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- Venezuela: María Corina diz que aliado foi sequestrado após deixar a prisão
Ex-deputado Juan Pablo Guanipa foi sequestrado horas após ter sido libertado da prisão A líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado, declarou na madrugada desta segunda-feira (9) que o ex-deputado Juan Pablo Guanipa foi sequestrado horas após ter sido libertado da prisão. "Homens fortemente armados, vestidos de civis, chegaram em quatro veículos e violentamente o levaram. Exigimos sua libertação imediata", disse a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz no ano passado. Guanipa é um doa aliados mais próximos de María Corina. O ex-deputado passou oito meses detido e foi um dos cerca de 30 presos políticos que o governo da Venezuela libertou na noite do domingo (8). A presidente interina do país, Delcy Rodríguez, assumiu o compromisso de soltar os cerca de 800 presos políticos que eram mantidos pela ditadura de Nicolás Maduro. Desde o dia 8 de janeiro, quando começou o processo, aproximadamente 400 pessoas já deixaram a cadeia. Fonte: Band/Associated Press
- Kassab e PSD ainda costuram candidatura de Tarcísio, mas não descartam aliança com Lula
Com maioria das prefeituras e estados, sigla pode garantir apoio amplo a qualquer candidato. Kassab e PSD ainda costuram candidatura de Tarcísio, mas não descartam aliança com Lula Nesse cenário atual, lideranças do partido ainda tentam convencer Tarcísio de Freitas a ser o presidenciável, com o aval do próprio ex-presidente. A ideia já havia sido tratada diretamente entre Bolsonaro e Kassab em um encontro há quase um ano, acordo esse que também envolvia o apoio à anistia/dosimetria. Nesta quinta-feira (29), o cacique partidário reforçou seu possível projeto ao afirmar, em entrevista, que o governador de São Paulo pode até ser grato, mas não submisso a Bolsonaro. Ao mesmo tempo, a resistência de Flávio em abrir mão de sua pré-candidatura, e os ataques de parte da direita a Tarcísio, promovidos também por Eduardo e Carlos Bolsonaro, fizeram integrantes do PSD articular uma chapa com o presidente Lula, lançando Eduardo Leite como vice-presidente. A legenda possui três ministérios no governo e mantém uma boa relação com o chefe do Executivo, que precisa retomar sua popularidade para viabilizar um quarto mandato. A candidatura de Ratinho Jr. ou de Caiado também não está descartada, mas é vista pela cúpula do PSD como “menos provável” de acontecer. Fonte| Jovem Pan
- Marinho diz que juros pesaram mais que tarifaço no emprego em 2025
A declaração foi feita durante a divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) A alta da taxa básica de juros teve impacto maior sobre a geração de empregos em 2025 do que o tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (29) o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. A declaração foi feita durante a divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). “O tarifaço impactou, claro, mas acho que o impacto dos juros foi maior que o do tarifaço. Do ponto de vista global da indústria, o efeito dos juros é mais danoso”, afirmou Marinho em coletiva de imprensa. De acordo com o ministro, os efeitos da sobretaxa americana se concentraram em setores específicos da economia e foram parcialmente mitigados por medidas adotadas pelo governo, como a abertura de novos mercados e planos de apoio a empresas afetadas. Para Marinho, a Taxa Selic (juros básicos da economia), atualmente em 15% ao ano, teria efeito mais amplo sobre investimentos e contratações. “O Banco Central esperava e trabalhou para diminuir o ritmo do crescimento. O problema é que isso reflete em queimar orçamento para pagar juros”, disse Marinho, voltando a criticar a política monetária e relacionar a desaceleração do mercado de trabalho à elevação dos juros. Marinho afirmou ainda que janeiro de 2026 apresenta números preliminares positivos, mas alertou que a manutenção dos juros elevados pode comprometer uma parte significativa do ano. “Com juros altos, é natural que investidores posterguem decisões”, concluiu. A alta da taxa básica de juros teve impacto maior sobre a geração de empregos em 2025 do que o tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (29) o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. A declaração foi feita durante a divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). “O tarifaço impactou, claro, mas acho que o impacto dos juros foi maior que o do tarifaço. Do ponto de vista global da indústria, o efeito dos juros é mais danoso”, afirmou Marinho em coletiva de imprensa. De acordo com o ministro, os efeitos da sobretaxa americana se concentraram em setores específicos da economia e foram parcialmente mitigados por medidas adotadas pelo governo, como a abertura de novos mercados e planos de apoio a empresas afetadas. Para Marinho, a Taxa Selic (juros básicos da economia), atualmente em 15% ao ano, teria efeito mais amplo sobre investimentos e contratações. “O Banco Central esperava e trabalhou para diminuir o ritmo do crescimento. O problema é que isso reflete em queimar orçamento para