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  • Covid-19 provocou apagão em tratamento de saúde mental, indica OMS.

    Luto, isolamento, perda de renda e medo durante a pandemia do novo coronavírus trouxeram novos problemas de saúde mental e agravaram os que já existiam, num momento em que o atendimento era reduzido ou interrompido em 93% dos países do mundo, indica pesquisa divulgada nesta segunda (5) pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O relatório não traz resultados por país, mas a interrupção em ao menos algum serviço de atendimento à saúde mental atingiu 100% entre os países das Américas. “Este foi um aspecto esquecido da primeira onda, e os governos precisam se preparar para evitar mais sofrimento nos próximos meses”, afirmou a diretora do departamento de Saúde Mental e Uso de Substâncias da OMS, Dévora Kestel. Níveis elevados de uso de álcool e drogas, insônia e ansiedade estão entre os problemas específicos que ficaram sem atenção. Nos casos mais graves, a interrupção no tratamento eleva casos de suicídio ou mortes por overdose de opióides, afirmou Kestel. Embora não haja dados quantitativos sobre vítimas, mais de um terço dos países (35%) relatou interrupções nas intervenções de emergência, incluindo aquelas para pessoas que tiveram convulsões prolongadas, síndromes de abstinência por uso de substâncias graves e delírio, que geralmente indicam condição médica séria. Na Itália, médicos divulgaram um alerta de que, desde março, houve 71 casos de suicídio e 46 tentativas que foram relacionadas aos efeitos da pandemia. Com o fechamento das escolas na maioria absoluta dos países, serviços de saúde mental nas redes de ensino foram os mais afetados. Impacto no atendimento a crianças e adolescentes foi relatada por 78% dos países, em 7 em cada 10 deles tiveram interrupção total dos serviços antes realizados nas escolas. Além dos efeitos indiretos na saúde mental, a infecção pelo Sars-Cov-2 também causa complicações neurológicas e mentais, como delírio, agitação e derrame, aponta a entidade. Há também impacto econômico. Segundo a OMS, cerca de US$ 1 trilhão (cerca de R$ 5,7 trilhões) era perdido anualmente apenas com depressão e ansiedade antes da pandemia de Covid-19. ​ A pesquisa foi realizada de junho a agosto de 2020, entre 130 países nas seis regiões da OMS. Kestel afirmou que, como o levantamento foi feito por meio de questionários respondidos pelos ministérios da saúde, os resultados podem revelar um quadro parcial. “A abrangências das informações depende de quanta informação cada governo central tem sobre as diferentes regiões e serviços”, disse ela. Os países foram questionados sobre dez tipos de atendimento, incluindo tratamento em hospitais psiquiátricos para pacientes internos e externos, serviços ambulatoriais, internação psiquiátrica e neurológica, tratamento de transtornos por uso de substâncias e atenção primária à saúde. Nenhum país relatou o fechamento total de todas as 10 categorias de serviço. Mantiveram todos os serviços abertos 5 países africanos (18%), 2 países europeus (8%) e 2 países do leste da Ásia (9%), segundo a pesquisa. Nos países que tiveram impacto no atendimento, aconselhamento e terapia (67%), serviços de redução de danos no consumo de drogas (65%) e tratamentos para substituir o uso de opioides (45%) foram alguns dos mais afetados. Atendimento remoto foi uma solução adotada para compensar o impacto nos serviços, mas ela se concentrou nos países mais desenvolvidos. Mais de 80% dos países de alta renda relataram a oferta de telemedicina e teleterapia para preencher lacunas na saúde mental; nos de baixa renda, menos de 50% implantaram a opção. Uma das dificuldades para evitar novas falhas nos próximos meses, segundo Kestel, é que apenas 17% dos países relataram financiamento adicional para tratamentos de saúde mental e o apoio psicossocial como resposta aos impactos da Covid-19. Antes da pandemia, já havia “subfinanciamento crônico”, segundo a OMS: os países gastavam menos de 2% de suas verbas de saúde para prevenir ou tratar distúrbios mentais. A área recebia também menos de 1% da ajuda internacional destinada à saúde. Segundo a OMS, estudos mostram que cada US$ 1 gasto em tratamento de depressão e ansiedade produz um ganho de US$ 5, ao reduzir perdas de produtividade e evitar problemas mais sérios. No próximo sábado (10), a OMS fará um evento online para estimular mais investimentos em saúde mental como resposta aos danos da pandemia de Covid-19. Entre os participantes estão o goleiro brasileiro Alisson Becker, do Liverpool, Talinda Bennington, víuva do vocalista do Linkin Park, Chester Bennington, e a mãe de Lady Gaga, Cynthia Germanotta, presidente da fundação Born This Way, criada em 2012 pela cantora para "apoiar o bem-estar mental e emocional dos jovens". Fonte: Bocão News

  • Eunápolis: Professores recebem regência de classe e extensão de carga horária retroativos.

