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- Entidades do setor produtivo criticam manutenção dos juros em 15%
Para centrais sindicais, alta da Selic aumenta dívida das famílias A manutenção da Taxa Selic (juros básicos da economia) em 15% ao ano recebeu críticas do setor produtivo. Para entidades da indústria, do comércio e centrais sindicais, a alta prejudicará a produção e o investimento. Em nota, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, classificou de “insuficiente e equivocada” a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). Segundo ele, os juros altos vão sufocar a economia. Segundo ele, medidas como a elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) equivalem, na prática, a um aumento de juros, e o tarifaço dos Estados Unidos pode resultar em menos inflação no Brasil. “Já tivemos o aumento do IOF sobre as operações de crédito e câmbio e a elevação das tarifas dos EUA sobre as nossas exportações. A alta do IOF sobre o crédito vai aumentar em R$ 4,9 bilhões o custo para as indústrias, enquanto as tarifas dos EUA podem causar queda na produção industrial e a perda de milhares de empregos no país. O momento pede uma política monetária mais favorável. Precisamos de menos juros e mais crescimento”, destacou o presidente da CNI, Ricardo Alban. Para a Associação Paulista de Supermercados (Apas), as tensões internacionais tornam a política monetária mais desafiadora. Mesmo assim, a entidade considera alto o nível dos juros atuais. “Diante dessa conjuntura, a nossa preocupação é a manutenção da taxa de juros nesse patamar. O Brasil tem uma das maiores taxas reais de juros do mundo. A manutenção da taxa Selic em 15% nessa conjuntura irá prejudicar os investimentos, o consumo das famílias; aumentará o custo do crédito e afetará diretamente o nível de atividade econômica do país”, ressaltou o economista-chefe da entidade, Felipe Queiroz, em comunicado. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) informou que a decisão do Banco Central veio em linha com as expectativas de mercado. Apesar de reconhecer que os juros estão altos, a entidade avalia que a inflação continua acima da meta de 4,5% em 12 meses. “Apesar da desaceleração gradual da atividade econômica interna e da valorização do real, que tendem a diminuir a pressão sobre os preços, a inflação acumulada se mantém muito acima da meta anual, num contexto de expansão fiscal, expectativas inflacionárias ainda desancoradas e maiores incertezas externas, derivadas da política comercial norte-americana, justificando uma política monetária mais cautelosa”, explicou o economista Ulisses Ruiz de Gamboa, da ACSP. Centrais sindicais A decisão do BC também foi mal recebida pelas centrais sindicais. Para a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o BC dificulta a vida das famílias com a nova elevação da Selic e mantém o esquema que transfere recursos dos consumidores, das empresas e do Estado para o setor financeiro. “O Banco Central diz que tem que manter a taxa de juros alta para controlar a inflação. Mas a Selic não é o único instrumento de controle de preços e nem funciona para os tipos de inflação que o Brasil enfrenta. O que a Selic elevada faz é manter o Brasil na liderança do ranking com os maiores juros do mundo, penalizando a população”, destacou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira. Em nota, a Força Sindical, destacou que os juros altos favorecem apenas os especuladores e prejudicam o trabalhador. “Lamentamos e consideramos absurdo manter a taxa em patamar tão elevado. Entendemos que o Banco Central perdeu uma ótima oportunidade de aproveitar-se do encolhimento da demanda mundial para fazer uma drástica redução na taxa de juros, que poderia funcionar como um estímulo para a criação de novos empregos e para o aumento da produção no país”, criticou o presidente da entidade, Miguel Torres. Fonte: Agência Brasil
- Mutirão em Ilha Grande acha lixo vindo da China, Argentina e Etiópia
