande e próspera novamente, talvez mais do que nunca”, disse o presidente norte-americano. Invasão A ligação aponta para uma mudança nas relações entre os dois países. No dia 3, o presidente Nicolás Maduro e a primeira-dama Cília Flores foram levados por militares estadunidenses, sob ordem do governo de Donald Trump, e estão presos em Nova York. Em pronunciamento à nação após a captura de Maduro, Delcy Rodríguez criticou a ação e disse que a Venezuela não voltaria a ser colônia. Mas, na última semana, o governo venezuelano anunciou que retomaria a agenda de conversas diplomáticas com os Estados Unidos. Fonte: Agência Brasil
- Luan De Martins toma posse como vereador na Câmara Municipal de Itabela
A solenidade foi marcada por um clima de emoção e expectativa, simbolizando o início de uma nova etapa na vida pública de Luan De Martins A Câmara Municipal de Itabela realizou, na manhã desta quinta-feira (15), a solenidade de posse do suplente de vereador Luan De Martins (União Brasil), que passa a integrar oficialmente o Legislativo municipal. O evento reuniu autoridades, parlamentares, familiares, amigos e apoiadores, marcando um momento de relevância para a política local. A posse de Luan De Martins ocorre em cumprimento à determinação do Poder Judiciário, que decretou a suspensão do vereador Lucas de Souza Lemos de suas funções parlamentares. A convocação está amparada pelo Decreto Legislativo nº 04/2025 e pelo artigo 43 da Lei Orgânica do Município, que regulamentam a substituição de parlamentares em situações de afastamento. Em seu pronunciamento, Luan De Martins expressou profunda gratidão pela oportunidade de assumir o mandato, agradecendo primeiramente a Deus, à sua família e a todos que confiaram e apoiaram sua trajetória política. O novo vereador destacou que chega à Câmara com humildade, responsabilidade e disposição para trabalhar em favor do povo itabelense. “Assumo esta missão com o coração grato e com a consciência da grande responsabilidade que é representar a população de Itabela. Agradeço a cada cidadão que acreditou em mim e reafirmo meu compromisso de trabalhar com seriedade, diálogo e respeito”, afirmou. Luan também ressaltou que sua atuação no Legislativo será pautada na defesa dos interesses da população, no fortalecimento das políticas públicas e na busca por melhorias nas áreas essenciais do município. Segundo ele, o mandato será exercido com transparência, ouvindo as demandas da comunidade e mantendo um diálogo constante com os demais vereadores e o Poder Executivo. “Meu compromisso é com o povo. Quero ser uma voz presente, acessível e atuante, lutando por mais oportunidades, desenvolvimento e qualidade de vida para nossa cidade”, completou o parlamentar. A solenidade foi marcada por um clima de emoção e expectativa, simbolizando o início de uma nova etapa na vida pública de Luan De Martins. Com a posse, a Câmara Municipal assegura a continuidade dos trabalhos legislativos, reforçando o respeito às normas legais e ao funcionamento democrático das instituições. Na ocasião marcaram presença, o prefeito Ricardo Flauzino, além de familiares, apoiadores e parlamentares, marcando um momento significativo para a política local. Por: Alirio Junior/JNHOJE
- Senadores protocolam pedido de impeachment contra Toffoli
Representação foi encaminhada para o presidente da Casa, Davi Alcolumbre; segundo os senadores Magno Malta (PL-ES), Eduardo Gira (Novo-CE) e Damares Alves (Republicano-DF) há indícios de crime de responsabilidade, com fundamento na Constituição Federal Foi protocolado nesta quarta-feira (14) o pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e encaminhada ao presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre. Segundo os senadores Magno Malta (PL-ES), Eduardo Girão (Novo-CE) e Damares Alves (Republicano-DF) há indícios de crime de responsabilidade, com fundamento na Constitução Federal. Os parlamentares apontam suposta violação ao dever de imparcialidade, que afeta o Estado Democrático de Direito, conflito de interesses e conduta incompatível com o decoro do cargo. “Configura frontal afronta aos princípios constitucionais da administração