    Após encaminhar uma proposta ao judiciário  para retomada do pagamento da regência de classe e extensão de carga horária aos profissionais da educação, o prefeito de Eunápolis Robério Oliveira autorizou o pagamento da folha destes benefícios retroativo à agosto, realizando a quitação da folha de professores na última quarta-feira (30/09) no valor de mais de R$ 6 milhões, somado à folha de setembro que já consta em definitivo o pagamento da regência e extensão de carga horária aos professores. Outra informação importante divulgada pela gestão foi a suspensão das aulas remotas, devido à dificuldade encontrada pelos alunos para adesão ao modelo de ensino on-line e por entender que o ano letivo foi prejudicado sensivelmente pelo estado de pandemia, e que a falta de adesão e o curto espaço e tempo, não seria possível recuperá-lo. Com isso, o município irá se programar para que em 2021, todos os alunos sejam inseridos no projeto de adequação pedagógica promovido pela Secretaria de Educação. “Pedimos desculpa aos pais e professores, especialmente aos alunos por quaisquer danos ou desconforto. Vamos proteger nossas vidas e no próximo ano estaremos recuperando o ano letivo de 2020”, disse o prefeito Robério Oliveira. Fonte: Via 41

  • Laboratório em Goiás deve analisar mais de 140 pacotes de sementes ‘misteriosas’.

    O Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Goiânia (LFDA) deve analisar 147 pacotes de sementes misteriosas que brasileiros receberam por correspondência junto com compras feitas pela internet. Segundo o do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a origem das embalagens é de países asiáticos, como China e Malásia. De acordo com o ministério, moradores do Distrito Federal e de 17 estados afirmam ter recebido as sementes: Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins. Até este domingo (4), ainda não haviam sido divulgados os resultados das análises, que começaram na última segunda-feira (28). De acordo com a pesquisadora do LFDA Roseli Chela Fenille, a maior parte dos pacotes ainda não chegou na capital goiana. "Ainda não temos resultados. São análises demoradas e com muitas etapas. Em Goiás, nós já contabilizamos 16 pacotinhos, mas ainda vamos receber de três pessoas que estão vindo do interior do estado. Ao todo nós já recebemos 56 amostras, vindas do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Roraima, Rondônia e Pernambuco, Paraná e Rio de Janeiro. Ainda estamos o restante.", disse. Todo o material está sendo enviado ao laboratório goiano para diagnóstico fitossanitário e identificação das espécies. O laboratório da capital foi escolhido pelo ministério por ser uma das unidades federais consideradas de referência no trabalho de diagnóstico vegetal. Fonte: Verdinho Itabuna

  • Quase 1.000 cidades 'repetiram de ano' na avaliação da educação, aponta relatório.