pagar juros”, disse Marinho, voltando a criticar a política monetária e relacionar a desaceleração do mercado de trabalho à elevação dos juros. Marinho afirmou ainda que janeiro de 2026 apresenta números preliminares positivos, mas alertou que a manutenção dos juros elevados pode comprometer uma parte significativa do ano. “Com juros altos, é natural que investidores posterguem decisões”, concluiu. Empregos O Brasil criou 1,279 milhão de vagas formais ao longo de 2025, resultado 23,73% inferior ao registrado em 2024, quando foram abertas cerca de 1,677 milhão de vagas. O desempenho é o pior desde 2020, ano marcado pela pandemia, quando o saldo foi negativo. Os dados do Caged mostram que o saldo positivo de 2025 foi resultado de 26,6 milhões de admissões e 25,3 milhões de desligamentos. Em dezembro, tradicionalmente marcado por fatores sazonais, o mercado de trabalho registrou fechamento líquido de 618 mil vagas, número que, segundo Marinho, está em linha com o padrão histórico do mês, devido ao fim de contratos temporários e ajustes de custos pelas empresas. Fonte| Band
- Escrita à mão perde espaço para telas e afeta desenvolvimento cognitivo
Uso constante de tecnologia reduz hábito analógico entre crianças e adultos; especialistas alertam para prejuízos na memória e no raciocínio lógico Em um cenário dominado por dispositivos digitais, o hábito milenar de escrever à mão está desaparecendo da rotina dos brasileiros. O movimento, impulsionado pela onipresença de teclados e telas, acende um alerta entre educadores e especialistas em saúde mental. Segundo profissionais da área pedagógica, a substituição precoce do papel pela tecnologia pode comprometer habilidades essenciais que vão além da caligrafia, atingindo o desenvolvimento da personalidade e da criatividade. A escrita manual é apontada como uma ferramenta fundamental para a fixação de informações. Ao desenhar cada letra, a criança exercita a motricidade fina, a atenção plena e a memória. Diferente do ato mecânico de digitar, o uso da caneta exige uma organização mais complexa do pensamento. Esse processo ajuda na estruturação do raciocínio lógico e oferece um canal mais profundo para a expressão de sentimentos e a construção da identidade durante a infância e adolescência. O desafio da alfabetização no mundo digital Em salas de aula que ainda resistem ao domínio completo das telas, professores buscam estimular os alunos a redescobrirem o valor do registro físico. Para a coordenadora pedagógica Cláudia Maciel, a escrita desenvolve competências sociais e de comunicação fundamentais. "É uma das formas mais antigas de se comunicar e desenvolve habilidades cognitivas que o digital não consegue substituir totalmente", avalia a especialista. A dificuldade, no entanto, é crescente. Com o uso cada vez mais intenso de dispositivos eletrônicos, crianças e adolescentes têm demonstrado maior resistência e até dificuldades motoras para realizar tarefas simples com papel e caneta. A educadora Cláudia Costin ressalta que existem duas formas principais de comunicar pensamentos no contexto educativo: a oral e a escrita. Se a segunda é negligenciada, perde-se uma parte vital da capacidade de síntese e reflexão do estudante. Resgate do analógico e o papel da família Para tentar reverter esse processo, surgem iniciativas que buscam resgatar o prazer da escrita manuscrita. É o caso do Clube de Cartas - Envelope de Papel, que já conectou mais de 4 mil pessoas em todo o Brasil. Fundado há nove anos por Mariana Loureiro, o projeto atrai desde mulheres que buscam reviver a nostalgia da juventude até jovens vindos das redes sociais que desejam experimentar o "novo", que, para eles, é o formato analógico. A mudança de hábito, no entanto, precisa começar dentro de casa. Cláudia Costin adverte que o exemplo dos pais é determinante para o interesse da criança pelo universo das letras. De acordo com a educadora, se os adultos permanecem conectados ao celular durante as refeições e momentos de lazer, dificilmente o filho associará a leitura e a escrita a algo prazeroso. Dicas para estimular a escrita no cotidiano: Listas práticas: Incluir as crianças na elaboração de listas de supermercado feitas à mão. Cartas e bilhetes: Incentivar a troca de recados físicos entre familiares. Diários: Estimular o hábito de registrar eventos do dia em cadernos. O Ministério da Educação e especialistas reforçam que o equilíbrio entre a tecnologia e o papel é o caminho para garantir que as novas gerações não percam a capacidade de organizar pensamentos de forma profunda e autoral. Fonte| Band
- Flávio Dino nega pedido para suspender a renovação automática da CNH