pública, em especial à moralidade, à impessoalidade e à finalidade pública”, diz o documento de solicitação. Entre os fatos citados estão atos praticados por Toffoli no âmbito do chamado “Caso Banco Master”, além de relações extraprocessuais e possíveis vínculos indiretos envolvendo familiares do ministro. Citando matérias veiculas por jornais nacionais, o documento destaca que Toffoli “viajou a Lima, Peru, como passageiro em aeronave particular do empresário, na companhia de advogado integrante da defesa de um dos investigados no inquérito do “Caso Banco Master”. Os senadores também citam outras apurações contra Toffoli e destacam que “a violação dos deveres legais é agravada pela transgressão aos princípios éticos fundamentais” e que a “criação de qualquer aparência de vínculo privilegiado com uma das partes constitui violação do Código de Ética da Magistratura”. Fonte: Jovem Pan
- Venezuela ‘se abre a um novo momento político’, diz Delcy Rodríguez
O governo interino anunciou em 8 de janeiro um processo de excarceração de um número ‘importante’ de presos políticos A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou nesta quarta-feira (14) que seu país “se abre para um novo momento político”, em pleno processo de excarcerações após a derrubada de Nicolás Maduro em um bombardeio americano. O governo interino de Rodríguez anunciou em 8 de janeiro um processo de excarceração de um número “importante” de presos políticos sob pressão dos Estados Unidos, após a captura de Maduro em 3 de janeiro, em uma incursão militar. “A mensagem é uma Venezuela que se abre para um novo momento político, que permita o entendimento a partir da divergência e da diversidade político-ideológica”, disse Rodríguez a jornalistas no Palácio Presidencial de Miraflores. Rodríguez informou 406 libertações de presos políticos desde dezembro, em um processo que, segundo ela, foi iniciado por Maduro. Mas a ONG especializada Foro Penal contabiliza cerca de 180 excarcerações desde então, ao somar duas rodadas de dezembro e os libertados no processo atual, que avança a conta-gotas. Uma nova rodada de excarcerações ocorreu nesta quarta-feira, na qual 17 jornalistas e trabalhadores da imprensa foram libertados, entre eles o renomado ativista opositor Roland Carreño. “Queremos informar que esse processo ainda não foi concluído, ele permanece aberto”, afirmou a mandatária interina. Rodríguez detalhou que o processo de excarcerações inclui crimes relacionados à “ordem constitucional”, assim como ao “ódio, à violência e à intolerância”, e não “crimes graves” como homicídio e narcotráfico. Centenas de pessoas foram detidas e processadas sob acusações de “incitação ao ódio” e “traição à pátria”, especialmente em contextos eleitorais e de protestos da oposição. Fonte: Jovem Pan/Com informações da AFP
- Investigado pela PF, Lulinha deve deixar o Brasil e voltar a morar na Europa
Lulinha teria ainda recebido R$ 25 milhões do Careca do INSS e uma “mesada” de cerca de R$ 300 mil. O filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, deve retornar sua morada em Madri, na Espanha, nos próximos dias. O herdeiro do petista estava no Brasil nas últimas três semanas para participar de festas de fim de ano. No entanto, não houve nenhum registro de encontro com o seu pai. A informação da volta de Lulinha à Europa foi revelada pela coluna Andreza Matais, do Metrópoles. O seu retorno ao continente europeu ocorre em um momento em que a Polícia Federal teria informado ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma investigação contra o filho do presidente Lula. De acordo com a PF, ele seria sócio oculto do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes. Conhecido como “Careca do INSS”, Antônio Carlos é apontado como líder do esquema criminoso que desviou valores bilionários de aposentados por meio de descontos associativos. As menções foram encontradas pela Polícia Federal na investigação que realiza a respeito dos desvios nas contas dos beneficiários do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). De acordo com o “Estadão”, a PF encontrou citações do filho do presidente Lula em diálogos de WhatsApp, passagens aéreas, anotações e o depoimento de uma testemunha. Na representação enviada ao ministro André Mendonça, relator do inquérito sobre os desvios no INSS, os investigadores da Polícia Federal ressalvam que até o momento não foi encontrado nenhum elemento que indique a participação direta de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nos fatos sob investigação. A defesa de Lulinha disse ao jornal que ele nunca foi sócio do Careca do INSS. Lulinha teria ainda recebido R$ 25 milhões do Careca do INSS e uma “mesada” de cerca de R$ 300 mil. Fonte: Bahia Notícias