    Urgência com elaboração de planos e currículos para reabertura das escolas convoca candidatos a prefeitos a pensarem estratégias concretas, sem período de adaptação, afirma Priscila Cruz, do Todos pela Educação. As eleições municipais trarão um desafio a mais para os futuros prefeitos eleitos em 2020. Será preciso repensar estratégias e currículos para reabrir as escolas em segurança, traçar diagnósticos para encontrar os temas que os alunos tiverem mais dificuldade, além de atender a uma demanda maior, provocada pelas transferências das escolas particulares para as públicas devido à crise econômica. Tudo isso em meio a um cenário com menor arrecadação de impostos que financiam a educação e a cortes previstos no Ministério da Educação (MEC), que repassa recursos para programas da educação básica. Em quase 1.000 municípios do país, o desafio será ainda maior. Eles pioraram o desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), obtendo uma nota menor nos últimos dois anos (período em que a avaliação é feita). A análise está no relatório "Educação Já - Municípios", feito pela organização Todos pela Educação, que está sendo lançado nesta segunda-feira (5). O documento traça orientações para que os candidatos se preparem para a futura gestão e propõe ações integradas com cidades vizinhas, estados e também entre as secretarias de governo. "A recuperação do país passa pela educação e depende da trajetória escolar, que começa justamente no município. Esta é a eleição municipal mais importante da história do país, porque os futuros prefeitos e secretários de educação vão criar a base para a recuperação educacional, pilar do desenvolvimento econômico e social", afirma Priscila Cruz, presidente-executiva da Todos pela Educação. “Nunca foi tão necessário que o prefeito esteja no dia 1 da sua nova gestão absolutamente preparado com melhor secretário possível na cadeira”, analisa. Vencido o primeiro cenário da volta às aulas após a pandemia, os futuros prefeitos terão que pensar em estratégias para melhorar o ensino. Nas últimas décadas, o Brasil registrou avanços na educação. Em 2001, as escolas atendiam 87,7% das crianças em idade para estudar e, em 2018, o índice chegou a 96,8%. Mas ainda há muito o que fazer. Desafios Para o mestre em educação e consultor em gestão pública, Binho Marques, um dos consultores do relatório, há três principais desafios para a educação: subfinanciamento, baixa qualidade do ensino com extrema desigualdade educacional, e falta de coordenação nacional na educação. Para ele, os eleitos precisam ter em mente que os recursos não serão suficientes e, ao mesmo tempo, terão quatro anos para tentar "apagar" os problemas que a pandemia deixou, como retrocesso de aprendizagem, possível aumento de abandono escolar e mais desigualdade. O desafio dos municípios se concentra nos primeiros anos escolares que, segundo os especialistas, são os mais decisivos para que as etapas seguintes sejam bem-sucedidas. Ao todo, 21,7 milhões de alunos estudam em escolas municipais. Eles representam 61,7% dos alunos das escolas públicas brasileiras. Na educação infantil, há 2,4 milhões de crianças em creches e 3,9 milhões nas pré-escolas -- mas ainda falta atender 329 mil crianças de 4 a 5 anos sem pré-escola. No ensino fundamental, os municípios são responsáveis por 10,1 milhões de alunos (83,7% das matrículas) do 1º ao 5º ano e por 5,1 milhões de estudantes do 6º ao 9º ano (50,7%). Os municípios precisarão: expandir as vagas em creches para crianças de 0 a 3 anos universalizar o acesso à pré-escola às crianças de 4 a 5 anos diminuir a reprovação ampliar as jornadas escolares de período parcial para integral melhorar a avaliação do Ideb reduzir as desigualdades A educação nos municípios A maior parte das cidades do país (65%) têm até 15 escolas para gerenciar. Na outra ponta, 8% têm mais de 50 escolas. As gestões de sucesso, segundo a Todos pela Educação, não incluem necessariamente mais verbas, mas têm uma visão sistêmica com foco na escola. "A gente tem municípios pobres no Brasil que conseguem bons resultados, assim como a gente tem municípios ricos que conseguem resultados ruins. A diferença está na prioridade política que se dá para a educação", afirma Gabriel Barreto Corrêa, líder de Políticas Educacionais do Todos. Uma gestão de qualidade inclui escolher bem onde será investido o recurso, saber formular políticas, ter uma visão sistêmica para implantar políticas com coerência, engajar professores e famílias nas ações e manter o monitoramento para aprimorar as propostas. "Existe uma dificuldade adicional para os municípios muito pequenos, porque ter escala importa, como para fazer grandes compras e conseguir preços menores, e também para a definição de políticas, como a formação continuada de professores que pode ser feita em conjunto com municípios vizinhos", afirma Priscila Cruz. Os futuros prefeitos terão que lidar com uma característica que ainda está presente no país: 69,5% dos municípios selecionam os diretores de escolas conforme a indicação política. Casos de sucesso O que torna um sistema de ensino bem sucedido não é uma ou duas políticas de impacto mas que, na prática, podem ficar desconexas do que é realmente necessário. Em geral, é preciso ter uma visão de todo o sistema de ensino para verificar se a proposta é coerente com a realidade. Para isso, os municípios podem usar dados, fazer diagnósticos, engajar professores e fazer parcerias. Sobral (CE), Teresina (PI) e Coruripe (AL) são alguns casos de sucesso, com bons índices no Ideb. Entre as cidades com mais de 100 mil habitantes, Sobral tem o melhor Ideb do país (8,4 do 1º ao 5º ano e 6,9 do 6º ao 9º ano). Teresina tem o melhor resultado entre as capitais (7,3 e 5,6, respectivamente). Coruripe também se destaca com Ideb de 8,9 e 7,2, para os ciclos do ensino fundamental. Segundo o relatório, estas cidades implementaram currículos estruturados, com recursos didáticos e materiais complementares, investiram na formação continuada dos professores e em programas de recuperação de aprendizagem. Além disso, os diretores de escolas são lideranças pedagógicas, ou seja, além do trabalho burocrático, eles também atuam sobre o clima escolar, engajando professores e familiares nas ações, como ocorre em Coruripe. Por outro lado, em todo o país, 73% dos dirigentes de escolas não recebem formação específica, o que poderia melhorar a gestão na ponta. Outra prática de sucesso é estimular a cooperação entre as escolas, cidades e estados, para diminuir as desigualdades educacionais. No Ceará, por exemplo, a rede estadual premia as escolas que apresentarem os melhores resultados e, em contrapartida, elas auxiliam outra escola que não obteve uma avaliação tão boa. Outra ação foi o a parceria do estado e municípios na alfabetização. Com isso, o CE conseguiu melhorar a avaliação de aprendizagem e foi o estado que mais avançou desde então. Em 2007, o Ideb de 1º ao 5º ano era de 3,5. Em 2009, foi para 6,3. Atualmente, diz o relatório, outros dez estados possuem programas parecidos: AL, AP, ES, GO, MA, MS, PE, PI, SE e SP. Fonte: G1