Para o engenheiro ambiental e diretor de Biodiversidade, Áreas Protegidas e Ecossistemas do Inea, Cleber Ferreira, trata-se de mais um indicativo de um problema com dimensões globais, que produz grandes efeitos locais. Um mutirão promovido pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) do Rio de Janeiro em parceria com a ONG Somos Natureza identificou resíduos sólidos em Ilha Grande vindos da China, Argentina e Etiópia. Entre eles, garrafas pet e embalagens de chá. Para o engenheiro ambiental e diretor de Biodiversidade, Áreas Protegidas e Ecossistemas do Inea, Cleber Ferreira, trata-se de mais um indicativo de um problema com dimensões globais, que produz grandes efeitos locais. “Esses resíduos são descartados de forma incorreta e acabam encontrando os nossos corpos hídricos. Seja um rio, seja um mar, seja uma lagoa. Isso acontece no mundo inteiro. A gente tem verdadeiras ilhas de resíduos sólidos no oceano. Muitas vezes, esses resíduos se desprendem dessas ilhas chegam nas nossas praias e em boa parte do litoral do país”, disse o engenheiro. Entre os dias 13 e 16 de julho, foram retirados 242 kg de materiais recicláveis que chegaram às praias por meio de correntes marítimas. O trabalho é feito de forma manual e com apoio de ferramentas como mão mecânica e ecopeneira. A equipe organizou o material e o levou até cooperativas de recicláveis de Angra dos Reis. Lixos como plástico e vidro trazem riscos à biodiversidade local. O plástico pode ser ingerido por tartarugas e aves marinhas, provocar sufocamento e morte. Resíduos de vidro podem levar mais de 4 mil anos para se decompor no ambiente. “O sentimento que a gente tem é que esses resíduos estão cada vez mais constantes e trazem cada vez mais prejuízos para a nossa fauna. Sim. A gente percebe um aumento significativo do lixo. Eu posso fazer quantas operações for necessário e vou retirar pelo menos uma tonelada ou 500kg de resíduos a cada operação, dependendo da quantidade de pessoas no trabalho”, disse Cleber Ferreira. A parceria entre o Inea e a Somos Natureza prevê mutirões mensais nas praias de Ilha Grande. A ideia é que voluntários participem ativamente das ações. A atividade do último fim de semana teve turistas de São Paulo, Espanha, Argentina, Espanha e Islândia. Os participantes receberam informações sobre as unidades de conservação do Inea e compartilharam experiências de combate à poluição marinha em seus países de origem. O secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi, entende que todos os atores internacionais precisam avançar nas políticas de controle e destinação correta de resíduos. “Não temos controle sobre o que chega ao Rio de Janeiro vindo de outros países, mas atuamos diretamente na coleta e destinação desses resíduos que aparecem nas nossas unidades de conservação. É gratificante ver também visitantes de fora integrando a nossa missão de conservação”, disse Bernardo Rossi. Unidade de Conservação A Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul é uma unidade de conservação que abrange 3.309,63 hectares. Ela cobre parte das áreas da Ponta da Escada, Morro do Pilão, Serra de Araçatiba, Serra do Papagaio, Tucunduba e a Enseada da Praia do Sul. A reserva tem como missão preservar biodiversidade e sítios arqueológicos. Segundo o Inea, ela é a única do estado do Rio de Janeiro que possui todos os ecossistemas litorâneos. Por ser uma reserva biológica, a visitação recreativa no local não é permitida. Apenas atividades de pesquisa científica e de educação ambiental são autorizadas. Fonte: Agência Brasil
- Decreto detalha liberação de R$ 20,6 bilhões do Orçamento de 2025
Apesar de descongelamento, R$ 10,7 bilhões permanecem bloqueados Uma semana após o anúncio da liberação de R$ 20,6 bilhões do Orçamento de 2025, o Palácio do Planalto publicou um decreto que detalha o descontingenciamento dos recursos por ministérios e órgãos federais. A medida beneficiou principalmente os Ministérios das Cidades, da Defesa e da Saúde. Publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União, o decreto com os novos limites de gastos trazem os valores detalhados dos contingenciamentos e dos bloqueios por ministérios e por órgãos. Pela legislação, a medida sai oito dias após o envio ao Congresso Nacional do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento. O Ministério das Cidades teve R$ 1,928 bilhão liberados; o da Defesa, R$ 1,920 bilhão. O Ministério da Saúde vem em terceiro lugar, com R$ 1,814 bilhão. Apesar da liberação dos R$ 20,6 bilhões, o Orçamento de 2025 continua com R$ 10,747 bilhões bloqueados. O bloqueio é necessário para que o governo cumpra o teto de gastos do arcabouço fiscal que limita o crescimento das despesas em 2025 a 2,5% acima da inflação do ano anterior. Segundo o decreto, dos R$ 10,747 bilhões que permanecem bloqueados, R$ 8,3 bilhões vêm de gastos discricionários (não obrigatórios) e R$ 2,447 bilhões de emendas parlamentares. Dentro dos gastos discricionários, R$ 3,237 bilhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão congelados. Na divisão por ministérios, as pastas das Cidades lidera o bloqueio, com R$ 2,36 bilhões. Em seguida, vem o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, com R$ 1,154 bilhão, e o Ministério da Defesa, com R$ 673,5 milhões. Tipos de despesa O arcabouço fiscal em vigor divide os recursos congelados em dois tipos: o contingenciamento e o bloqueio. O contingenciamento representa os recursos retidos temporariamente para cobrir falta de receitas do governo que atrapalham o cumprimento da meta fiscal. Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevê resultado primário zero (nem déficit, nem superávit), com uma margem de tolerância de até R$ 31 bilhões para mais ou para menos. Já o bloqueio corresponde aos recursos retidos para cumprir o limite de gastos do arcabouço. Para 2025, o marco fiscal limita o crescimento das despesas a 2,5% acima da inflação do ano anterior. Faseamento Apesar da liberação de recursos, o Ministério do Planejamento e Orçamento ressaltou que continua em vigor o decreto que restringe a execução orçamentária de um terço dos gastos discricionários (não obrigatórios) por mês. Com a medida assinada em abril, cada órgão só pode empenhar (autorizar) dois terços da verba discricionária prevista para o mês. Chamada de faseamento, a restrição, na prática, retarda a execução do Orçamento. Até setembro, os ministérios não podem empenhar R$ 52,8 bilhões. Segundo o Planejamento, essa medida facilita o cumprimento da meta fiscal e do teto de gastos do arcabouço fiscal. Fonte: Agência Brasil
- Com apoio da Suzano, Associação de Mulheres empreende em Mucuri
Formada há quase dois anos, associação reúne grupo de 15 mulheres na produção de biscoitos, bolos e outros produtos artesanais Formada há quase dois anos, associação reúne grupo de 15 mulheres na produção de biscoitos, bolos e outros produtos artesanais A Associação Mulheres de Atitude em Ação (AMAA), entidade que fomenta o empreendedorismo e empoderamento feminino no município de Mucuri (BA), está gerando autonomia financeira e autoestima entre as associadas por meio da fabricação e comercialização de biscoitos, pães, bolos e doces artesanais. Apoiada pela Suzano, após um processo seletivo com base em critérios técnicos e sociais, a Associação conquistou a oportunidade de equipar sua cozinha e expandir a produção. Formada há quase dois anos, a AMAA reúne um grupo de 15 mulheres, entre elas aposentadas, professoras, artesãs e mães de família, que conciliam as atividades do dia a dia com a fabricação das guloseimas. "A associação foi criada em 2023, após a realização de uma oficina de produção de Biscoitos Artesanais, realizado pela Prefeitura de Mucuri em parceria com a Suzano, e após o curso as participantes tiveram a iniciativa de criar a associação para colocar em prática todo o aprendizado e gerar empoderamento às mulheres", explica a presidente da AMAA, Eliene Nunes de Oliveira, de 66 anos. A sede da associação, localizada no centro de Mucuri, foi beneficiada com a aquisição de novos equipamentos para sua cozinha comunitária, graças a parceria com a Suzano. A iniciativa permitiu a compra de itens essenciais como forno, fogão, freezer, geladeira, batedeira, liquidificador, mesas, cadeiras, prateleiras e diversos utensílios de cozinha. Com a nova estrutura, a associação ampliou sua capacidade produtiva, o que resultou em um aumento significativo no volume de produção e, consequentemente, na geração de renda. Toda a receita obtida com a comercialização dos produtos é destinada ao custeio das atividades da associação. O excedente financeiro é distribuído entre as associadas, promovendo o fortalecimento da economia local e o empoderamento das mulheres envolvidas no projeto. Para a professora de Ensino Fundamental, Luzinete Souto de Souza, de 51 anos, conciliar o trabalho em sala de aula com as atividades da associação, é um prazer e uma forma de desenvolvimento pessoal, mental, conhecer novas pessoas e gerar renda extra. "Não se trata apenas de um negócio, aqui a gente consegue passar um tempo de qualidade com outras mulheres, que tem interesses em comum. Além disso, a gente também ensina outras mulheres, através de oficinas que realizamos uma vez por mês. É muito gratificante", diz Luzinete. A comercialização dos produtos é feita por meio de encomendas ou na própria sede da entidade e também de porta em porta. Além disso, a AMAA participa da Feirinha Sustentável, realizada por meio de parceria entre a Suzano e organizações comunitárias de moradores do entorno da fábrica. A feirinha acontece a cada 15 dias, dentro da fábrica de Mucuri, com o objetivo