Na decisão, Dino aponta que a Associação Brasileira de Psicologia do Tráfego (Abrapsit), entidade que recorreu ao STF, não tem legitimidade jurídica para questionar a Medida Provisória 1.327 de 2025, que passou a prever a medida O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (29) negar pedido de suspensão da nova regra que permite a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas que não foram multados nos últimos doze meses. Na decisão, Dino aponta que a Associação Brasileira de Psicologia do Tráfego (Abrapsit), entidade que recorreu ao STF, não tem legitimidade jurídica para questionar a Medida Provisória 1.327 de 2025, que passou a prever a medida. A associação criticou a adoção do cadastro de bons condutores para dispensar motoristas da realização de exames de aptidão física e mental para renovação do documento. O ministro também decidiu não analisar a ação direta de inconstitucionalidade protocolada pela entidade. “Admitir-se a legitimação extraordinária da Abrapsit significa atribuir-lhe a representação em juízo de interesses de uma comunidade muito mais ampla do que a dos seus associados, fazendo instaurar um processo coletivo em que a maioria dos membros do grupo, categoria ou classe estariam sendo, potencialmente, representados por quem defende interesses não coincidentes ou até contrários aos seus”, decidiu Dino. A renovação automática da CNH para bons condutores entrou em vigor no início deste mês. Segundo o Ministério dos Transportes, a medida já beneficiou 323.459 motoristas. Cerca de R$ 226 milhões foram economizados pelos condutores. O montante inclui os valores que seriam pagos em exames e taxas. Fonte| Band
- Dia Mundial da Educação Ambiental: Iniciativas da Suzano reforçam conscientização e compromisso com o meio ambiente
Companhia tem atuado no engajamento de colaboradores(as) e comunidades, incentivando práticas sustentáveis por meio de ações educativas No dia 26 de janeiro é celebrado o Dia Mundial da Educação Ambiental, uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para reforçar a importância das práticas sustentáveis e promover a conscientização sobre a proteção do meio ambiente por meio da educação. Alinhada a esse propósito, a Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos a partir do eucalipto, vem consolidando suas iniciativas voltadas à sustentabilidade e reforçando ações que despertam o senso de responsabilidade e o compromisso ambiental com as gerações futuras. Dentro do cronograma de ações educativas, a companhia tem investido em iniciativas que evidenciam seu engajamento com a renovação da vida e a preservação do meio ambiente por meio da educação. Um exemplo disso é o projeto Guardiões da Floresta, criado em 2023, com a missão de compartilhar conhecimento, promover orientação educacional e incentivar práticas sustentáveis por meio de palestras em escolas públicas. Guardiões da Floresta O projeto Guardiões da Floresta é uma iniciativa da Suzano que conta com a participação ativa das comunidades vizinhas das áreas florestais da companhia. As escolas escolhidas para as ações de conscientização ambiental estão localizadas em regiões com altos índices de ocorrências relacionadas à crimes ambientais, como desmatamento ilegal, queimadas e degradação de floresta nativa. Por meio de uma abordagem preventiva e educativa, os(as) alunos(as) têm a oportunidade de se tornarem defensores(as) e multiplicadores(as) de boas práticas ambientais dentro de casa e com a comunidade. Em 2025, o projeto ganhou destaque com ações significativas, foram realizadas palestras em escolas do Extremo Sul da Bahia e Norte do Espírito Santo, com o objetivo de fortalecer o conhecimento e o compromisso com a preservação ambiental entre estudantes e educadores. Diversas escolas de municípios baianos, como Mucuri e Alcobaça, e capixabas, como Conceição da Barra, Jaguaré e Pedro Canário, já foram atendidas pelo projeto. As ações impactaram centenas de crianças com faixa etária entre 6 e 10 anos. Programa de Educação Socioambiental A Suzano também investe em treinamento e sensibilização socioambiental aos seus colaboradores e prestadores de serviço. O Programa de Educação Socioambiental reflete esse engajamento ao contribuir para o aprimoramento da excelência ambiental e para o fortalecimento do relacionamento social nas operações florestais e nas comunidades dos territórios onde a empresa atua. A iniciativa incentiva colaboradores(as) a se envolverem, junto à comunidade, em práticas que promovem a sustentabilidade, o uso responsável dos recursos naturais e a aprendizagem contínua em temas socioambientais "Temos muito orgulho de ver até onde essas iniciativas já chegaram e o impacto real que elas têm gerado. Cada resultado reforça o quanto podemos mobilizar pessoas, fortalecer o engajamento social e ampliar a atuação da Suzano como uma parceira ativa na transformação por meio da educação ambiental. É uma trajetória que verdadeiramente faz diferença e nos inspira a seguir contribuindo para mudanças positivas na sociedade. Em 2026, continuamos firmes no compromisso de plantar, juntos, um futuro melhor para o planeta e para as pessoas", ressalta o consultor de Relacionamento Social da Suzano na Bahia, Elton Santiago. Sobre a Suzano A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br. Fonte| Comunicação Suzano
- Caso Master: PF ouve mais quatro investigados nesta terça (27)