- Irã restabelece ligações internacionais, mas mantém bloqueio à internet em meio a protestos
ONGs acusam regime de tentar ocultar repressão que já deixou centenas de mortos A conexão telefônica internacional foi restabelecida nesta terça-feira(13) no Irã, constatou um jornalista da AFP, mas o país segue sem acesso à internet devido, segundo o governo iraniano, a “operações terroristas” durante os protestos. Defensores dos direitos humanos acusaram a República Islâmica de cortar o acesso à internet para ocultar a repressão que, segundo eles, provocou centenas de mortes, ou até mais. Os protestos começaram há duas semanas. No início eram contra o aumento do custo de vida, mas com o passar dos dias se transformaram em um movimento contra o regime teocrático que governa o Irã desde a Revolução Islâmica de 1979, que derrubou o xá. O país está sem acesso à internet desde 8 de janeiro, ou seja, há mais de 108 horas, segundo a ONG NetBlocks. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, declarou nesta terça-feira ao canal Al Jazeera que o apagão foi estabelecido por supostas “operações terroristas” durante os protestos, que representam um grande desafio para o governo do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, de 86 anos. “O governo dialogava com os manifestantes. A internet foi cortada apenas depois que nos vimos confrontados com operações terroristas e constatamos que as ordens vinham do exterior”, afirmou o ministro. Desde sexta-feira os iranianos também não podiam ligar para o exterior, mas nesta terça-feira as linas telefônicas foram restabelecidas, constatou um correspondente da AFP. A repressão a esses protestos desencadeou uma onda de condenações e indignação a nível internacional. Fonte: Jovem Pan/com AFP
- Cerca de duas mil pessoas morreram em protestos no Irã, diz autoridade
Grupos de defesa dos direitos humanos identificaram anteriormente mais de 500 vítimas e pelo menos 10 mil presos Cerca de duas mil pessoas, incluindo o membros da segurança, foram mortas em protestos no Irã, declarou uma autoridade do país, nesta terça-feira (13), a primeira vez que as autoridades reconheceram o alto número de mortos em uma intensa repressão em duas semanas de agitação em todo o país. A autoridade iraniana, falando à agência de notícias Reuters, disse que "terroristas" estavam por trás das mortes de manifestantes e do pessoal de segurança. A autoridade não forneceu um detalhamento de quem havia sido morto. Os protestos, provocados por condições econômicas terríveis, tem sido o maior desafio interno para as autoridades iranianas há pelo menos três anos e ocorre em meio à intensificação da pressão internacional após os ataques de Israel e dos Estados Unidos no ano passado. As autoridades religiosas do Irã, que estão no poder desde a Revolução Islâmica de 1979, tentaram adotar uma abordagem dupla em relação às manifestações, considerando legítimos os protestos contra os problemas econômicos e, ao mesmo tempo, aplicando uma dura repressão de segurança. Eles acusaram os Estados Unidos e Israel de fomentar a agitação e disseram que pessoas não identificadas, que eles chamam de terroristas, assumiram os protestos. Um grupo de defesa dos direitos humanos identificou anteriormente centenas de pessoas mortas e disse que milhares haviam sido presas. As restrições à comunicação, incluindo um apagão da internet nos últimos dias, prejudicaram o fluxo de informações. Vídeos de confrontos noturnos entre manifestantes e forças de segurança na última semana, incluindo vários que foram verificados pela Reuters, mostraram confrontos violentos com tiros e carros e prédios em chamas. Fonte: CNN Brasil