de abrir as portas da empresa e ceder espaço para a venda dos produtos feitos pelas associações locais. De acordo com o coordenador de Relacionamento Social da Suzano, Deivid Pereira, a empresa apoia diversas iniciativas que visam impulsionar o crescimento da região Sul da Bahia. "Estamos empenhados em fomentar o empreendedorismo feminino, a agricultura familiar e projetos sociais que transformam a vida da população local, agregando valores e fortalecendo a produção regional. Entendemos que é papel da Suzano contribuir para um mundo menos desigual, a começar nas regiões onde temos atuação", completa Deivid. SERVIÇO Associação Mulheres de Atitude em Ação de Mucuri Produtos: Biscoitos, pães, bolos e doces artesanais Local: Rua Jovita Fontes, 448, centro de Mucuri Vendas e encomendas: 73 99929-0552 (Luzinete) ou 73 99151-6464 (Eliene) Sobre a Suzano - A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br Fonte: Comunicação Suzano
- Seleção brasileira feminina garante vaga para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028
Confirmação veio após goleada contra o Uruguai, na semifinal da Copa América A seleção brasileira feminina garantiu vaga nos Jogos Olímpicos de 2028, em Los Angeles, nesta terça-feira (29), após aplicar uma goleada de 5 a 1 sobre o Uruguai, na semifinal da Copa América. Desde a estreia da modalidade em Atlanta 1996, o Brasil esteve presente em todas as edições e conquistou três medalhas de prata (Atenas 2004, Pequim 2008 e Paris 2024), além de três quartos lugares. Quem também se classificou foi a Colômbia, que venceu a Argentina na outra semifinal e disputará as Olimpíadas pela quarta vez. A grande decisão da Copa América Feminina, entre Brasil e Colômbia, acontece no próximo sábado (02), às 18h, no Estádio Rodrigo Paz Delgado, em Quito. Esta será a quarta vez que as duas seleções disputam o título — o Brasil levou a melhor nas três anteriores: 2010, 2014 e 2022. Sob o comando do técnico Arthur Elias, a seleção brasileira ainda não perdeu para as cafeteras: foram quatro confrontos, com duas vitórias e dois empates. As equipes se enfrentaram na fase de grupos, em um jogo marcado pela expulsão da goleira Lorena, discussões, tensão e nenhum gol. Fonte: Jovem Pan
- Inflação do aluguel fecha julho em -0,77%, 3º mês seguido de queda
Acumulado de 12 meses é o menor desde junho de 2024 O Índice Geral de Preços no Mercado (IGP-M), também conhecido como inflação do aluguel, fechou julho em -0,77%, marcando o terceiro mês seguido de deflação ─ quando os preços ficam, em média, mais baratos. Dos sete meses de 2025, esse foi o quarto com resultado negativo. Em junho, a queda foi 1,67%. A última vez que o IGP-M apresentou sequência de mais de dois esses seguidos de deflação foi de abril a agosto de 2023. No acumulado de 12 meses, o IGP-M soma 2,96%, menor patamar desde junho de 2024 (2,45%). Em março de 2025, o indicador chegou a 8,58%, apontando, desde então, trajetória de queda. Em julho do ano passado, o índice tinha marcado 0,61%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). A FGV leva em conta três componentes para apurar o IGP-M. O maior peso é o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a inflação sentida pelos produtores e responde por 60% do IGP-M cheio. Em julho, o IPA apresentou deflação de 1,29%, puxado para baixo principalmente pelo café em grão (-22,52%), minério de ferro (-1,86%), milhão em grão (-7,54%) e batata-inglesa (-29,63%). Outro componente do IGP-M é o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do indicador. Em julho, o IPC subiu 0,27%. Os itens que mais pressionaram para cima foram a conta de luz (2,74%) e passagens aéreas (6,29%), que costumam ser mais procuradas em mês de férias escolares. Em julho, assim como no mês anterior, a conta de energia teve a bandeira tarifária vermelha patamar 1, determinada pelo governo para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas. A bandeira exerce cobrança adicional de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O terceiro componente medido pela FGV é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que subiu 0,91% no mês. Dentro do INCC, materiais, equipamentos e serviços subiram 0,86%, enquanto o custo da mão de obra ficou 0,99% mais alto. Inflação do aluguel O IGP-M é conhecido como inflação do aluguel porque o acumulado de 12 meses costuma ser base para cálculo de reajuste anual de contratos imobiliários. Além disso, o indexador é utilizado para reajustar algumas tarifas públicas e serviços essenciais. A FGV faz a coleta de preços em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. O período de levantamento do IGP-M foi 21 de junho a 20 de julho. Fonte: Agência Brasil