  • Bahia terá no início do verão, 50% dos voos que oferecia antes da pandemia.

    O governo da Bahia estima que a retomada gradual da economia durante a pandemia de coronavírus deve continuar impactando o turismo no estado até o final do ano. Em dezembro, no início da alta estação para a região com a chegada do verão, os aeroportos do estado devem ofertar 50% dos voos registrados antes da pandemia. Os dados foram levantados pela Secretaria de Turismo da Bahia (Setur) em parceria com as companhias aéreas e trazem prejuízos para o trade turístico e a arrecadação do estado. "A situação é delicada. Apesar da reabertura progressiva da economia, temos etapas para serem vencidas. No caso da Bahia, a tradição de grandes festas não será possível", declarou nesta segunda-feira (5) o secretário de Turismo, Fausto Franco. O titular da Setur foi entrevistado no programa Isso é Bahia, do Bahia Notícias e de A Tarde FM, e também revelou que uma das saídas para a crise, analisadas pela administração estadual, será fomentar viagens de baianos ao interior estado, o aumento da ofertas de voos durante feriados e até mesmo o estímulo para os deslocamentos terrestres em curtas distâncias. Fonte: Bahia Notícias

  • TSE cria canal para denúncia de disparos em massa no WhatsApp durante eleições.

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou, nesta semana, um formulário online para receber denúncias de disparos de mensagens em massa por meio do WhatsApp, durante as eleições municipais. Pela primeira vez, nas eleições deste ano, o disparo de mensagens em massa foi expressamente proibido pela Justiça Eleitoral na norma sobre propaganda eleitoral. Os termos de uso do WhatsApp também não permitem a prática. As mensagens do tipo em geral são impessoais e costumam trazer conteúdos alarmistas e acusatórios. A Justiça Eleitoral incentiva que o eleitor faça a denúncia se receber mensagens suspeitas provenientes, por exemplo, de contatos desconhecidos ou de vários grupos ao mesmo tempo. O próprio WhatsApp se comprometeu, junto ao TSE, a investigar as denúncias e inativar contas suspeitas, encaminhando as informações pertinentes às autoridades. Segundo a plataforma, trata-se de “iniciativa inédita no mundo”. Comportamento inautêntico O formulário de denúncia faz parte de uma série de medidas anunciadas nesta semana pela Justiça Eleitoral para combater o que chama de “comportamentos inautênticos” relacionado às eleições na internet, em especial nas redes sociais. Um exemplo que costuma ser dado é o uso de robôs e contas falsas para promover artificialmente campanhas de ódio contra candidatos e instituições. Tais comportamentos são “muitas vezes provenientes de verdadeiras milícias digitais, organizadas hierarquicamente, com financiamento privado e atuação concertada para a difusão de mentiras e ataques às instituições”, disse o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso. Durante o lançamento do formulário de denúncias, o diretor de políticas públicas para o WhatsApp no Brasil, Dario Durigan, fez um apelo para que também os candidatos denunciem empresas e indivíduos que ofereçam o serviço de disparo de mensagens. “Sabemos que existem empresas que oferecem serviços ilegais de disparo em massa de mensagens, por isso o WhatsApp solicita aos candidatos que rejeitem essas propostas e façam as devidas comunicações às autoridades constituídas”, disse ele. Ainda tramitam no TSE diferentes investigações que apuram eventuais desvios às normas eleitorais no pagamento por disparos de mensagens em massa na eleição presidencial de 2018. Fonte: Teixeira Hoje

  • Bahia registra 593 novos casos de Covid-19 e 49 óbitos pela doença em 24h.