As oitivas estão sendo feitas na sede do Supremo Tribunal Federal por determinação do ministro Dias Toffoli, relator do inquérito. A Polícia Federal marcou para esta terça-feira (27) o depoimento de mais quatro investigados no inquérito que apura as fraudes bilionárias envolvendo o Banco Master e o BRB. As oitivas estão sendo feitas na sede do Supremo Tribunal Federal por determinação do ministro Dias Toffoli, relator do inquérito. Estão previstos os depoimentos de Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de Operações Financeiras no Banco de Brasília; Luiz Antônio Bull, diretor de Riscos, Compliance, RH e Tecnologia do Master; Augusto Ferreira Lima, sócio de Daniel Vorcaro; e Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, sócio e executivo do Banco Master. Nesta segunda-feira (26), a Polícia Federal ouviu os depoimentos de Dário Oswaldo Garcia Junior, diretor de Finanças e Controladoria do BRB; e Alberto Felix de Oliveira, superintendente-executivo da Tesouraria do Banco Master. Antes de optar por usar o direito ao silêncio, Felix de Oliveira disse que não detinha poder decisório no Banco Master e sustentou que contratos nos quais o nome dele aparece eram firmados também por executivos de hierarquia superior na instituição, e que agiu como mero procurador. Os depoimentos de André Felipe de Oliveira Seixas Maia e do empresário Henrique Souza e Silva Peretto, sócios da Tirreno, foram adiados. A defesa alegou que eles não tiveram acesso ao processo. Segundo as investigações, a Tirreno era uma empresa de fachada usada pelo banco Master para vender mais de R$ 12 bilhões em títulos inexistentes ao Banco de Brasília. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, disse que os peritos já estão analisando o material apreendido na segunda fase da Operação Compliance Zero e as investigações seguem normalmente. Apesar das decisões do ministro Dias Toffoli que restringiram o trabalho da Polícia Federal, Andrei Rodrigues afirmou que não houve prejuízo à investigação e frisou que a instituição é independente. O presidente do Supremo Tribunal Federal afirmou que não irá ficar de “braços cruzados” se for “necessário” avaliar questionamentos sobre as decisões do ministro Dias Toffoli no caso Master. Em entrevista ao jornal O Globo, Fachin evitou antecipar o posicionamento dele, mas disse que pode agir, “doa a quem doer”. O magistrado afirmou que eventuais questionamentos sobre a investigação podem ser analisados pela Segunda Turma do STF. Na entrevista, o ministro relativizou as reações negativas à nota divulgada por ele em defesa da Corte e do ministro Toffoli, quando afirmou que o STF estava sob ataque. Em cerimônia na Corte Interamericana dos Direitos Humanos, o presidente do STF não falou da polêmica envolvendo Dias Toffoli, mas disse que hoje os magistrados são perseguidos por cumprirem o ofício. Na entrevista ao jornal O Globo, o ministro Edson Fachin disse que o diálogo interno sobre um código de conduta para os ministros tem sido positivo, inclusive com Dias Toffoli, com quem conversou por telefone. Segundo o presidente do STF, a principal resistência não tem sido ao conteúdo do código, mas ao momento. Há quem defenda que se espere passar o período eleitoral para evitar contaminações políticas. O ministro Edson Fachin disse que ainda não leu detalhadamente a proposta encaminhada pela OAB de São Paulo sobre um código de conduta, mas elogiou a iniciativa. A proposta da OAB é assinada pela Comissão de Estudos para a Reforma do Judiciário formada pelos ministros aposentados do Supremo Ellen Gracie e Cesar Peluso, além de juristas, ex-presidentes da Ordem e ex-ministros da Justiça. Um dos 12 artigos da proposta prevê que ministros do STF não poderiam participar de julgamento no qual tenham relação de parentesco até terceiro grau, ou de amizade íntima, com qualquer das partes ou advogados. Também seria vedada a participação no julgamento de casos que possam afetar interesse próprio, de parente até terceiro grau ou de amigo íntimo, ou de processos em que um ministro tenha atuado antes de chegar ao STF. O presidente da OAB de São Paulo, Leonardo Sica, assinou a carta com as propostas da comissão. A sugestão do código de conduta elaborada pela OAB também prevê uma quarentena de três anos para que um ministro do STF possa exercer a advocacia após deixar a Corte. Fonte| CBN
- ‘Lula é antissemita, não é exagero’, diz Flávio durante evento em Israel
Em indireta a Lula, o senador afirmou que 'o próximo presidente brasileiro não será persona non grata em Israel' O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de antissemita e classificou as ações dos Estados Unidos como "novo modelo de cooperação internacional". "Lula é antissemita. Isso não é um slogan, não é exagero. É baseado em suas ideias, seus conselheiros, suas palavras e suas ações", declarou Flávio durante a "Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo", em Israel, nesta terça-feira (27). O parlamentar brasileiro afirmou que, em episódios recentes, Lula deixou de condenar o Hamas para atacar Israel e que o Brasil integra o grupo de países que apoiam o terrorismo. Também citou Celso Amorim, assessor-chefe da Assessoria Especial do presidente. "O principal responsável pela política internacional de Lula, seu maior conselheiro, Celso Amorim, escreveu