- Prazo de inscrições do Enamed termina nesta quarta-feira
Prova é obrigatória para formando em medicina inscrito no Enade O prazo de inscrições no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) termina às 23h59 desta quarta-feira (30), no horário de Brasília. A inscrição deve ser feita, exclusivamente, pelo Sistema Enamed, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O prazo também vale para solicitações de atendimento especializado e de tratamento por nome social para pessoas trans. O Enamed substitui o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) para avaliar os cursos de medicina e, a partir de 2025, será aplicado anualmente. A iniciativa do Ministério da (MEC) é conduzida pelo Inep, em colaboração com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), e tem o objetivo de melhorar a formação médica no Brasil. Quem fará o exame O Enamed é obrigatório para estudantes concluintes de medicina no Brasil, sendo requisito para a colação de grau. O estudante deve estar habilitado como formando da graduação em medicina e inscrito no Enade 2025, pelo coordenador do curso na instituição de ensino onde estuda. Para médicos já formados, a participação é opcional e restrita aos que desejarem concorrer a programas de residência médica de acesso direto pelo Exame Nacional de Residência (Enare). Cronograma De acordo com edital de retificação, o Enamed 2025 cumprirá o seguinte cronograma: Inscrição: 7 a 30 de julho; Solicitação de tratamento pelo nome social e atendimento especializado: 7 a 30 de julho; Resultado das solicitações: 11 de agosto; Recurso: 11 a 15 de agosto; Resultado do recurso: 20 de agosto; Preenchimento do questionário do estudante: 18 de agosto a 18 de outubro; Aplicação das provas: 19 de outubro. Provas As provas serão aplicadas no dia 19 de outubro. Serão cobrados os conteúdos, habilidades e competências das seguintes áreas: clínica médica; cirurgia; ginecologia e obstetrícia; pediatria; medicina da família e comunidade; saúde coletiva e saúde mental. A avaliação será baseada nos critérios definidos para o Enade, observados os currículos, normas e as legislações de regulamentação do exercício da profissão de médico no Brasil. O exame terá 100 questões objetivas, de múltipla escolha, com a mesma quantidade para cada uma das áreas da medicina abordadas. Os estudantes concluintes do curso de medicina inscritos no Enade também deverão responder obrigatoriamente a um questionário. Enare O Exame Nacional de Residência (Enare) é um processo seletivo unificado nacional para ingresso em programas de residência médica e de residência multiprofissional e na área profissional da saúde. As regras do Enare 2025 foram publicadas pelo MEC, em portaria. Nesta edição, serão ofertadas 11.388 vagas de residência médica, uniprofissional e multiprofissional, em 237 instituições participantes. O total de vagas representa aproximadamente 28% a mais do que o número oferecido na última edição. Fonte: Agência Brasil
- Astronomia: duas chuvas de meteoros vão iluminar o céu no fim de julho
Melhor momento para acompanhar é na madrugada desta 5ª feira Duas atrações no céu vão marcar a despedida do mês de julho. São chuvas de meteoros que poderão ser vistas principalmente na noite de quarta-feira (30) e madrugada de quinta-feira (31). A divulgação é do Observatório Nacional (ON), unidade de pesquisa sediada no Rio de Janeiro e ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Os meteoros são corpos celestes pequenos que cruzam o espaço e invadem a atmosfera terrestre. No momento de transição, a interação com a atmosfera e o oxigênio provoca o incendiamento parcial ou total dos meteoros, criando uma luminosidade, popularmente chamada de estrela cadente. Quando diversos meteoros atravessam a atmosfera, formam-se as chuvas de meteoros. Os meteoros são detritos de cometas, fenômeno formado por poeira, pedras, gelo e gases. Alpha Capricornídeos A chuva de meteoros Alpha Capricornídeos atingirá o ápice na noite de quarta-feira. Essa chuva é conhecida por meteoros brilhantes com taxa de cinco meteoros por hora. “O que é notável sobre esta chuva é o número de meteoros com aspectos de bolas de fogo brilhantes produzidas durante seu período de atividade”, descreve o astrônomo do ON, Marcelo de Cicco. A velocidade dos meteoros é de 23 quilômetros por segundo (km/s). A localização é na Constelação de Capricórnio. O