    Nas últimas 24 horas, a Bahia registrou 593 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,2%) e 49 óbitos pela doença, segundo dados divulgados hoje (28) pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Dos 306.629 casos confirmados em 417 municípios desde o início da pandemia, 293.225 já são considerados curados e 6.756 encontram-se ativos. O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia é de 6.648. Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.537,36), Almadina (6.350,66), Madre de Deus (5.973,55), Itabuna (5.971,68), Dário Meira (5.144,72). A Sesab ressalta que os óbitos contabilizados no boletim desta segunda ocorreram em diversas datas, entre 10 de maio e 26 de setembro, mas foram notificados tardiamente. Fonte: Verdinho Itabuna

  • Eleições municipais: Das candidaturas registradas na Bahia, mais da metade é de homens.

    Até o momento, 40.760 candidatos pretendem disputar as cadeiras de prefeito e de vereador nos 417 municípios da Bahia. Das candidaturas registradas, mais da metade são de homens, segundo levantamento feito pelo G1. Com 27.517 candidatos do sexo masculino, 67,5% dos candidatos são homens, número maior que o dobro em relação ao total de mulheres concorrentes, que é de 13.246, representando 33,5% das candidaturas. A lei 9.504/1997, alterada em 2009, determina que cada partido ou coligação deve preencher o mínimo de 30% para candidaturas de mulheres, mas o número de eleitas ainda é baixo. Em 2016, nas últimas eleições municipais, só 11,6% das prefeituras eleitas eram mulheres. O número de candidatos inscritos nas eleições deste ano bateu recorde no Brasil. Na Bahia, em relação às eleições de 2016, o estado possui 5.246 candidatos a mais. Fonte: Verdinho Itabuna

  • Câmara aprova projeto que dará título de utilidade pública a Loja Maçônica.

    A Câmara Municipal de Eunápolis aprovou na sessão solene de quinta-feira (24/09) a entrega do título de Utilidade Pública à Maçonaria Templários de Eunápolis. O Projeto de Lei 10/2020, de autoria do vereador Jorge Maécio (PP), foi aprovado por unanimidade e marca os três anos iniciais de relevantes serviços prestados à comunidade eunapolitana pela instituição. Jorge Maécio destacou que a Loja Maçônica é uma grande entidade e que auxilia na utilidade pública. “Nós vereadores concedemos a eles, através do município, uma lei que os ajude a conseguir angariar benefícios do governo federal e estadual e ajudar a desenvolver outros projetos com galhardia, todos voltados especialmente para o interesse de nossa cidade”, explicou o parlamentar. A sessão contou com a presença do venerável Eduardo Mateus Teixeira Filho representando os demais membros da instituição, a fim de evitar aglomerações. Instalada na rua Castro Alves, no Centro de Eunápolis, a Maçonaria Templários de Eunápolis é jurisdicionada às grandes lojas da Bahia e funciona pelo rito de York, que é o rito predominante da Maçonaria Norte Americana. Eduardo Mateus reforçou o significado do reconhecimento e lembrou a origem da Maçonaria no mundo, cuja história perde-se nos primórdios da civilização e explicou que durante os três anos em que se reúne na cidade os irmãos já realizaram três grandes projetos como doação de sangue, de medula óssea e prevenção do suicídio. “Essa homenagem nos dá a certeza de que honramos quem nos antecedeu e que estamos no caminho certo. Manifestamos com gratidão o título concedido”. A Loja Maçônica Templários é a terceira no município de Eunápolis. Fonte: Via 41

  • Novas parcelas do auxílio de R$ 300 começam a ser pagas nesta quarta.