o prefácio de um livro que aplaude o Hamas e o apresenta como um grupo político normal". Flávio, que se apresentou "não apenas como um senador, mas como candidato à Presidência", disse que se alinhará a Israel, caso seja eleito presidente. "Israel está na linha de frente da democracia contra a barbárie. Deixe-me dizer isso claramente, o Brasil deve estar com Israel, com os judeus, com as democracias que lutam contra o terror". Em uma indireta a Lula, o senador afirmou que "o próximo presidente brasileiro não será persona non grata em Israel" e que os dois países "compartilham uma longa e honrosa história", com "valores compartilhados", como liberdade, democracia e respeito pela vida. "O Brasil se uniu a Israel na luta contra o terrorismo, sem desculpas e sem duplo padrão. Infelizmente, esse legado foi quebrado. Hoje, o antissemitismo não é um problema menor, não é apenas parte do passado, é real e uma ameaça global", falou. Acenos aos EUA e a Milei Flávio defendeu a ação dos Estados Unidos e do presidente argentino, Javier Milei, na política internacional. Segundo ele, os Estados Unidos "ajudaram a construir um novo modelo de cooperação internacional". Também afirmou que, caso seja eleito presidente, seguirá a mesma linha de acordos de Milei. "Os acordos liderados pelo grande presidente argentino, Javier Milei, são um passo histórico. Eles fortaleceram as ligações diplomáticas, econômicas e institucionais entre Israel e as democracias latino-americanas. E deixe-me dizer isso claramente: se depender de mim, o Brasil oficialmente assinará os acordos em janeiro de 2027", declarou. Fonte| Band
- Críticas à atuação de Toffoli no caso Master desgastam o STF
Voo em jatinho com advogado, decisões incomuns no inquérito, negócios envolvendo parentes, dúvida sobre competência do Supremo: ministro acumula controvérsias no caso de banco recém-liquidado O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tomou posse no fim de setembro defendendo que a corte deveria "voltar ao básico": juízes educam também por seus exemplos, e "ao direito o que é do direito, à política o que é da política". Menos de três meses depois, ele propôs a criação de um código de conduta para orientar o comportamento dos ministros do tribunal. O pano de fundo para a adoção desse código já vinha se desenhando há anos, em resposta às críticas sobre a proximidade excessiva de alguns ministros do STF com lobistas, empresários e políticos, o que poderia colocar em xeque a independência e legitimidade deles para julgar casos de relevância. O que Fachin talvez não esperasse é que o debate público sobre sua proposta se entrelaçasse com o andamento de um caso concreto no tribunal: a relatoria do ministro Dias Toffoli do inquérito que apura o caso do Banco Master, de Daniel Vorcaro, acusado de diversas fraudes e liquidado recentemente pelo Banco Central (BC). A atuação de Toffoli começou a levantar questionamentos após a revelação de um voo feito pelo ministro num jatinho particular no qual também estava o advogado de um dos diretores do Master. As críticas se intensificaram após a tomada de decisões incomuns, como o envio de provas ao STF, e não aos órgãos de investigação, e uma acareação marcada antes da coleta de depoimentos. Na semana passada, o jornal O Estado de S. Paulo revelou que o cunhado de Vorcaro havia comprado a participação de dois irmãos e um primo de Toffoli num resort no Paraná. Esses fatos acabaram deixando em segundo plano outro vínculo indireto com o caso envolvendo um ministro do STF: a existência de um contrato entre o Master e a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, para prestação de serviços jurídicos, por R$ 3,6 milhões mensais – informação divulgada pelo jornal O Globo e não contestada pelos envolvidos. Cronologia do caso Master e Toffoli 17.nov.25: Vorcaro, Luiz Antonio Bull, então diretor de compliance do Master, e outras três pessoas são presas pela Polícia Federal na primeira fase da Operação Compliance Zero. 18.nov.25: Banco Central decreta a liquidação extrajudicial do Banco Master. 28.nov.25: Defesa de Vorcaro recorre para que o inquérito tramite no STF, sob o argumento de que havia uma menção ao deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA), que tem foro privilegiado. Caso cai sob a relatoria de Dias Toffoli. 29.nov.25: Toffoli viaja num jatinho do empresário e ex-senador Luiz Oswaldo Pastore, no qual também estava o advogado Augusto Arruda Botelho, que defende Bull, para assistir à final da Libertadores entre Palmeiras e Flamengo em Lima, no Peru. No mesmo dia, Vorcaro e Bull são soltos por liminar do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. 2.dez.25: Toffoli decreta um alto grau de sigilo sobre o caso do Banco Master em análise no STF. 3.dez.25: Toffoli determina que todas as diligências da Operação Compliance Zero relacionadas ao Banco Master sejam remetidas a ele. 24.dez.25: Toffoli marca uma acareação entre Vorcaro, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, que havia manifestado interesse em comprar o Banco Master, e o diretor de Fiscalização do BC, Ailton de Aquino Santos. Decisão provoca estranhamento no meio jurídico e no BC, já que acareações costumam ser propostas após a coleta de depoimentos, o que ainda não havia ocorrido, e por envolver um diretor do BC. Após a autarquia reclamar que Santos poderia ser colocado numa "armadilha processual", Toffoli dispensa o diretor da acareação. 