melhor horário para visualizar, segundo o ON, é a partir da meia noite até próximo ao amanhecer. Delta Aquáridas do Sul A chuva Delta Aquáridas do Sul tem o pico esperado para a madrugada de 31 de julho. Esse fenômeno é caracterizado por uma taxa de 15 a 25 meteoros por hora no momento de pico. A velocidade é bem maior que a Alpha Capricornídeos: 41 km/s. A localização no céu é na Constelação de Aquário. O melhor horário para visualizar também é a partir da meia noite até próximo ao amanhecer. Observação Para aproveitar ao máximo esses eventos astronômicos, o Observatório Nacional sugere como dicas procurar locais com céus escuros, longe da poluição luminosa das cidades. “Olhe para qualquer lugar no céu, pois os meteoros podem aparecer em qualquer parte, mas focar nas constelações de Capricórnio e Aquário pode aumentar suas chances de observar essas maravilhas celestes”, completa o astrônomo Cicco. Além de satisfazer apreciadores dos fenômenos, chuvas de meteoro são relevantes para estimar a quantidade e período de maior incidência de detritos provenientes de correntes de meteoroides que a Terra atravessa periodicamente. Missões espaciais e centros de controle de satélites podem aprimorar estratégias de proteção para naves e equipamentos em órbita próxima à Terra e à Lua. As chuvas de meteoros também ajudam a compreender a formação do nosso Sistema Solar, conforme explica Cicco, “pois ao investigar as propriedades dos detritos, é possível entender mais sobre os cometas e até mesmo fragmentos lunares e marcianos, resultantes de impactos antigos, assim como objetos próximos à órbita terrestre com atividade (Neos, sigla em inglês para Near Earth Objects). Fonte: Agência Brasil
- 7ª Conferência de Saúde de Itabela 2025. Usuários e trabalhadores comparecem para discutir o planejamento e o fortalecimento do SUS no município
Com o tema central "Planejamento e Fortalecendo o SUS em Itabela", a conferência teve como objetivo principal avaliar a situação da saúde em Itabela e propor diretrizes para o planejamento das políticas públicas nos próximos anos. A 7ª Conferência Municipal de Saúde de Itabela, realizada em 2025, reuniu um público expressivo e engajado para discutir propostas e estratégias voltadas ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no município. O evento lotou o espaço reservado, demonstrando o crescente interesse da população e dos profissionais da área na construção de uma saúde pública mais eficiente, humanizada e acessível. A solenidade de abertura contou com a composição da mesa de autoridades, formada pelo prefeito Ricardo Flauzino, a presidente da Câmara Municipal Simone Sossai, a secretária de Saúde Wadla Cassiano e o presidente do Conselho Municipal de Saúde Josimar de Jesus. Logo após a execução do Hino Nacional, as autoridades presentes fizeram uso da palavra. O prefeito Ricardo Flauzino agradeceu pela presença de todos no espaço, reconheceu o empenho de toda a equipe de saúde do município e ressaltou a importância dos usuários na construção de um SUS mais forte e participativo. A presidente da Câmara, Simone Sossai, também fez um breve discurso, elogiando a organização e a relevância da 7ª Conferência, além de reafirmar o apoio do legislativo às pautas da saúde pública. Já a secretária de Saúde, Wadla Cassiano, destacou a importância do evento como um espaço democrático de diálogo e reforçou o papel essencial da comunidade na definição das prioridades para o setor. Com o tema central "Planejamento e Fortalecendo o SUS em Itabela", a conferência teve como objetivo principal avaliar a situação da saúde em Itabela e propor diretrizes para o planejamento das políticas públicas nos próximos anos. Durante o encontro, foram promovidas palestras, mesas de debate e grupos de trabalho, nos quais foram discutidas questões como o financiamento do SUS, a valorização dos profissionais da saúde, a ampliação do acesso a serviços e a importância da participação social nas decisões da área. Autoridades locais, representantes de conselhos de saúde, profissionais da rede municipal e moradores participaram ativamente das discussões, contribuindo com sugestões que serão encaminhadas para as etapas estadual e nacional da conferência. O evento também reforçou o compromisso da gestão municipal com o diálogo democrático e a escuta ativa da população. A Conferência se consolida, mais uma vez, como um espaço fundamental para o exercício da cidadania e para o aprimoramento das políticas públicas de saúde em Itabela. O evento também contou com a presença de secretariados da gestão e demais vereadores. Por: Alirio Júnior/JNHOJE