- Prefeito Ricardo Flauzino inicia o ano com investimento de mais de R$ 1 milhão na reforma de escolas municipais de Itabela
As obras já tiveram início nesta segunda-feira (12) nas unidades escolares e seguirão conforme o cronograma estabelecido O prefeito de Itabela, Ricardo Flauzino, iniciou o ano de 2026 reforçando o compromisso com a educação municipal. Na manhã desta segunda-feira (12), o gestor assinou a licitação que autoriza o início das obras de reforma em quatro escolas da rede pública, com investimento superior a R$ 1,1 milhão. A ação integra o planejamento estratégico da administração para garantir ambientes escolares mais seguros, adequados e acolhedores aos alunos no retorno das aulas. Neste primeiro lote, estão sendo contemplados o Colégio Municipal Augusto Gonçalves Costa, a Escola Municipal Frei Ricardo, a Escola Municipal Lúcio Ferreira e a Escola Municipal Abdias Martins Pereira. As intervenções incluem melhorias estruturais, revitalização de espaços físicos e adequações necessárias para proporcionar melhores condições de ensino e aprendizagem. O ato de assinatura contou com a presença da pregoeira municipal, Gionara Pinha, responsável pelo processo licitatório, e do secretário municipal de Educação, Gutembergue Pellegrini, que destacou a relevância das reformas para o fortalecimento da rede pública de ensino e a valorização da comunidade escolar. Durante a solenidade, o prefeito Ricardo Flauzino ressaltou que investir na educação é uma das prioridades da gestão. “Estamos iniciando o ano com um investimento significativo na infraestrutura das nossas escolas, porque acreditamos que oferecer espaços dignos, seguros e bem estruturados é essencial para valorizar nossos profissionais da educação e garantir melhores condições de aprendizagem para nossos alunos. A educação é a base do futuro de Itabela”, afirmou o prefeito. As obras já tiveram início nesta segunda-feira (12) nas unidades escolares e seguirão conforme o cronograma estabelecido. Paralelamente, o município já deu sequência aos estudos técnicos para a abertura dos próximos lotes de licitação, com o objetivo de contemplar todas as demais escolas do território municipal. A meta é assegurar que todas as unidades estejam plenamente aptas a receber os alunos no início das atividades letivas. Fonte: Ascom - Prefeitura de Itabela
- Moraes assume presidência do STF após Fachin entrar em recesso
Ministro ficará à frente do Supremo Tribunal Federal a partir desta segunda-feira (12) até o fim de janeiro O ministro Alexandre de Moraes assume interinamente a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (12) com o início do período de recesso do presidente da Corte, ministro Edson Fachin. Moraes ficará à frente do Tribunal até o fim de janeiro. A mudança ocorre porque o Judiciário está em recesso de 20 de dezembro a 31 de janeiro. Nesse período, Fachin, atual presidente da Corte, ficou responsável pelo plantão entre 20 de dezembro e 11 de janeiro. A partir desta segunda-feira, Moraes, na condição de vice-presidente, passa a responder pela Presidência e pelo plantão judicial até 31 de janeiro. Não é a primeira vez que Moraes assume interinamente o comando do STF. Em novembro do ano passado, o ministro presidiu a Corte durante a ausência de Fachin, que esteve em Belém (PA) para representar o Judiciário brasileiro na COP30. O plenário do STF formalizou, em agosto, a escolha de Fachin e Moraes para os cargos de presidente e vice-presidente. Ambos tomaram posse em setembro, após o fim da gestão do ministro Luís Roberto Barroso, que se aposentou. A eleição segue uma regra de antiguidade e rodízio entre os ministros. Pelo critério do revezamento, Moraes deve assumir a presidência de forma definitiva em 2027, por ser o ministro mais antigo que ainda não comandou a Corte. Plantão judicial O plantão judicial ocorre para atender jurisdicionados e advogados em casos urgentes nos dias em que não há expediente regular no tribunal, como durante o recesso de 20 de dezembro a 31 de janeiro. Durante esse período, os pedidos relacionados aos assuntos previstos na regulamentação do plantão devem ser protocolados exclusivamente por meio eletrônico, com horário de processamento das 9h às 13h. Fonte: Jovem Pan/Com Estadão Conteúdo