14.jan.26: PF deflagra segunda fase da Operação Compliance Zero, prende Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, e realiza buscas contra o empresário Nelson Tanure. Toffoli determina que todas as provas colhidas sejam lacradas e enviadas ao STF, algo incomum em operações do tipo. Após pedido da Procuradoria-Geral da República, ministro autoriza que as provas sejam encaminhadas ao Ministério Público. 16.jan.26: Jornal O Estado de S. Paulo publica reportagem afirmando que Zettel era o único dono dos fundos de investimento que compraram em 2021 parte da participação de dois irmãos e de um primo de Toffoli no resort Tayayá, no Paraná. Os fundos eram vinculados à gestora Reag, também liquidada pelo Banco Central. 22.jan.26: Após a intensificação das críticas à relatoria de Toffoli, Fachin interrompe suas férias e divulga uma nota oficial em defesa da atuação do STF, da Polícia Federal e do Ministério Público no caso. Cenário explosivo A professora de ciência política Marjorie Marona, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, coordenadora do Observatório da Justiça no Brasil e na América Latina, afirma à DW não considerar que o caso do Banco Master esteja sendo "abafado" ou "paralisado" por Toffoli, mas que os problemas aparecem quando se analisa o conjunto da sua condução do inquérito. No plano jurídico, ela cita o "episódio incomum" do armazenamento de provas no STF ou a acareação marcada antes da coleta de depoimentos e sem a provocação do Ministério Público. No plano da imagem pública e da legitimidade, a "sequência de fatos externos", como a viagem de jatinho com advogado ligado ao caso e a revelação de vínculos econômicos indiretos envolvendo familiares do ministro, o que torna o cenário "explosivo". "Cria-se uma aparência de proximidade e de risco de conflito de interesses, mesmo que isso não seja prova de favorecimento. Em casos assim, o STF até pode estar agindo dentro da legalidade, mas acaba pagando um custo reputacional muito alto, porque a confiança pública depende não só daquilo que é formalmente válido, mas também daquilo que parece imparcial e transparente", afirma. O Código de Processo Penal prevê que o juiz deve se declarar impedido ou suspeito caso tenha vínculos com as partes ou com o tema que interfiram na sua imparcialidade para julgar o caso. Os ministros do STF, porém, frequentemente não aplicam a regra, pois prevalece a lógica de que a atuação "se legitima pela autoridade do próprio cargo e pela colegialidade futura", diz Marona. "Isso faz com que o debate, na prática, se resolva menos pela gramática processual e mais pela gramática política e reputacional. A suspeição vira uma acusação no espaço público, mas dificilmente se traduz num desfecho institucional dentro do tribunal", diz. Ela avalia que a tramitação do caso Master tem efeitos diretos nocivos para todo o STF, já que nas democracias a legitimidade das cortes constitucionais "não depende só de autoridade formal ou do desenho institucional, mas muito do apoio público difuso, da confiança mínima de que o tribunal atua com imparcialidade, previsibilidade, compromisso com o interesse público". E pondera que o protagonismo crescente do STF na investigação de conflitos criminais, num contexto de polarização, eleva o risco de erosão da sua legitimidade. Necessidade de um código de conduta Para o jurista Rubens Glezer, da FGV Direito SP e coordenador do centro de pesquisa Supremo em Pauta, a atuação de Toffoli na relatoria do caso tem chamado a atenção por ser heterodoxa. "[o caso Master] vai para o foro privilegiado por um fundamento muito frágil. Estabelece-se um sigilo excessivo, maior do que o pleiteado pelas partes. Há uma relação conflituosa com os órgãos de investigação", resume. Depois, a exposição, pela imprensa, de "uma potencial relação economicamente intensa com o ministro ou com os seus familiares acentua a suspeita de que há um relacionamento pessoal e um conflito de interesses". Nessas condições, Glezer avalia não ser possível estabelecer a confiança de que o caso será ditado por razões jurídicas legítimas. "Isso contribui para uma perda de confiança da população, da comunidade jurídica e dos grupos de interesse relevantes, como os setores econômicos, no STF, no Judiciário, na força das normas jurídicas", afirma. Ele considera que o caso se conecta "profundamente" com o debate sobre a necessidade de um código de conduta para o tribunal. "Seria o primeiro passo, absolutamente necessário, para sinalizar que há um caminho institucional para realizar essa tutela da reputação do tribunal", diz. "De que certas escolhas não vão ficar nas mãos dos ministros individualmente, caso elas sirvam para amealhar poder individual às custas da reputação, do poder do tribunal e da estabilidade das instituições democráticas." Investigações