- Trump diz que Putin tem ‘prazo de 10 a 12 dias’ para concordar com cessar-fogo na Ucrânia
Declaração acontece em meio à reunião com Keir Starmer, na Escócia; presidente dos EUA afirmou que ‘não há motivo para esperar’, pois não há ‘nenhum progresso’ vindo de Moscou O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (28) que estabeleceu um novo prazo de “10 ou 12 dias” para que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, concorde com um cessar-fogo na Ucrânia. “Vou estabelecer um novo prazo, de cerca de 10 ou 12 dias a partir de hoje. Não há motivo para esperar. Eram 50 dias, eu quis ser generoso, mas simplesmente não vemos nenhum progresso sendo feito”, disse Trump, durante uma reunião em Turnberry, na Escócia, com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer. No dia 14 de julho, o presidente americano havia dado um prazo de 50 dias para que Moscou e Kiev concordassem com uma trégua. Durante a coletiva de imprensa, Trump afirmou estar “decepcionado” com Putin por não ter encerrado a guerra na Ucrânia. O republicano apontou que conversou diversas vezes com o presidente russo desde que retornou à Casa Branca em janeiro e está frustrado com os resultados das conversas. “Depois das nossas ligações o Presidente Putin sai e começa a lançar foguetes em alguma cidade como Kiev e mata muitas pessoas em um asilo ou seja lá o que for. Você tem corpos espalhados por toda a rua. E eu digo que não é assim que se faz”. Os oficiais ucranianos foram rápidos em agradecer Trump por encurtar o prazo para a Rússia terminar a guerra na Ucrânia. Andriy Yermak, chefe de gabinete do presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, disse em uma publicação nas redes sociais que os comentários do republicano demonstravam que ele estava comprometido com a “paz através da força”. “Putin respeita apenas o poder – e essa mensagem é alta e clara”. Fonte: Jovem Pan
- STF interroga núcleo 3 de suposta trama golpista nesta segunda-feira
Segundo denúncia da PGR, grupo era responsável pelas ações táticas da conspiração; missão era executar um plano que incluía prisão e assassinato de autoridades O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma, nesta segunda-feira (28), a fase de interrogatórios dos acusados de planejar uma tentativa de golpe de Estado para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A Corte começará a ouvir os dez réus que compõem o chamado “núcleo 3” da trama, um grupo de elite formado por militares e apontado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como o braço operacional do plano. Este grupo, conhecido como “Kids Pretos”, era responsável pelas ações táticas da conspiração e era composto por militares da ativa e da reserva do Exército, além de um policial federal. Segundo a denúncia, a missão do núcleo era executar um plano que incluía a prisão e até mesmo o assassinato de autoridades, forçando uma intervenção militar e impedindo a diplomação e posse de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin. O ministro do STF, Alexandre de Moraes, também estaria entre os alvos. O caso está diretamente ligado às acusações contra o general Walter Braga Netto, que está preso preventivamente. Em seu acordo de delação premiada, o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, detalhou uma reunião na casa de Braga Netto com os “Kids Pretos”. No encontro, teriam sido discutidas ações para o golpe. Cid também afirmou ter recebido de Braga Netto uma sacola de vinho contendo dinheiro em espécie para ser entregue a um dos militares do grupo, financiando as operações. Na semana passada, o STF interrogou 13 réus dos núcleos 2 e 4, em audiências realizadas por videoconferência e transmitidas publicamente. Entre os ouvidos estavam: Filipe Martins: Ex-assessor de Assuntos Internacionais de Jair Bolsonaro, apontado como o responsável por redigir a “minuta do golpe” que foi apresentada por Bolsonaro aos comandantes das Forças Armadas; General Mário Fernandes: Ex-secretário-geral da Presidência, que confirmou ser o autor de um documento que previa o assassinato de autoridades. Ele negou, no entanto, ter apresentado o plano a Bolsonaro; Fonte: Jovem Pan
- Saiba o que muda na vida conjugal com a proposta do novo Código Civil