- Número de mortos em protestos no Irã passa dos 500
O presidente Masoud Pezeshkian prometeu abordar as queixas econômicas, mas não mostrou sinais de recuar de uma severa repressão O número de mortos pela repressão à onda de protestos no Irã subiu para 538, informou a Iran Human Rights, uma organização não governamental com sede na Noruega que monitora a situação no país. Outras 10.600 pessoas foram detidas durante as duas semanas de protestos, segundo a entidade. O mais recente balanço de mortes nos protestos contra o regime teocrático do aiatolá Ali Khamenei ocorre em meio à denúncias de violência policial feitas por manifestantes. O chefe da polícia do Irã, Ahmad-Reza Radan, afirmou neste domingo que “o nível de confronto contra os manifestantes se intensificou”. Enquanto isso, mais protestos foram convocados. O governo do Irã descreveu a luta contra o que chamou de “tumultos” como uma “batalha de resistência nacional iraniana contra os Estados Unidos e o regime sionista”. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, prometeu abordar as queixas econômicas, mas não mostrou sinais de recuar de uma severa repressão. Ao contrário: ele conclamou a população a participar de uma “marcha de resistência nacional” com manifestações em todo o país na segunda-feira (12), para denunciar a violência, que o governo atribuiu a “criminosos e terroristas urbanos”, informou a televisão estatal. “Nosso dever é resolver e atender às queixas do povo. Mas também temos o dever de não deixar que manifestantes desestabilizem o país”, disse o presidente, Masoud Pezeshkian, em uma entrevista à televisão estatal iraniana no sábado. Ele falou enquanto os manifestantes no Irã enfrentam uma repressão intensificada e letal por parte das autoridades. À medida que os protestos escalam, a teocracia do Irã parece cada vez mais vulnerável, e altos funcionários procuraram culpar os Estados Unidos e Israel, dizendo que ambos apoiam os manifestantes. As instalações militares e nucleares do Irã foram danificadas por uma guerra de 12 dias com Israel em junho passado, e o país vem afundando em uma grave crise econômica após a reativação de sanções econômicas da ONU no ano passado. Aumentando a pressão, o Presidente Trump disse que poderia atacar o Irã se as autoridades matassem manifestantes pacíficos, e vários funcionários dos EUA disseram ao The New York Times no sábado que ele foi informado sobre novas opções de ataques militares. O novo balanço de mortes nos protestos contra o governo do aiatolá Ali Khamenei, que tomaram as ruas do país há quase duas semanas, ocorre em meio a denúncias de violência policial feitas por manifestantes. Iranianos ouvidos por jornais dos EUA e do Reino Unido afirmaram que policiais atiraram contra manifestantes ao longo das mais de 100 cidades que registraram protestos pelo país. “Desde o início dos protestos, a Iran Human Rights confirmou a morte de pelo menos 490 manifestantes e 48 agentes de segurança”, afirmou a ONG Iran Human Rights, com sede na Noruega O número real de mortos pode ser muito maior, já que um bloqueio de internet que dura dias dificulta a verificação dos dados. O governo iraniano não divulgou números oficiais de vítimas das manifestações. Há o temor de que o bloqueio cibernético esteja encorajando o regime do país a reprimir os manifestantes de forma sangrenta. Maiores protestos em 15 anos; líder fala em ‘vândalos’ e acusa EUA As manifestações, iniciadas há duas semanas por insatisfação com a situação econômica do país, são as maiores em uma década. Para além da pauta econômica, os protestos passaram a ecoar contra o regime político do Irã. O país está sem acesso à internet há 48 horas, após um apagão nacional imposto pelas autoridades do regime teocrático, segundo a ONG de cibersegurança Netblocks. Apesar do bloqueio à rede, os protestos seguem em crescente. O líder supremo do Irã criticou os “vândalos” que, segundo