no STF são inadequadas O professor de direito Luiz Fernando Gomes Esteves, do Insper, opina que, em primeiro lugar, o caso do Banco Master nem deveria estar tramitando no STF. Ele lembra que, em 2025, o próprio tribunal reforçou que o foro por prerrogativa de função só é aplicável para as autoridades que cometeram crimes durante o mandato e em função dele. "Até o momento, não há nenhum indicativo de que autoridades com prerrogativa de foro são investigadas no inquérito", afirma. Esteves considera difícil supor que Toffoli não tenha uma relação de amizade com um advogado com quem tenha viajado para assistir a um jogo de futebol. Essa relação já seria suficiente para caracterizar a suspeição. "Ainda que Toffoli se sinta em totais condições de conduzir as investigações de forma imparcial, e ainda que ele não se deixe influenciar pelas partes e advogados, ainda assim a percepção fora do tribunal seria de que o STF não atuou de forma imparcial nesse caso", afirma. Se o público não consegue perceber que um tribunal aplica o direito de forma imparcial, o próximo passo é questionar por que as decisões desse tribunal devem ser obedecidas, diz. A DW solicitou um posicionamento do ministro Dias Toffoli, mas não recebeu resposta até a publicação do texto. Fonte| Band
- Copa do Brasil 2026: representantes baianos iniciam competição desde a primeira fase; veja os cenários
A grande novidade do regulamento é a final em jogo único, marcada para o dia 6 de dezembro A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu o pontapé inicial na organização da Copa do Brasil 2026 ao confirmar os confrontos da primeira fase e detalhar a formação dos potes da segunda etapa da competição. O documento, encaminhado às federações estaduais, também estabelece o cronograma e o formato das fases iniciais, que seguem com jogos únicos e decisão direta. A primeira fase, marcada para os dias 18 e 19 de fevereiro, contará com 14 confrontos em jogo único, com o mando de campo a ser definido em sorteio na próxima quarta-feira (28), às 15h. Entre os duelos, clubes do Nordeste e da Bahia aparecem em grande maioria. Entre os nordestinos, chamam atenção confrontos como Tirol-CE x América de Propriá-SE, Santa Catarina-SC x IAPE-MA, Maguary-PE x Laguna-RN e Bragantino-PA x Primavera-MT, além do Porto-BA x Serra Branca-PB, que coloca um representante baiano frente a frente com um clube paraibano logo na estreia. A Bahia, inclusive, estará representada já na fase inicial com o Porto Sport Club, de Porto Seguro, que busca avançar no torneio e garantir presença na segunda fase. Além do mando da primeira fase, a CBF também realizará o sorteio dos confrontos da segunda fase, que será disputada nos dias 25 e 26 de fevereiro e 4 e 5 de março, novamente em jogos únicos. Nessa etapa, 74 clubes entram diretamente na competição, juntando-se aos 14 classificados da fase inicial. A divisão dos potes segue o Ranking Nacional de Clubes (RNC). Os vencedores da primeira fase completam os potes G e H, onde estão posicionados possíveis adversários de equipes tradicionais do futebol nordestino, como Fortaleza, Ceará, Sport, CRB, Juventude e Atlético-GO, todos alocados no Pote A. O Pote H, por exemplo, pode contar com times como Gama-DF ou Monte Roraima, Maguary-PE ou Laguna-RN e Porto Sport Club ou Serra Branca-PB, abrindo a possibilidade de duelos entre clubes do Nordeste logo na segunda fase. A presença nordestina se mantém forte também nos demais potes. No Pote B, aparecem clubes como CSA, ABC e Retrô-PE. Já no Pote D, figuram Sousa-PB, ASA-AL, Juazeirense e Itabaiana-SE, enquanto o Pote E reúne equipes como Santa Cruz-PE, Maracanã-CE, Jacuipense e Manauara-AM. A Juazeirense e o Jacuipense, inclusive, representam o futebol baiano já na segunda fase, entrando diretamente no torneio e aguardando seus adversários via sorteio dirigido. A terceira fase, marcada para 11 e 12 de março, contará com a entrada de clubes campeões regionais e nacionais, como Ponte Preta (Série C), Barra-SC (Série D), Paysandu (Copa Verde) e Confiança (vice da Copa do Nordeste). A partir da quinta fase, prevista para abril e maio, entram os 20 clubes da Série A, incluindo Bahia e Vitória, além de Flamengo, Palmeiras, Corinthians e outros grandes do futebol brasileiro. Nesta etapa, os confrontos passam a ser disputados em ida e volta, com divisão por potes entre os melhores e piores ranqueados. A grande novidade do regulamento é a final em jogo único, marcada para o dia 6 de dezembro, em estádio ainda a ser definido pela CBF. A entidade tem prazo mínimo de 30 dias antes da decisão para anunciar o local da partida. Fonte| Bahia Notícias
- Com dispensa de licitação, governo contrata serviços de manutenção de ferrys-boats por mais de R$ 38 milhões