Projeto prevê alterações em dispositivos que regem as relações conjugais dos brasileiros O plano é modernizar o Código Civil brasileiro para que ele contemple as mudanças sociais das últimas décadas. Para isso, um projeto ambicioso: alterar mais de 800 dispositivos da principal lei que rege o Direito Privado no país, além de incluir outros 300. A proposta foi apresentada no início do ano e ainda não tem prazo para ser discutida no Senado. Se aprovada, deverá mudar - e muito - a vida dos casais brasileiros. Um dos principais pontos de mudança proposto pelo PL 4/2025 é a ampliação do conceito de família, com o reconhecimento explícito da socioafetividade — ou seja, vínculos familiares não apenas biológicos. O novo Código ainda legitima a união homoafetiva, reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2011, mas que não é expressa na lei atual. Apesar de ter completado 23 anos em janeiro, o Código Civil brasileiro é considerado "atrasado" em relação às mudanças dos arranjos familiares. Especialistas, por outro lado, discutem a falta de categorização para temas específico. Uma das novidades é o divórcio unilateral. Nesse caso, a separação poderá ser feita diretamente em cartório, com a devida assistência jurídica, mesmo sem o consentimento da outra metade do casal. Atualmente, o divórcio sem ação judicial só pode ocorrer quando há consenso entre as partes e se o casal não tiver filhos menores de 18 anos ou considerados, pela lei, incapazes. Para a advogada Verena Hora, especialista em Direito de Família, o divórcio unilateral amplia a liberdade de cada indivíduo. "O diferencial da proposta é justamente não precisar mais do consenso, uma vez que retira a dependência do outro para formalizar a autonomia afetiva, evitando situações de abuso", defende a advogada. Entre os impactos citados por Verena Horta estão a maior celeridade e redução de gastos no processo de separação. Por outro lado, caso a parte que não concorde com a separação dependa do cônjuge, pode haver problemas. "A maior preocupação, no que se refere a esse ponto, diz respeito à eventual condição de dependência ou de vulnerabilidade que pode envolver o outro cônjuge, impactando nos deveres do casamento", pondera a advogada Lara Soares, também especialista em Direito de Família. Outra proposta é a possibilidade de que pais definam pagamento de alimentos e a guarda dos filhos menores de 18 anos sem precisar ir à Justiça. Quem são os dependentes? O projeto do novo Código Civil amplia ainda os deveres de ex-cônjuges no compartilhamento de despesas “destinadas à manutenção dos filhos e dos dependentes”, assim como de animais de estimação. Os animais, inclusive, ganham destaque especial na proposta, sendo categorizados como seres sencientes, ou seja, capazes de ter sensações e emoções. Lara Soares explica que as obrigações dos ex-cônjuges são voltadas à pensão alimentícia e à responsabilidade pelos filhos. O novo Código Civil, no entanto, abre brecha para que outros familiares sejam considerados dependentes, assim como os animais de estimação do casal. "O Projeto de Lei estabelece o compartilhamento das despesas com os filhos e também com outros dependentes, sem limitar a filhos menores, o que pode incluir pessoas sob guarda, curatela ou mesmo dependência econômica reconhecida. Também prevê a inclusão dos custos com animais de estimação, reconhecendo a importância afetiva e o vínculo familiar com os pets", detalha. Sem a especificação, sogras, sobrinhos e primos, que dependam desse casal, podem ter despesas incluídas como "dependentes". E de onde surgiram as ideias de mudança? As novas propostas para o Código Civil tiveram origem em um anteprojeto elaborado em uma comissão do Senado composta por 37 juristas, seis membros consultores e presidida pelo ministro Luís Felipe Salomão, vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O PL foi apresentado pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) ao Senado em janeiro. A falta de debate público sobre as novas determinações dificultam a tramitação da proposta e colocam em dúvida as ideias apresentadas. Outro dispositivo acaba com a separação obrigatória de bens no casamento de maiores de 70 anos, em consonância com o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tema. Em 2024, a Corte definiu que impor o regime obrigatório de separação desrespeita o direito de autodeterminação das pessoas idosas. Para a advogada Verena Horta, a medida se alinha às novas tendências geracionais, inclusive o aumento da expectativa de vida. "Presumir incapacidade patrimonial com base na idade é manifestação de etarismo jurídico. A proposta legislativa fortalece a segurança jurídica em tempos de longevidade e pluralidade nas formas de amar e conviver", diz. Fonte: Correio24h