ele, estão por trás dos protestos, e acusou os Estados Unidos de incitá-los. “Estamos em plena guerra”, declarou Ali Larijani, um dos conselheiros do aiatolá e chefe da principal agência de segurança do país, denunciando “incidentes orquestrados no exterior”. No sábado, a televisão estatal exibiu imagens dos funerais de integrantes das forças de segurança mortos durante os protestos. Na cidade de Shiraz, no sul do país, o comparecimento nos ritos fúnebres foi expressivo. Ameaça aos EUA; Israel em ‘alerta máximo’ O Irã afirmou que atacará alvos militares e navios dos EUA no caso de um ataque dos Estados Unidos em apoio aos manifestantes durante a onda de protestos em curso no país, afirmou o presidente do parlamento neste domingo. Em meio aos protestos, a Guarda Revolucionária do Irã, organização militar que tem como foco a defesa do regime Khamenei, afirmou que proteger a “segurança nacional é um ponto inegociável”. As Forças Armadas dos EUA afirmaram que, no Oriente Médio, estão “posicionadas com forças que abrangem toda a gama de capacidade de combate para defender nossas forças, nossos parceiros e aliados e os interesses dos EUA”. Tais ameaças ganharam força após a captura do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, pelas forças dos EUA, no início deste mês. “Se os Estados Unidos tomarem ação militar, tanto os territórios ocupados quanto as rotas militares e marítimas dos EUA serão nossos alvos legítimos”, disse Mohammed Ghalibaf, presidente do parlamento do Irã, em um comunicado no domingo, de acordo com a agência de notícias semi-oficial do Irã, Tasnim. Bases militares dos EUA e de Israel também poderiam ser alvos, ele acrescentou. O exército de Israel disse estar “preparado defensivamente” para qualquer ataque, enquanto o primeiro-ministro do país, Binyamin Netanyahu, elogiou os manifestantes. “Israel apoia a luta deles pela liberdade e condena firmemente os assassinatos em massa de civis inocentes”, disse ele. “Todos nós esperamos que a nação persa em breve seja libertada do jugo da tirania, e, quando esse dia chegar, Israel e Irã serão novamente parceiros fiéis”. As autoridades iranianas vêm tentando um delicado equilíbrio em sua resposta aos protestos, ao reconhecer as queixas econômicas e tomar medidas para abordá-las, enquanto também acusam tanto os Estados Unidos quanto Israel de apoiar os “arruaceiros” que eles retratam como “sequestradores das manifestações”. Os protestos dos últimos dias não apenas cresceram significativamente em tamanho, mas parecem ter se tornado cada vez mais violentos de ambos os lados. Edifícios do governo foram incendiados, enquanto o chefe da polícia do Irã, o brigadeiro-general Ahmadreza Radan, culpou as mortes e ferimentos em “soldados não pagos dos inimigos do Irã”. “Uma parte significativa dos mortos morreu por armas brancas e ferimentos de faca. Nos casos envolvendo tiros, a distância dos disparos era muito próxima, indicando que essas ações não foram realizadas pelas forças de segurança, mas por elementos treinados e dirigidos”, disse o General Radan. Alguns ativistas relataram forças de segurança iranianas invadindo hospitais para procurar os feridos. Skylar Thompson, diretora adjunta da HRANA, disse que as dificuldades de comunicação com pessoas dentro do Irã tornaram difícil assegurar o que estava acontecendo dentro das instalações médicas. Mas ela disse que a organização havia confirmado casos de manifestantes feridos sendo removidos dos hospitais. “Temos documentos hospitalares que mostram indivíduos afetados por gás lacrimogêneo, temos casos semelhantes de pessoas atingidas por balas – balas de borracha e munição real – e sendo transferidas para instalações de detenção sem o devido cuidado”, disse ela. Ao contrário de alguns oficiais de segurança iranianos e até do líder supremo, o Aiatolá Ali Khamenei, Pezeshkian anteriormente tentou adotar um tom de responsabilidade governamental pelas dificuldades econômicas que muitos iranianos estão sentindo, oferecendo pequenas reformas, embora economistas digam que não são suficientes para solucionar a severidade da crise. Papa reza pelas vítimas No Vaticano, o Papa Leão XIV rezou pelas vítimas da repressão e afirmou que, caso não haja distensão, “muitas vidas serão ceifadas”. “Meus pensamentos se voltam para o que está acontecendo atualmente no Oriente Médio, particularmente no Irã e na Síria, onde tensões persistentes estão causando a morte de muitas pessoas”, disse o pontífice. “Espero e rezo pelo cultivo paciente do diálogo e da paz, para o bem comum de toda a sociedade.” Fonte: Jovem Pan/ com Estadão Conteúdo