    O governo publicou, em edição extra do "Diário Oficial da União" desta segunda-feira (28), o calendário de pagamento das novas parcelas do auxílio emergencial de R$ 300 para quem não faz parte do programa Bolsa Família, isto é, os integrantes do CadÚnico (Cadastro Único) e aqueles que solicitaram o auxílio pelo site ou aplicativo do programa. A primeira parcela da extensão do auxílio será paga a partir desta quarta-feira (30). Serão 27 milhões de pessoas que receberão R$ 300 ou R$ 600 (no caso de mães responsáveis pelo sustento da família), o que totaliza mais de R$ 9 bilhões. O novo calendário continuará considerando o mês de nascimento dos beneficiários, ou seja, os créditos se iniciarão por aqueles nascidos em janeiro, depois fevereiro, março e assim sucessivamente, em poupança social digital já existente em seu nome. Os primeiros beneficiados com as novas parcelas do auxílio de R$ 300 são os brasileiros que foram contemplados com o benefício em abril, atenderam aos critérios previstos na nova etapa do programa e já terminaram de receber as cinco parcelas do auxílio emergencial (sem ter o pagamento suspenso). Na quarta-feira (30), será a vez dos nascidos em janeiro e estavam neste primeiro lote do programa emergencial. Os brasileiros que se tornaram elegíveis ao auxílio nos meses de maio, junho e julho terão os novos valores creditados em outubro, novembro e dezembro, respectivamente. Pelas regras da nova etapa do auxílio, o governo pagará até quatro parcelas adicionais, encerrando-se, obrigatoriamente, em dezembro de 2020. Os montantes continuarão sendo depositados na poupança social digital da Caixa, bem como os saques serão liberados posteriormente. CONFIRA AS DATAS DO NOVO CALENDÁRIO - Parcelas extras A ampliação do benefício vai até dezembro, conforme medida provisória, mas nem todos os beneficiários do auxílio emergencial irão receber as quatro novas parcelas. Apenas quem recebeu a primeira parcela em abril terá direito a todas as cotas extras que somarão nove parcelas até o fim do ano. Mães responsáveis pelo sustento da família continuarão a ter direito à cota dobrada, e receberão R$ 600, mas o governo deixará de permitir que as famílias chefiadas por mulheres recebam uma cota adicional destinada a parentes que eventualmente atendam aos critérios do programa. Isso significa que famílias que na versão anterior do programa poderiam receber até R$ 1.800 por mês terão direito a apenas R$ 600. O governo ainda atualizou os critérios de análise do IR (Imposto de Renda) para a permanência no benefício, excluindo do auxílio cidadãos que tenham sido obrigados a declarar o IR em 2020. Quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019 fica fora da nova etapa do programa. Para as primeiras parcelas do auxílio, o governo já considerava esse critério, mas para os valores recebidos em 2018. Além disso, quem declarou em 2019 rendimentos isentos superiores a R$ 40 mil, tinha bens com valor superior a R$ 300 mil até 31 de dezembro de 2019 não tem direito às novas parcelas. O benefício também deixará de ser pago a pessoas que tenham sido declaradas como dependentes no IR de 2019, enviado em 2020, nas condições de cônjuge, companheiro, filho menor de 21 anos ou menor de 24 anos e que esteja cursando o ensino superior ou ensino técnico de nível médio. AUXÍLIO EXTRA - ENTENDA - Mais quatro parcelas do auxílio emergencial serão pagas para a população atingida pela crise econômica da pandemia de Covid-19 - As novas parcelas correspondem aos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro - O valor é de R$ 300 - A ampliação do auxílio não afeta quem ainda está recebendo as cinco primeiras parcelas, de R$ 600 MÃES - Mães responsáveis pelo sustento da família terão cota dobrada - O valor do novo auxílio será de R$ 600 por mês QUEM RECEBE - As novas parcelas são destinadas a quem já teve aprovado o pedido feito pelo aplicativo ou recebeu o auxílio porque está no Cadastro Único ou, ainda, recebe o Bolsa Família NOVOS PEDIDOS - O governo deixou de aceitar novos pedidos de auxílio emergencial em 2 de julho - Nos últimos meses, somente pedidos em reanálise foram incluídos em novos lotes CAIXA - As novas parcelas deverão cair nas contas digitais abertas pela Caixa Econômica Federal - Será o mesmo sistema, portanto, utilizado para o pagamento das cinco primeiras parcelas BOLSA FAMÍLIA - Beneficiários do Bolsa Família já estão recebendo as novas parcelas do benefício benefício - Nesta segunda-feira (28/09), a Caixa liberou o saque da 6ª parcela, com valor reduzido para R$ 300, aos inscritos no Bolsa Família que têm o NIS (Número de Identificação Social) terminado de 1 a 8. Fonte: Bocão News

  • Itamaraju: 180 dias com coronavírus e curva segue estável no município.