O acordo financeiro ficou em torno de R$ 3.195.563,48 por mês e foi feito com dispensa de licitação A Secretaria de Infraestrutura da Bahia anunciou a empresa selecionada para executar os serviços de manutenção em sete embarcações do ferry-boat, que fazem o transporte marítimo entre Salvador e a Ilha de Itaparica. No acordo firmado, a empresa pública Emgepron foi a escolhida para prestar o apoio operacional às embarcações. O acordo financeiro ficou em torno de R$ 3.195.563,48 por mês e foi feito com dispensa de licitação. Depois da formalização do contrato, efetuada em janeiro deste ano, a organização vai realizar o serviço no período de um ano. Neste mesmo período, o valor total do contrato para o período de doze meses é de R$ 38.346.761,76. As embarcações que vão receber o serviço são o ferry Pinheiro, Rio Paraguaçu, Maria Bethânia, Ivete Sangalo, Anna Nery, Dorival Caymmi e Zumbi dos Palmares. As atividades centrais que a empresa terá responsabilidade incluem apoio às manobras de docagem e desdocagem; gerenciamento e execução dos processos necessários para a entrada e saída das embarcações de diques ou estaleiros para manutenção ou reparo. Além disso, a empresa ficará à frente do apoio à atracação e desatracação, onde vai coordenar e executar manobras de chegada e saída das embarcações nos terminais e portos. A Emgepron atua como o braço operacional e gerencial para garantir a continuidade e a segurança das manobras navais essenciais para a infraestrutura de transporte marítimo do estado. Entre os serviços que eles vão receber da empresa, estão manobras de docagem e também de atracação. Não foram informados na publicação, quais os detalhes sobre as metas operacionais específicas da Emgepron no resumo do contrato. NOVA LICITAÇÃO A medida chega após o governo da Bahia, através da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), publicar um aviso de licitação para uma concorrência internacional para adquirir um ferry-boat, no último dia 9. Segundo o documento, o fornecimento deve ser de uma embarcação com até 10 anos de construção/operação ou, como alternativa, com até 14.400 horas de funcionamento, destinada a atuar no Sistema Público de Transporte Hidroviário de Navegação Marítima Interior, para passageiros, cargas e veículos, Baía de Todos-os-Santos. Em outubro de 2025, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues anunciou os novos prazos para a compra de um novo ferry-boat. Na época, o gestor informou que, após a encomenda, a construção do ferry seria feita pela empresa responsável pela fabricação. “As encomendas que fiz é que seja uma navegação no ferry, que possa ampliar a quantidade de transporte de veículos, não de gente, porque os que temos dão conta. É mais pela capacidade, a reclamação maior de fila é por conta dos transportes de veículos, de motos, de caminhões, não é por conta de gente. Espero que, se não der agora, aconteça para esses últimos dias de outubro e novembro, eu possa soltar a licitação”, disse Rodrigues na época. Fonte| Bahia Notícias
- Fisiculturista baiano vice-campeão mundial morre ao sofrer infarto
Jader Cristo construiu carreira vitoriosa nos palcos, formou atletas, escoteiros e deixou legado marcante na área O fisiculturismo brasileiro perdeu um de seus grandes nomes. Jader José Cristo morreu no último domingo (25), aos 60 anos, em Colatina, no interior do Espírito Santo, cidade onde construiu boa parte de sua história dentro e fora dos palcos. Natural de Salvador, Jader morava há anos em Colatina. Ali, atuava como personal trainer, comandava uma academia voltada ao universo fitness e também se dedicava à formação de escoteiros na região. Segundo informações confirmadas pela família à TV Gazeta, Jader morreu em casa após sofrer um infarto. O velório ocorreu na manhã desta segunda-feira, na quadra de esportes da cidade. Em seguida, o corpo foi sepultado no Cemitério de Sapucaia, em Marilândia. Carreira de títulos e reconhecimento internacional Nos palcos, Jader Cristo construiu uma trajetória de respeito. No Brasil, foi campeão nacional em cinco oportunidades: 1997, 1998, 1999, 2002 e 2003. No cenário sul-americano, dominou a modalidade ao conquistar sete títulos consecutivos entre 2004 e 2010. Em 2009, alcançou um dos pontos mais altos da carreira ao se tornar vice-campeão mundial, consolidando seu nome entre os grandes do fisiculturismo internacional. Jader era casado com Vera Cremonini e deixa dois filhos. Homenagens e despedidas A morte do atleta gerou uma onda de homenagens nas redes sociais. Amigo próximo, o vereador Claudinei Costa lamentou a perda e destacou a importância de Jader em sua vida. “Ficam a saudade e as boas lembranças de um amigo que partiu cedo demais”, afirmou. “Sua presença marcou nossas vidas e seu jeito jamais será esquecido”, completou. A Federação Capixaba de Bodybuilding e Fitness também exaltou o legado deixado pelo fisiculturista. “Jader deixou seu legado, um exímio posado que encantava o público com sua coreografia, além de um físico harmônico e muito bem condicionado”. Em nota emocionada, a entidade finalizou: “Sua história será para sempre nossa bússola e nossa alegria, nossa maior lembrança. Descanse em paz, eterno campeão. Seu brilho agora ilumina outros palcos, mas sua marca será eterna”. A seção capixaba dos Escoteiros do Brasil também prestou homenagem. “Sua história permanece viva na memória, nos ensinamentos e no coração de todos que tiveram o privilégio de caminhar ao seu lado”. Fonte| Correio24horas