- Um mês para o Carnaval: hospedagem para folia chega a R$ 42 mil em Salvador
Localização, padrão do imóvel e tipo de hospedagem influenciam diretamente no preço dos aluguéis É oficial: a contagem regressiva para o Carnaval de Salvador, considerada a maior festa de rua do mundo, já começou. A um mês do início da folia, a capital baiana já sente os efeitos da alta demanda turística, e a expectativa é de que a movimentação aumente ainda mais nos próximos dias. Para quem ainda não garantiu hospedagem, a estadia não deve sair barata. Um levantamento feito pelo portal Alô Alô Bahia aponta que o valor do aluguel para os seis dias de Carnaval, entre 12 e 17 de fevereiro, pode chegar a R$ 42 mil. A pesquisa considerou imóveis e hotéis anunciados no Airbnb e no Booking.com em bairros próximos aos principais circuitos da festa. Um dos aluguéis mais caros identificados custa R$ 19.280 e fica no bairro da Barra, nas proximidades do Farol. O imóvel oferece lounge compartilhado, máquina de lavar roupa, ar-condicionado, Wi-Fi gratuito e estacionamento privativo. A Praia do Farol da Barra está a cerca de sete minutos de caminhada. O apartamento dispõe de varanda com vista para a cidade, três quartos, sala de estar, TV de tela plana, cozinha equipada com geladeira e forno, além de dois banheiros com chuveiro. Já para quem busca uma experiência de alto padrão, o Hotel Fasano aparece como a opção mais cara do levantamento. A hospedagem custa R$ 42.516 para um quarto durante o período do Carnaval. Localizado na Praça Castro Alves, dentro do Circuito Osmar (Campo Grande), o hotel está em um dos pontos mais tradicionais e estratégicos da festa. Alugar apartamento sai mais barato No Airbnb, é possível encontrar valores mais acessíveis, já que a plataforma geralmente tem menos custos fixos e oferece facilidades como cozinha. Um apartamento com vista para o mar em Ondina/Rio Vermelho, por exemplo, custa R$ 8.778 para cinco noites. O imóvel comporta até quatro hóspedes e conta com um quarto, duas camas e um banheiro. Quem garantiu o aluguel com antecedência foi a publicitária Gleisi Damasceno, que reservou um apartamento em Ondina, no fim do Circuito Dodô (Barra-Ondina), ainda em novembro. Ela pagou R$ 3 mil para duas pessoas. “Acho que está dentro do padrão. Carnaval é isso mesmo. Por isso vou pular muito na pipoca. Já basta o que estou pagando por fora”, brinca. De modo geral, entre a Barra e o Rio Vermelho, os aluguéis no Airbnb variam entre R$ 2 mil e R$ 8 mil. No Centro da cidade, a média gira em torno de R$ 3 mil para todo o período da folia. Segundo o corretor Ronaldo Borges, a localização, o padrão do imóvel e o tipo de hospedagem influenciam diretamente no preço dos aluguéis durante o Carnaval. “Olha, com a proximidade do Carnaval, não tem como negar: o mercado de aluguel por temporada em Salvador fica extremamente aquecido. Como corretor atuando na cidade há anos, eu diria que o que mais pesa no preço final é a localização”, afirma. “Imóveis próximos aos circuitos oficiais, como Barra, Ondina, Campo Grande e Pelourinho, chegam a custar até 10x mais do que em bairros mais distantes. A lógica é simples: as pessoas pagam pela conveniência de estar próximo à festa e poder voltar caminhando no fim da noite”, acrescenta. Apartamentos com melhor infraestrutura, maior número de quartos, vista para o mar e itens como ar-condicionado e garagem também encarecem a diária. Além disso, hotéis costumam cobrar mais por oferecerem serviços completos, enquanto aluguéis por temporada, como os anunciados em plataformas digitais, podem apresentar opções mais acessíveis, a depender do bairro e das comodidades incluídas. Fonte: Correio24horas