    Seis meses após a confirmação do primeiro caso de coronavírus no município de Itamaraju, a sociedade tem retornado as atividades. Seguindo os critérios básicos dos protocolos de saúde. Instituições ao longo da pandemia uniram forças para tornarem eficientes medidas de segurança no combate ao COVID-19. Na cidade, dados são disponibilizados pela secretaria de saúde, com informações sobre o número de infectados. O boletim epidemiológico registrou nesta segunda-feira (28), novos infectados. Mas seguindo uma regularidade, marcando uma taxa de 11 contaminados, totalizando assim 2122 casos confirmados. Contudo, 58 pessoas estão em recuperação, com 51 pacientes aguardando o resultado. Ao longo da pandemia 29 pessoas morreram, depois de confirmado o diagnóstico do COVID-19. Uma flexibilização permitiu o retorno de transporte intermunicipal, que acontece em várias cidades da Bahia. As principais orientações dos profissionais de saúde é que os cidadãos respeitem o distanciamento social, evitando sempre aglomerações. Fazendo o uso de máscaras ao sair às ruas e manter o cuidado com a lavagem das mãos, fazendo uso do álcool em gel. Fonte: Itamaraju Notícias

  • 34% dos alunos de 15 anos no Brasil repetiram de série ao menos uma vez na escola.

    País tem o quarto maior percentual da lista, enquanto a média entre os 79 países e territórios analisados é de 11,9%. Além disso, 74% dos diretores afirmam que a conectividade da escola não é adequada. Cenário é desafio na pandemia, para combater o abandono escolar e programar a reabertura das salas de aula. No Brasil, 34% dos estudantes de 15 anos repetiram de série ao menos uma vez durante toda a sua vida escolar. Este é o 4º maior percentual entre 79 países e territórios analisados, acima da média de 11,9%, de acordo com um relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), divulgado nesta terça-feira (29). Acima do Brasil, os territórios e nações com maiores percentuais de reprovação são Marrocos (49,3%), Colômbia (40,8%), e Líbano (34,5%). 10 países com mais alunos que reprovaram ao menos 1 vez na escola Em relatório da OCDE com 79 países e territórios, índice do Brasil é o 4º pior, atrás de Marrocos, Colômbia e Líbano. Na outra ponta da lista, os países e territórios que menos reprovam são Taipai (China) e Islândia, ambos com 0,9% de estudantes até 15 anos que já repetiram de série; seguidos por Sérvia e Belarus, cada um com 1,4%. No Reino Unido, o índice é de 2,5%; no Canadá, 5,4%; e nos EUA, 9,1%. O estudo "Políticas Eficazes, Escolas de Sucesso" é o 5º relatório da OCDE feito a partir de dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês). Ele aponta que os países com menores índices de repetência têm resultados melhores em leitura, a área de conhecimento aprofundada no Pisa mais recente. No Brasil, o primeiro volume de dados da avaliação apontou que o país havia ficado estagnado em leitura, e caído na avaliação em matemática e ciências. Além disso, repetir de ano pode levar ao desinteresse pelas aulas, podendo causar abandono e evasão, uma das preocupações com a interrupção das aulas na pandemia. No ensino médio, os jovens estão deixando as aulas para trabalhar e ajudar nas contas em casa devido à crise econômica provocada pela pandemia. No ensino superior, o impacto é dos alunos que não conseguem pagar a mensalidade ou nem ingressam na faculdade por falta de perspectiva. Os dados indicam que, em geral, alunos de baixa renda têm três vezes mais chance de repetir de série ao menos uma vez na vida, se comparado a estudantes de maior renda, mas com o mesmo desempenho no Pisa. No Brasil, 51,8% dos que repetiram de ano ao menos 1 vez estavam na parcela mais pobre da população. A maioria dos repetentes (58,6%) eram de áreas rurais ou vilas. Perfil das escolas e possível impacto na pandemia Os dados do relatório apontam um cenário escolar com problemas que poderão impactar na reabertura das escolas, fechadas por causa da pandemia. O Brasil é o segundo país com a menor quantidade de computadores por estudante na escola. Antes da pandemia, apenas 16,3% dos alunos do Brasil tiveram aulas para navegar em segurança na internet. Os dados apontam um possível despreparo dos alunos para as aulas on-line. Já a volta às aulas poderá encontrar obstáculos. A conectividade das escolas não é uma realidade para todas. De acordo com o relatório 74% afirmam que a velocidade da internet não é adequada e 50,6% dos professores tinham as habilidades necessárias para integrar o uso da tecnologia à aprendizagem. O Brasil é o 52º colocado no ranking de computadores ligados à internet nas escolas. Além disso, há diferença na distribuição desta tecnologia. No Brasil, 68% das escolas ricas e 10% das escolas pobres têm equipamentos digitais, segundo o relatório da OCDE. Embora os dados apontem uma melhora na oferta de professores, ainda assim há uma lacuna a se preencher. Em 2015, 26% dos diretores do Brasil afirmaram ter falta de professores no quadro. Em 2018, o índice caiu para 17,6%. Aliado à falta de professores, será preciso organizar o quadro docente para afastar aqueles que são de grupo de risco. Com a possibilidade de manter as aulas híbridas na reabertura das escolas, com parte dos alunos estudando em casa e parte indo para os colégios, será preciso incrementar a estrutura. Em relação aos recursos da escola, como equipamentos tecnológicos, biblioteca, e livros didáticos, os dados do relatório indicam piora no Brasil. Em 2015, 29,3% dos diretores relataram a falta de algum tipo de recurso relativo à aprendizagem. Em 2018, eram 31,9%, aumento de 2,7 pontos percentuais. “Esta crise expôs muitas inadequações e desigualdades nos sistemas educacionais em todo o mundo”, disse Andreas Schleicher, Diretor de Educação e Competências da OCDE. “Os jovens desfavorecidos foram particularmente afetados e cada país deve fazer mais para garantir que todas as escolas tenham os recursos de que precisam para que todos os alunos tenham oportunidades iguais de aprender e ter sucesso.” Desempenho dos alunos e perfil das escolas O desempenho dos alunos se mostrou maior em escolas privadas, segundo a OCDE. No Brasil, a diferença chegou a 102 pontos, se comparado ao desempenho de alunos de escolas públicas. Estudantes da educação profissional tiveram um desempenho, em média, 30 pontos abaixo dos alunos da educação regular, considerando todos os 79 países analisados. Escolas que agrupam os alunos conforme a habilidade e desempenho dos grupos tiveram oito pontos a menos em leitura, em média, se comparado a escolas que não segregam os estudantes. Outro fator que interfere no desempenho dos alunos é o contato precoce com a escola. Na educação infantil do Brasil, 9,9% dos alunos pesquisados não tiveram acesso à pré-escola. O relatório aponta que alunos que não frequentaram esta primeira etapa de ensino tiveram desempenho pior em leitura se comparado a estudantes que tiveram de um a três anos de aulas na primeira infância. Como é feito o Pisa? O Pisa é uma avaliação mundial feita em dezenas de países, com provas de leitura, matemática e ciência, além de educação financeira e um questionário com estudantes, professores, diretores e escolas e pais; O resultado é divulgado a cada três anos – a edição mais recente foi aplicada em 2018 com uma amostra de 600 mil estudantes de 15 anos de 80 países diferentes. Juntos, eles representam cerca de 32 milhões de pessoas nessa idade; Cada edição apresenta mais de um volume de informações. Os dados deste texto se referem ao 5º volume do Pisa mais recente, de 2018. Apesar de fazer referência a 79 países e economias como integrantes desse ranking, alguns sistemas de ensino não são países independentes. Por exemplo: Macau, Hong Kong e quatro províncias agrupadas da China continental (Pequim, Xangai, Jiangsu e Zhejiang) recebem três notas diferentes. Além disso, a média dos países da OCDE também aparece no ranking. No Brasil, 10.691 alunos de 638 escolas fizeram a prova em 2018. São 2.036.861 de estudantes, o que representa 65% da população brasileira que tinha 15 anos na data do exame; O mínimo de escolas exigido pela OCDE é 150; A prova é aplicada em um único dia, é feita em computadores e tem duas horas de duração. As questões são objetivas e discursivas; A cada edição, uma das três disciplinas principais é o foco da avaliação – na edição de 2018, o foco é na leitura; O Brasil participou de todas as edições do Pisa desde sua criação, em 2000, mas continua muito abaixo da pontuação de países desenvolvidos e da média de países da OCDE, considerada uma referência na qualidade de educação. Fonte: G1

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